Vídeo: Letra Feia

terça-feira, 31 de outubro de 2017
Olá, pessoal! Nossa, tem quanto tempo que eu não tem vídeo novo né?
Esse tinha um tempão que queria gravar e apesar dos contratempos, consegui!
Espero que gostem!

Precisamos falar sobre... #11: Mini Machismos nossos de cada dia

sábado, 28 de outubro de 2017

Halo, pipous!
Quebrando o meu cronograma de postagens por razões de: Meu vídeo tá atrasado e aconteceram coisas que me revoltaram. E bem, quando o segundo acontece, sempre se faz necessário este tipo de post.
Eu tinha que trocar o nome dele para "Anelise revoltada, problematizadora e com os dedos coçando". hahaha Zoas!
Enfim, eu, como escritora que sou, sempre me pego observando e muito as coisas e as pessoas. E também como feminista fico também observando muita coisa que reforça e muito pensamentos enraizados na nossa sociedade.
Situações essas que chamo carinhosamente de "Mini Machismo nosso de cada dia".
Como quando estou um pouco mais a vontade em casa e acaba chegando uma visita surpresa em casa, geralmente sendo um homem. E sinceramente, odeio ter que correr e trocar de roupa por causa disso.
Odiava quando tinha uns 12/13 anos e não podia ficar de sutiã em casa (no caso, era a casa antiga) porque o vizinho tava soltando pipa. Odiava mesmo!
Ou quando um dos meus tios cismava mesmo em implicar com meu irmão só porque ele brincava de boneca comigo. Sério, eu chegava ao ponto de ficar incrédula e revoltada. Claro que não entendia o que era aquilo, só agora percebo o que é.
Meu pai implicar comigo quando uso short curto e ele sobe quando estou sentada. E sim, ele me manda trocar de roupa. Isso porque meu namorado, de 8 anos de relacionamento, está em casa.
Mas, dois casos me fizeram ter a ideia deste post. Uma, foi eu ter reclamado, de boa, do meu celular, que ele ficava quente e travava quando gravo vídeos.
O ser, homem obviamente, achou-se no direito de me mandar gracinha. Dizendo que se eu quisesse mandar uns nudes ele aceitava.
Outra foi o mansplaning que sofri quando cobri o evento para o Repórter UCB nerd/geek na minha faculdade. Fiz questão de trabalhar num sábado para que o evento fosse coberto pela pessoa mais capaz para isso, que era eu. Incluindo o campeonato de League of Legends. Não jogo tem muito tempo, mas algumas coisas ainda são as mesmas no jogo. No final de uma das partidas, fui entrevistar o capitão do time. E um cara resolveu me explicar a diferença entre o Capitão e o Técnico do time, que BTW eu conheço e falo diariamente até. (Engraçado que comentei com meu namorado sobre isso e ele não viu nada demais. Até porque ele nunca vai ver mesmo! É difícil entender!)
E essa nem tem como refutar, postei no twitter a prova.
Só que o estopim mesmo foi quando a vi a foto da ultrassonografia de uma conhecida, que está grávida e descobriu o sexo do bebê. Gente, estava escrito na imagem "Meu pintão". Eu fiquei indignada! Achei feio, achei ridículo e achei machista.
Até porque se fosse uma menina ninguém ia botar "Minha xerecona". Então porque com menino se coloca esse tipo de coisa? Já sexualiza e reforça o bendito culto ao órgão. E o pior, de um feto. O bichinho ainda nem nasceu e já tem gente "endeusando" o pênis dele. Na boa... É demais para minha cabeça.
Não julguei a mãe, mas eu com certeza não faria a mesma coisa com o meu filho.
Enfim, ficam estes exemplos de Mini machismos que ocorrem a cada dia na vida. É tão corriqueiro que se não paramos para prestar atenção, passa despercebido e "normal".

