Miss Fisher's Murder Mysteries

sábado, 29 de junho de 2019

Olá, pessoal! Como vão? Eu espero que bem!
Cá estou hoje para falar de mais uma série dessas perdidas que eu acho na Netflix super sem querer e acaba vendo e amando e guardando num potinho para proteger.
A série sobre a qual falarei brevemente hoje é Miss Fisher's Murder Misteries.
Apareceu como sugestão mesmo e eu vi um episódio e parei. Depois de um tempo vi outro episódio, e deposi outro e quando percebi estava já maratonando.
Trata-se de um série de detetive, que é baseada num livro de mesmo nome.
A detetive, que é a Phryne Fisher. Ela é super feminista e todo liberal. Ela deve estar na casa dos 40 anos e não é casada e nem tem filho e faz tudo o que quer, porque ela é maravilhosa!
O melhor dessa série é a temática dela, que é investigação de assassinatos, e também a época, que no finalzinho dos anos 20.
Essa série é tão boa, tão divertida que é muito difícil de falar dela.
Apesar da temática meio tensa, a série consegue ser bem leve e divertida em alguns momentos. Ela tem um bom misto de assuntos sérios com a comédia.
E todos os personagens dessa série são carismáticos, não tem um que eu não goste. Você se apega a todos e fica feliz quando ele aparece em um episódio, porque tem uns que são apenas personagens recorrentes.
Mas, a melhor coisa dessa série é o casal principal, que é a Phryne e o Jack. Eles tem uma química tão grande, que a gente torce por um beijo deles na série toda. Consegui ser pior que em dorama!
São três temporadas deles dois nessa enrolação enquanto estão resolvendo os crimes de assassinatos.
E a série tem uns episódios que são super tensos. Tem o final da primeira temporada e tem também o episódio em que eles ficam trancados em uma casa e vai morrendo todo mundo.
São três temporadas repletas de mortes, investigação, suspense, romance e uns caras gostosos que a Phryne pega. E todos os personagens são desenvolvidos nas relações, o que deixa tudo mais interessante.
Eu até perdoo um pouco da Mary Sue que a Phryne é. Porque ela sempre acaba sabendo um pouco de casa coisa. Até pilotar avião ela pilota.
Se está procurando uma série legal para ver, Miss Fisher's Murder Misteries é um boa pedida!


Kyon #54: Manias da Anelise

terça-feira, 25 de junho de 2019
Oie, gente! Kyon aqui! 
Como vão? Eu espero que bem!
Cá estou trazendo mais um postagem. Dessa vez, como de costume também, mais um repost de um texto antigo lá do Blog do Kyon.
Dessa vez é um que escrevi lá em Julho de 2011, falando um pouco sobre as Manias da mais conhecida por vocês como a dona deste blog. É um texto divertido, confesso.
Confiram ai!