Top 5 #32: Melhores clipes de uma só tomada

terça-feira, 24 de outubro de 2017

Olá, pessoal! Prontos para mais um Top 5?
Este era um tópico que queria e muito falar: Clipes com uma só tomada. O clipe que é gravado de uma só vez, sem nenhum corte de câmera ou edição, vai tudo direto junto com a música.
Não sei os outros gêneros, mas o J-pop tem bastante disso. Eles gostam de um "menos é mais" de vez em quando. Então teremos só j-pop hoje. Mas sei que tem vários outros artistas que exploram este estilo de clipe. Quem quiser me indicar alguns depois, fiquem a vontade.
E não estranhem eu falar PV, é mania de Jpoppeira.
Bora conhecer alguns dos meus favoritos!

5- Zettaiteki Kofukuron - Nana Mizuki / FRONTIER - Mamoru Miyano
Já comecei roubando. haha
Temos Nana, na música que deu meio que a cara do álbum dela deste ano: NEOGENE CREATION. O PV é simples e muito, mas muito fofo. É a só a Nana olhando para a câmera e cantando a música.
O segundo deste tópico é o FRONTIER do Miyano-kun. Este segue sendo mais dinâmico, a câmera sobe, filma de longe, depois fica mais perto dele.



4- Koi no Yokushiryoku - type EXCITER - Nana Mizuki
Este, também da Nana, é mais um dance video, que tem muito no K-pop. Costuma sem cortes mesmo para mostrar a dinâmica da dança e também para os fãs aprenderem os passos.
Admito que sei alguns passos disso ai, mas minha memória imitadora de passos não é lá muito boa. haha
Essa música faz parte do jogo Metal Gear Solid (o 5, se não estou enganada.)

3- Curtain Call - Ayumi Hamasaki
Chegamos na Ayu. Ela tem alguns PVs de uma só tomada, trabalhando mais o lado poético da coisa, porque Ayu tem que sempre ter uma mensagem por trás.
Alguns clipes dela acabaram ficando de fora, como Sweet Scar e Angel. Até pensei em Melody, mas ele tem umas edições. haha
Enfim, Curtain segue uma linha simples. Câmera andando e Ayu fazendo coisas + descalça. Não tem como explicar essa música e esse PV, só vendo mesmo.

2- FLOWER - Ayumi Hamasaki
Ayu again. Este é mais recente. Ayu tem momentos que prefere não fazer algo super produzido e editado e saem coisas assim.
Eu acho um tiro total este PV. Ainda mais porque ela vai desmontando o figurino todinho! Maravilhosa!
Alias, todo o M(A)DE IN JAPAN (álbum onde está essa música) é carregado de conceitos.

1- Aoi Iro - Nana Mizuki
E chegamos aqui ao campeão e o PV que me fez fazer este top. haha Nana de novo! :3
Aoi Iro é um dos clipes mais divertidos que eu já assisti na vida... De longe.
Se passa na escola, com a Nana andando pelos corredores e fazendo coisas, com prova, desenhando no quadro, dançando. Não tem nada demais nesse PV, mas a graça dele é ele ser assim simples, sem pretensão. É o que faz dele e a música também especiais.
Não tenho como embutir, porque nem tem no youtube, mas tem no VK. Vocês podem ver aqui.

Bem, pessoal! Este foi o Top 5 de hoje. Espero que tenham gostado.
Tem algum clipe que siga esta linha e vocês gostem? Comentem ai!
Até a próxima!

Descendants of the Sun

sábado, 21 de outubro de 2017

Bora falar de dorama no blog hoje?
Gente, tem um tempão que eu assiste este dorama e eu tinha me esquecido completamente de falar sobre ele aqui. haha Só Anelise mesmo para fazer isso! Parabéns!
Hoje falarei sobre Descendants of the Sun. Sim, vi pela Netflix e esse já tava querendo ver tinha um tempão.
O dorama segue um caminho mais adulto porque os personagens são mais velhos. Então, não tem aqui é bobinho ou fofinho. O dorama é sério e em certos momentos até muito pesado e dramático.
Kang Mo-yeon é médica de um renomado hospital da Coréia do Sul, trabalhando na emergência. Ela conhece o capitão Yoo Si-jin quando eles deixam um rapaz que tinha assaltado a ele e o amigo Seo Dae-young. O casal começa a namorar, mas acaba que nada vai para frente. Eles percebem muitas diferenças entre si e veem que o relacionamento não dará certo.
Então, o Capitão parte em missão para Urk - que não faço ideia de onde é isso - e aquilo dá de vez um ponto final no namoro deles.
Oito meses se passam e a Dra. Kang fica famosa e se torna a "cara do hospital", aparecendo em programas de TV onde dá dicas da saúde e no hospital mesmo, cuida dos pacientes VIP.
Só que acontece algo assim, como dizer? Bem, ela acaba sendo rebaixada. Tudo isso porque o presidente da empresa a queria para fazer coisas 18+, se é que me entendem. Mo-yeon, personagem maravilhosa que é, não deixa barato e diz que não.
Mas, como consequência do cara ser poderoso, ela acaba sendo escolhida para a equipe que vai passar um tempo num local remoto (é em Urk, gente!). (Como tem uns caras que são baixos né? A mulher não quis ele e como vingança colocou ele para fazer trabalho comunitário.)
Enfim, a equipe vai para Urk e lá o Capitão e a Médica se reencontram.
O dorama é repleto de momentos de ação, porque Urk é quase uma zona de guerra. Rola sequestro, briga com traficantes, campo minado.
Sem contar uma das partes mais emocionantes deste dorama, mas se eu contar realmente perde a graça.
Os personagens são maravilhosos! Os outros médicos, soldados, o Kim Ki-bum. haha
E um ponto a favor deste dorama é que não tem triângulo amoroso, o casal principal é enrolado por si só. E tem o casal secundário, Yoon Myung-joo e Seo Dae-young, que não deixa muito para trás não.
Descendants of the Sun é um dorama muito "fora da curva" do que eu assisto. Ou melhor, acho que ele é diferente dos outros.
Recomendo e muito! Vocês não vão se arrepender!

Parceira Juliana Leite + Primeiras impressões Entre Vidas: Ruby

terça-feira, 17 de outubro de 2017
Olá, pessoal!
Com muito orgulho, honra e prazer que anuncio a mais nova autora parceira daqui do Shizen: Juliana Leite.
E ela não é novidade aqui no blog, já resenhei os dois livros da Saga Entre Vidas: Kiara e Lise.
A autora me convidou para a parceira tem pouco tempo e como estamos em vias de pré-lançamento do terceiro livro da saga - Ruby - ela já mandou o livro para eu fazer leitura. Mas, quero esperar o físico para ler todinho. Li apenas alguns capítulos para fazer umas "Primeiras Impressões".
Vamos a uma pequena apresentação da autora primeiro!
Juliana Leite nasceu em 15 de Abril de 1988, na cidade de Campina Grande, Paraíba. Hoje reside na capital João Pessoa. Apenas na adolescência veio a paixão pela literatura graças aos livros de J.K. Rowling. Paixão que a fez cursar Letras com habilitação em Língua inglesa pela UFCG. Casa desde 2011, divide a casa com o seu esposo, sua filha e os seus amados cães.
Trabalhou como professora por quatro anos até decidir cursar Análise de Sistemas. Mesmo mudando radicalmente de área, não abandonou o gosto pela escrita e em 2014 retomou a escrever a saga que havia começado há mais dez anos.
Entre Vidas possui forte influência da obra de Marion Z. Bradley e mostra mais duas paixões da autora: História e outras culturas e religiões. Começou a escrever a história que não encontrava para ler. Que envolvesse misticismo, batalhas, com uma escrita dinânica e leve. Página no Facebook / Perfil no Skoob

E esta é a capa de Entre Vidas: Ruby, que foi divulgada tem algumas semanas. Adoro a qualidade dos desenhos e o padrão das capas está se mantendo maravilhoso!

Agora sim, indo ao que eu achei do livro, pelo menos do que eu li. Disse que ia ler só três capítulos, mas acabei lendo oito, porque é tanta treta que rola nesses livros que eu não tava conseguido. Tive que me conter e muito para parar! Foi quase um "Li até a página 100 e...", mas eu fui só até a 94.