Manias da Anelise
Começando pela mais conhecida por todos: falar “sozinha”.
Por que “sozinha” está entre aspas, Kyon?
Ora simples, ela fala comigo meus queridos, são vocês não me veem, é claro. Na verdade, nem Anelise me vê, mas isso é só um detalhe.
Segundo ela isto é bom para o raciocínio e organização das coisas, já que eu sou apenas ouvinte.
Mas como sempre tem um infeliz que ao não gostar da minha protegida, tem que pertubá-la.
Engraçado são as situações que acontecem por essa mania.
Anelise sempre é acusada de estar fazendo isto quando não está.
As vezes, ela relê os próprios para revisar ou lembrar para poder continuar.
E uma das da sala dela, chamou-a de maluca. Falou a normal!
Não sei Anelise contou pra vocês, uma daquele grupo perguntou na cara de pau pro coordenador com ela ouvindo se quem fala sozinho passa no psicotécnico.
Ahhh... se estivesse encarnado...MAGUEKA NELA!
É outra que não vê, pobre noob!
Outro caso desse foi na escola. Anelise com seu fone feliz, a cantar Namida Namida Namida apenas mexendo a boca(outra mania dela) e Lucas disse que ela era maluca falando sozinha.
Falou outro normal! Ora, bolas!
Imagine se eu fosse encarnado...as cadeiras de todas as salas da Anelise já estariam extintas. XD
Já que cheguei no assunto música. Vamos as manias relacionadas a isso...
Com fone no ouvido, minha protegida “canta” a música apenas mexendo os lábios. Isto por pura eduação, para dar um som agradável aos outros, sem precisar ouvi-la cantar.
Não que ela cante mal!
Mas quando está no quarto ou sentada no PC sem ninguém a escutando, Anelise solta a voz e também dá a louca(no PC) e imita as cantoras sem querer(no quarto).
É simplesmente um hábito incontrolável e mais forte que ela.
Fica sacudindo a cabeça e danaçando, fazendo movimentos com os braços e com o pente de microfone.
Toda pessoa já fez isso: Usar pente/escova de microfone.
Minha protegida me ama muito e como não me vê, não sabe onde estou, por este motivo, ela, as vezes joga beijos para o vento, mas na verdade são pra mim.
Não fiquem com inveja de mim, por favor!
Além de beijos, faz caretas pra mim e aproveita para treinar os seu rosto para alguma ocasião que necessite.
Admito que tem horas que eu tenho que rir das caretas que ela faz.
Ela tem uma coisa inconsciente de fazer careta. São 4 em 10s, em média.
Minha protegida é uma pessoa muito calma e com um pavio que parece não chega na vela nunca.(Mentira)
Ela sempre entra em rage ou dá suas famosas ADP. E isto é motivo de muitas risadas para algumas na e que já passaram na vida da minha protegida.
O que se pode fazer?
Não é Anelise que é estressada, as pessoas a estressam. /prontofalei
Sempre penso uma coisa: E se fosse ao contrário? Anelise estressando a todos?
Iam meter um processo ou a porrada nela.
E eu ia jogar um Magueka em todos.
Devem ficar se perguntando(quem odeia a Anelise): Por que fica sempre do lado dela? Defendendo?
Ela é minha protegida, é meu dever espiritual ficar do lado e ajudá-la. Por que se a felicidade e a vida dela e a do planeta dependesse de vocês, me desculpem o termo...
Eles estariam FUDIDOS! /prontofalei²
Desculpa o fora, MESMO. Mas cada um colhe o que planta e merece o que faz!
Como vocês não sou perfeito e também taco o fora!
Continuando com o post...
As ADP também rendem bastantes caretas e gestos que o Ique(ou Amado) fica imitando. A que mais cismou foi a garrinha. Que Anelise, flexiona os dedos e faz cara de aflção ou de raiva.
Dá pra uma boas risadas, sério!
Como você conhecem a Anelise, ela adora coisas do Oriente!
Aprendeu umas expressões de tanto ver e as usa no seus dias para dar uma alegrada e descontrair e também treinar a pronúncia.
Teve um dia que jogando League of Legends, falou o “nande monai desuka!” (Não é nada!) mais perfeita dela. Falou pra mim que nunca mais mandaria outro, verdade.
Ela até ensina essas coisas para outras pessoas dispostas a ouvir e aprender.
Nisto dá pra dar “aulenha”!
Falta a última e mais importante, que rendeu 7estórias já!
Mania de escrever da Anelise. Ela vai vender os livros e ser famosa =)
Essa elas até me pergunta se está certo e me explica algumas coisas. Mas eu leio os penasamentos dela e já sei, mas escuto-a por costume.

Espero que tenham gostado. Adoro resgatar esses arquivos antigos. haha
Até a próxima!
Beijos do Kyon!

Resenha #48: Entre Vidas IV - Justine

sábado, 22 de junho de 2019

Olá, pessoal! Tudo bem?
Cá estou eu trazendo mais uma resenha e uma que estou devendo desde sei lá quando. Primeiro porque o livro demorou para chegar e também com a nova rotina do trabalho acabei me complicando para gravar o vídeo, até porque deu erro e tudo mais. Sem contar as outras responsabilidades que me surgiram. Eu contarei melhor sobre isso Garota Zodíaco.
Trago, ao mesmo tempo com alegria e com muita tristeza, a resenha do quarto e último livro da Saga Entre Vidas: Justine - da autora Juliana Leite.
Já fiz as primeiras impressões sobre o livro quando a autora me mandou, cês até podem ler aqui.
Primeiro a sinopse e depois vou para a resenha.