O livro começa no meio de um período terrível na Inglaterra, onde Ruby e sua família, antes muito ricos e com vários criados, agora passam necessidades. Olha que eles são parentes próximos do Rei Edgar.
Ruby tem muitos problemas com a família, especialmente com pais, que só pensam no dinheiro e num bem-estar que não faz lá muito sentido. E muitas vezes criticam as atitudes das filhas!
Os vikings estão invadindo a Inglaterra e o reinado perdeu muito força de exportação. O único porto livre que existe é o da Cornualha, o último reino celta da Bretanha.
O rei, pensando no bem do seu país, faz um acordo com o rei da Cornualha: um casamento. A noiva é a irmã de Ruby, Lara, que está muito doente. As três irmãs, Lara, Ruby e Dóris, junto com o amigo Padre Sean, viajam até a Cornualha para a realização do casamento e para conhecerem o rei Henry.
Só que há uma grande diferença entre a cultura delas e a do outro reino. Eles ainda são devotos da Deusa, enquanto Ruby e as irmãs são cristãs. Porém, não existem nenhum problema quanto a isso, o povo da Cornualha respeita outras crenças.
Enfim, a irmã de Ruby não demonstra sinais de melhora e acaba falecendo. E claro, tinha que a treta de novela mexicana, porque a Ruby sempre atração pelo tal rei, porque ele é tipo "tudo de bom", mas ela fica meio para trás por causa da irmã. Só que com o falecimento da irmã, ela acaba se tornando a noiva, porque o acordo se mantém de pé. (Vocês tinham que ver os pais indignados com o fato de não terem dado um velório decente para a outra filha e com a importância que as mulheres tem na cultura celta.)
Acaba que Ruby, descobrindo o real plano da igreja com aquela união, que era só transformar aquele lugar em cristão a força, acaba sendo excomungada e deixada para trás. A única pessoa da família que fica é a irmã mais nova, Dóris.
A história segue até o casamento, com Ruby e a irmã conhecendo mais da cultura e sentindo muito bem lá. Eles só não contavam com um ataque viking vindo para Cornualha.
A invasão acontece logo após o casamento de Ruby e nesse meio tempo que ela se recorda das outras vidas e vai ajudar na guerra. E eu parei nessa parte!
Com muita dor de ter parado, mas parei!
O livro mantém o padrão. Leitura fluida, personagens bem apresentados e a história segue de uma maneira que você só vai vendo as coisas acontecendo e quando percebe vai dar três da manhã (maldito horário de verão) e você tá lendo.
Essas são minhas primeiras impressões de Entre Vidas: Ruby. 

A saga já trocou de casa três vezes, primeiro na Editora Lotus, que acabou fechando, depois na Editora Sehkmet, onde saiu a segunda edição de Kiara. Agora está na Editora Manias, que espero ser a casa até o final agora. Essa saga merece!
E ainda há exemplares disponíveis de Kiara e Lise, ambos com compra direto com a autora. O frete está saindo grátis. Tem preço especial para quem comprar os dois juntos. Aproveitem por realmente tem poucos exemplares!

E logo começa a pré-venda de Lise. Já estou mirando meu presente de aniversário deste ano. Só quero saber se vai vir com um brinde também. =D

Bem, só queria agradecer a Juliana pela confiança e vou honrar esta parceria com certeza. =D
E espero em breve lhes trazer a resenha completa de Ruby.

Música #04: Wagakki Band

sábado, 14 de outubro de 2017

Sejam bem-vindos a mais um post sobre música aqui no blog. Já disse que estou adorando fazer tudo neste novo molde? Acho que sim né? haha
Enfim, hoje lhes apresentarei mais uma banda, dessa vez japonesa: Wagakki Band.
Admito que foi a primeira banda de folk que eu ouvi na vida e foram eles que me jogaram nessa loucura e mistura maravilhosa que só o folk-rock é capaz de fazer.
A banda é formada por Yuko Suzuhana (Vocalista); Kiyoshi Ibukuro (koto; tipo uma cítara); Daisuke Kaminaga (shakuhachi; flauta); Beni Ninagawa (Tsugaru Jamisen; tipo banjo); Kurona (wadaiko; percussão); Machiya(Guitarrista); Asa (Baixista); Wasabi (Baterista).
A banda começou em 2013, com todos os membros já. Anteriormente, em 2012, existia a Hanafūgetsu, que era formada por Yuko, Daisuke e Kiyoshi.
Eu conheci a banda em 2014, pelas minhas andanças pelo youtube atrás de música nova. Encontrei a música Roku Chounen to Ichiya Monogatari e na sequência e recém-lançada a época Senbozakura.



A banda começou com um mini álbum de covers do vocaloid, em 2013 e no ano seguinte saiu o Vocalo Zanmai, com covers de vocaloid. Para quem não sabe, Vocaloid trata-se daqueles cantores que são feitos por computação, tanto na voz quanto aparência. Eles tem várias sílabas gravadas e as pessoas vão encaixando as sílabas e formando palavras e as músicas. Gente, joga no google.
Um dos destaques deste álbum para mim é o cover de Episode 0, que é uma música do personagem Kaito (que tema voz do Gackt, outro cantor japonês). E o legal é que é o guitarrista quem canta e ele manda bem.

Depois vieram singles como Hanabi, Ikusa, Valkyrie, Strong Fate e Kishikaisei, que foi tema das olímpiadas de 2016 lá no Japão. (Japonês adora colocar tema para essas coisas). Tem também Hangekino Yaiba, que foi tema do live action de Shingeki no Kyojin (Attack on Titan).
Veio também o álbum Yasou Emaki, em 2016. Este ano, eles lançaram o terceiro álbum Shikisai.
Acho complicado escolher músicas favoritas deles. A banda tem uma qualidade boa e muito alta. Para alguns pode até parecer meio barulho, porque se mistura instrumentos japoneses clássicos com música ocidental. Essa mistura não é tão nova, tem algo semelhante na OST de Naruto. haha
Sem contar que a banda funciona muito bem, a voz da Yuko é uma coisa insana. A mulher canta, mas canta muito. =D



A banda tem um estilo bem diferente para quem não conhece o gênero, mas quando a gente entra só se apaixona! Meus membros favoritos da banda são o Wasabi e a Beni. Gosto de todos, mas mais deles.
Enfim, espero que tenham gostado de conhecer um pouco mais sobre a Wagakki Band.
Até a próxima!

Resenha #35: Cidade dos Deuses

terça-feira, 10 de outubro de 2017

Mais uma resenha aqui no blog. Desta vez de um tipo de livro diferente. Não costumo ler muitos livros espíritas porque realmente o gênero não me agrada muito. Arrisquei ler um uma vez, mas achei a temática espírita da coisa muito forçada e empurrada quase no final. Foi o Quando o Coração Escolhe.
Mas, acompanhando meu pai na livraria espírita, acabamos indo a uma sala com vários livros que estavam a vendo pro valores bem baixos, tinha por 10, por 5, até por 3 reais. E foi por este valor que comprei o livro que resenharei aqui: Cidade dos Deuses, de Evanice Maria Pereira.
Bora lá!

Sinopse: Chandra, o príncipe de Naripura, recusa-se a adorar uma deusa de pedra. Alheio ao jogo de interesses que cerca o trono, ele entrega-se a um amor impossível. Kadine, a eleita do seu coração, não é filha da nobreza. Guiado por um amigo invisível, o príncipe mergulha nos mistérios do Além. No horizonte, nuvens negras rondam a Cidade dos Deuses em prenúncio de uma tragédia...