Sinopse: Na Londres vitoriana, a maior preocupação da princesa Justine era conseguir um casamento que deixasse a corte satisfeita e a si mesma feliz. Porém, quando uma série de assassinatos na corte britânica ocorre, tudo muda. Ao vasculhar o passado de sua mãe, descobriu ser o principal alvo de uma perigosa seita que deseja usar os poderes da Grande Deusa para cumprir sinistros objetivos. Justine terá que enfrentar o preconceito de uma hipócrita sociedade, usar o conhecimento que possui de outras vidas e refazer antigas alianças para conseguir proteger todos que ama. Livro no Skoob

Neste quarto e último livro da saga acompanhamos a reencarnação da protagonista como Justine, que é uma das netas da Rainha Vitória - que foi a primeira pessoa a casar de branco e criou toda a tradição que perdura até hoje. Porém, a possibilidade dela ascender ao trono é baixo, pois ela está bem abaixo na linha de sucessão. Seu pai é Arthur e seu irmão é William. A mãe de Justine morreu quando ela nasceu ou, ao menos, é o que lhe contaram.
Ambos o homens da família viajam muito, então ela passa muito tempo sozinha. E também, vai passando pelas temporadas de casamento sem conseguir arrumar um pretendente pois ela é bem exigente, diferente de outros parentes.
O livro começa já com a treta acontecendo. Ela vai ao aniversário da Avó - se não estou enganada, mas é um evento social - e lá reencontra o irmão que estava na Rússia e este lhe apresenta o amigo Dimitri - melhor encarnação desse personagem - e eles acabam se apaixonando a primeira vista.
Nessa mesma festa, Justine, ao caminhar pelo corredores, acaba encontrando uma das primas morta. Com o grito de susto, ela consegue chamar atenção e param a festa para investigar. Depois de algumas horas, depois de interrogatório, eles são liberados.
Justine volta para casa com o William e Dimitri, que já pede permissão para cortejá-la, tendo em visto o interesse mútuo entre eles.
Então, no primeiro encontro deles ao sair para cavalgar, cai uma chuva torrencial e Justine desmaia. Dimitri consegue ajuda de um cigana e salva a vida da jovem, porém com um custo de um escândalo por conta deles serem obrigados a tirar as roupas encharcadas dela, ou ela morreria de frio.
O cigano em questão é o personagem que fecha o triângulo amoroso da saga: Victor.
E a partir dai, o livro desenrola. Ainda tem muito romance, treta e assassinatos. Mais primas da Justine são mortas e depois, ela descobre ter um certa relação com isso. Porém, ela precisa se proteger, pois quem está atrás dela não está para brincadeira.
Ela chega a ser tratada como louca, dada como morta e tudo mais. E assim como em Kiara, os personagens acabam viajando bastante para os lugares.
Esse é o livro com trama mais complexa de todos os da saga. Você fica vidrado querendo saber qual é a relação da Justine, da mãe dela, e claro, as outras encarnações.
Nesse livro, ela tem contato com um objeto - além do medalhão - que pertenceu a ela em outra vida: O livro que escreveu enquanto Ruby. Livro esse que a ajuda muito a conhecer a Deusa e os rituais.
E o que falar dos personagens? Eles continuam cativantes e a gente sempre fica tentando descobrir quem foi quem em outra vida. E em Justine temos o retorno de um personagem que só apareceu em Kiara.
E o dever de Justine é cumprir a missão que a deusa lhe deu, como sempre foi.
O decorrer da história foi chocante e agoniante, o final não foi para menos. E claro, encerrou a saga muito bem. A cena final é a melhor coisa deste livro!
Juliana arrasou mantendo o padrão dentro de todos os livros da saga. Temos uma história maior acontecendo e cada livro funcionando independentemente. Adoro esse detalhe na saga!
Eu fique triste quando acabou, mas com vontade de ler novamente tudo, agora com a saga completa.
Sério, Entre Vidas é uma das melhores coisas que já li na vida. Se ainda não conhece, não perca a chance de ler um excelente saga de fantasia escrita por uma autora brasileira.
E claro, cheguei a constatação de que a minha protagonista favorita sempre será a Lise.


E temos também a resenha em vídeo, onde sempre acabo falando algo diferente da resenha escrita. Confiram ai!


Vou ficando por aqui hoje. Espero que tenham gostado da resenha.
Até a próxima!