Cidade dos Deuses conta a história de Chandra, príncipe herdeiro do trono de Naripura, que cultua a deusa Nari. Acredito que seja uma país fictício do oriente médio, num tempo muito remoto.
Desde criança, Chandra fora acompanhado por um ser a quem ele chamava de Amigo, que nada mais é do que seu Protetor.
Porém, por ele ver este amigo muita gente acreditava que havia algo errado com o garoto. O maior exemplo disso era o sacerdote, que sempre tentava sempre manipular muitas coisas a seu favor.
O livro começa com o nascimento de Nanda, irmão de Chandra, que segundo uma profecia é o filho de Nari entre eles. Acaba que o menino é criado dentro de templos e sai muito pouco.
Os pais dos dois são muito amorosos e os melhores reis que um reino poderia ter. Eles vão crescendo e amadurecendo. Chandra, apesar de herdeiro, se torna um rapaz um pouco disperso e aventureiro. Tudo isso é mal visto pelo sacerdócio, junto com o fato de que o garoto não acredita tanto assim em Nari.
Porém, não é só ele que é assim. O Rei, Viasa, também deixou de acreditar em Nari. Passou a acreditar em um outro deus, que atendeu a seu chamado num momento de desespero, quando Chandra adoeceu e ficou muito mal.
Enquanto isso o irmão Nanda é apenas um apático que não aguenta mais ficar no templo. Ele percebe que aquilo não é sua vocação.
Após uma viagem ao reino vizinho, Chandra vê seu reino ser tomado justamente por um primo distante e sua família, mesmo incompleta precisa fugir para não ser morta e eles vão até a Pérsia.
E assim começa a jornada de Chandra em busca de sua missão: Recuperar seu reino, mas sem uso da força.
O livro é bem dividido em três partes: Prenúncios, onde Chandra é criança e vai até a juventude; Revelação, se passa nos anos que a família fica afastada na Pérsia; Iluminação, Chandra cumprindo sua missão.
Encaro este livro como de fantasia, com alguns elementos espirituais. E é tudo tão natural. O Amigo de Chandra e também os parentes que se revelam a ele mais a frente.
O livro contém toda uma trajetória de amadurecimento e cumprimento de missão. Repleto de personagens complexos e humanos, com todos os seus passados interferindo nos seus presentes.
Cidade dos Deuses é o caminho de descobrimento e iluminação de Chandra, que descobre uma enorme força num ser, num deus, que não há imagem, apenas o sentimento de que ele está com você.
Só uma coisa que não gostei tanto do final, ele não ficou com o amor da vida dele. Fiquei meio chateada com isso! Mas, a razão é tão nobre que a gente até releva.
Apesar de ser um livro espírita, não é psicografia, é um livro original da autora.
Acho que ele pode ser lido por qualquer pessoa. Ele carrega muitas lições importantes!

Espero que tenham gostado desta resenha curtinha. Nem acho que consegui falar direito do livro. Tem tanta coisa nele que eu seu falo mais vira spoiler e perde e muito o encanto que ele tem.
Beijos!

Assistindo, Lendo, Etc... #2: Setembro 2017

sábado, 7 de outubro de 2017

Olá, pessoal!
Mais um início de mês e tem mais um (o segundo) "Assistindo, Lendo, Etc...", onde vou atualizar sobre as séries que estou vendo, os livros/mangás que leio, entre outras coisas.

A começar por que finalmente ter conseguido terminado de ver Grey's Anatomy. Bem, pelo menos até onde tem.
E na boa, tem muitos momentos que eu quero bater e muito na Shonda, a criadora da série. A gente vive numa tensão de que ela vai matar alguém no decorrer dos episódios. Especialmente quando algum personagem sofre um acidente, ai a gente fica tão trancado que nem wi-fi passa.
Mas, tem um casal no final dessa 13º temporada que ela tá quase enfiando goela abaixo de tão forçado de tá: Avery x Maggie. QUE PORRA FORÇADA!
Enfim, no aguardo da 14º temporada...

Outra série que estou assistindo é The Walking Dead.
Acreditem ou não é programa de casal. Só um casal com eu e meu namorado mesmo. Os domingos são sempre uma pequena maratona, mesmo que nem eu e nem ele aguentamos muito tempo. ahha
Já estou na Temporada 3, Episódio 15.

E nesse mês de Setembro tivemos a Bienal do Rio e bem, não sei se sabem mais acabou que minha foto de avental, que usei para vender os livros andando por lá, viralizou. E ganhei até sessão de autógrafo num estande. Pois é! Como a vida é engraçada e dá umas voltas.
Teve postagem sobre isso feita pelo Kyon e também no meu blog pessoal Garota Zodíaco.

E não fui a Bienal apenas como autora, mas como leitora também.
Comprei alguns livros que eu queria, comprei outros lá na hora. Porém, até se não sai tão cheia de livros assim. Fui bem comedida porque tem coisa da bienal de 2015 que eu ainda nem toquei. haha Lista de leitura bagunçada essa minha! Segue as fotos do que eu comprei...
(Em breve, resenha de alguns aqui.)


E bem, no último domingo teve evento no centro espírita. Foi aniversário do grupo jovem, ou melhor, da Mocidade: METJ (Mocidade Espírita Teresa de Jesus).
E bem, ganhei um livro no sorteio lá. haha E o mangá que tá foto acabei achando lá e ninguém no centro lê mangá né? Peguei para mim!

Bem, pessoal! Era isso que eu tinha para falar para vocês referentes ao mês de Setembro.
Espero que tenham gostado.
Até a próxima!

Kyon #29: Minha protegida e o seu bloqueio criativo

terça-feira, 3 de outubro de 2017
Olá, pessoal! Como vão? Kyon aqui de novo.
Em virtude de ser uma época de provas, Anelise tem tido um pouco de dificuldade para atualizar. Mas, a partir de quarta, quando ela fizer a última prova (de duas), tudo volta ao normal.
Para hoje, como era meu dia no cronograma, trago um repost do Blog do Kyon, falando um pouco sobre Bloqueio Criativo. Postado originalmente em Junho de 2013.

Minha protegida e o seu bloqueio criativo
Vocês sabem bem que, com esse quase meio ano sem ter o que fazer em casa, minha protegida teve um bloqueio criativo.
E por que todo esse bloqueio aconteceu?
Primeiro, por toda a pressão que ela estava sofrendo. (Eu falei sobre isso uns posts atrás.) De que ela estava vagabundeando em casa e tinha que tomar um rumo na vida.
Segundo, uma coisa que até culpa dela mesma, ficar no computador o dia inteiro. Quando Anelise está no computador, o rendimento de escrita cai bastante. Sem contar também o tédio mental.
Foi tudo isso que acarretou a diminuição e falta de escrita de minha protegida.
Tudo bem que dizem "Tédio mental é bom para o processo criativo". Acho que o grande problema era o sentimental e não o tédio em si.
Ela é assim, quando está triste ou com raiva, de alguma maneira se sentindo mal, não escreve! Não adianta! Fica sem ânimo para isso e  nem para mais nada!
Todo o processo de criação dela precisa ser feito em um momento sentimental estável. Porque quando algo a preocupa ou a perturba, é só aquilo que fica no pensamento dela.
Pois é, Anelise é uma pessoa meio angustiada e aflita em certas situações.
Fora isso, quando ela está feliz, eufórica, dando a louca... As ideias pipocam, surgem de todos os lugares imagináveis e inimagináveis, sobram.
Minha protegida é uma pessoa bem exagerada, nos dois extremos: Bom e ruim. Ique até fala que ela é dramática. Não discordo!
E sabem, eu sei também, que ela não é do tipo sentimental demais. Só chora quando a situação está braba mesmo. Quando pula de alegria, é alegria mesmo!
E esse bloqueio criativo afetou em tudo o que Anelise escreve, não só as histórias. Afetou aqui, o Garota Zodíaco e até o Ane-chan's Shizen?.
Ainda bem que ele já passou. Estava com saudades da minha escritora favorita!
Espero que ele fique longe e desapareça por um tempo. Boas férias, bloqueio!
Claro, essa situação não é o fim do mundo. Sendo uma pessoa normal, estamos falíveis a maus momentos e todas as consequências disso.
Contudo, o que são quatro meses para quem escrever há quase dez anos? Apenas umas férias prolongadas!
Uma dica para os escritores ou aspirantes a escritores, seja lá o que for.
Não fiquem nervosos e nem desesperados quando não conseguirem escrever ou ter uma ideia. Não é o fim do mundo! Dê um tempo a sua cabeça... Respire, relaxe, vá fazer outra coisa.
Quando menos esperar, tudo vai voltar a fluir que nem uma maravilha!
Digo isso porque eu vejo isso tem bastante tempo. Confiem em mim!
Bem, pessoal, esse foi o post de hoje. Perdoem-me ter me empolgado no final... Baixou a Anelise em mim! (Imaginem eu cantando!)

É isso, pessoal! Espero que tenham gostado.
Beijos do Kyon!