Precisamos falar sobre... #19: Literatura Sensível

sábado, 15 de junho de 2019

Olá, pessoal! Mais uma postagem dessa se faz necessária. Não tendo em vista nenhuma polêmica recente ou algum acontecimento que desperta. Na verdade, dessa vez, foi um acontecimento comigo especificamente e não é a primeira vez que acontece.
Enfim, ainda lembro sobre a postagem desse tipo que fiz sobre o livro A Escrava e a Fera. Que na boa, realmente era um livro mega problemático por muitas razões. E também lembro que citei meu próprio livro naquela postagem. O livro que está em publicação no Wattpad  (e em outras plataformas digitais) e com a campanha no catarse.
Nesse última semana, inocentemente, fui num grupo de autores e comentei da labuta de divulgar a campanha e coisa e tal. E sempre rola de vir alguém perguntar a sinopse, sobre o livro. Uma menina fez isso na postagem e eu - na minha santa inocência - mandei. E bem, depois recebi uma resposta. E bem, era mais uma daqueles críticas nada delicadas. A postagem até foi apagada posteriormente, não por mim, mas foi melhor assim. Até tenho as prints, porque enviei para um grupo, mas prefiro não postar aqui. Só para evitar a fadiga e não quero expor.
Enfim, aconteceu uma história já conhecida minha. As pessoas que leem dois capítulos ou três e vão xingar horrores o meu livro. Já aconteceu umas três vezes, pelo menos. E mais uma vez a minha vontade de gravar um certo vídeo me veio, justamente sobre esse tema.
Primeiro, apenas ao ler a sinopse, ela perguntou como que eu podia tratar de forma banal e romantizada um tema tão delicado quanto escravidão. Respondi dizendo que não. Não havia romantização!
Ai pronto! Era tudo o que precisava. Depois veio um outro comentário dela, falando mal até dizer chega. Falando que meu livro era problemático e que tinha apologia a estupro, a pedofilia e a escravidão. E que ela ficou super desconfortável com a cena da primeira vez da personagem e que aquilo era um estupro romantizado.
E eu, Anelise neurótica, fiquei nervosa, chorosa e mega sentida. (Ainda bem que minha aula tinha acabado!)
E fui desabafar num grupo de autores e o povo lá é maravilhoso e falaram coisas que fazem muito sentido.
Primeiro que a pessoa em questão não devia ter lido minha história só para "ver como era", ainda mais que pela sinopse, ela sabia o tema. (Isso é um misto do que eles falaram com o que eu concluí.)
E bem, a pessoa leu de pirraça e para passar raiva, porque não é possível. E para evitar esse tipo de coisa deveria colocar o aviso de gatilho.
Segundo que eu deveria simplesmente ignorar e não responder. Até porque eu nem sabia como ia responder aquilo. Porque sim, ela entrou com um monte de coisa que eu falo aqui no blog. E não quer dizer que ela estava errada, mas analisando a obra como um todo, aquilo faz sentido.
E o que eu quero falar com esse postagem?
É que atualmente tem alguns leitores/autores que pensam que não se pode falar de temas delicados em livros. Não se pode falar por tal tema porque ele é sensível!
Claro que se pode, claro que se deve. Porque a literatura está ai não só para ser fofinha e bonitinha, ela também entra como uma crítica social. Uma crítica e uma reflexão a qualquer coisa!
Você pode falar de temas no seu livro e que não necessariamente se concorda ou se ache "legal". Eu não acho nem estupro, nem pedofilia e nem escravidão algo legal. Acho que não deveria nem existir. Mas, eu tenho essa tema no meu livro e ok. Foi o que eu quis colocar!
O que acontece é que tem pessoas que tem certos gatilhos com alguns temas, o que é normal para elas. A que estão é quando elas são sensíveis a esses temas. Ai, cabe a elas, ao ter essa sensibilidade evitar de ler histórias com este tema. O que não foi o que aconteceu com a pessoas que criticou a história. Se é um tema que ela tem gatilho, óbvio que vai incomodar e ela não vai gostar.
Existem temas que eu não gosto e eu não consumo nada com isso.
Mas, outro ponto que sempre falam é - saindo um pouco do tema da "literatura sensível" - que meu universo é inverossímil, irreal e que não faz sentido. (São três sinônimos para a mesma coisa.)
E bem, existe uma coisinha chamada "Verossimilhança interna". É esse detalhe que me faz sim meu universo tem lógica, dentro dele, apenas para os personagens. Todas as mídias possuem esse tipo de verossimilhança. Tem país que faculdade é paga e quando a falamos que no Brasil é de graça, eles praticamente não acreditam. Existem realidades diferentes seja no mundo ou em livros. Não quer dizer que elas estão corretas.
Enfim, só quis escrever isso aqui e ficou enorme, mas acho válido.
É para se pensar sobre como avaliamos as obras e mídias que consumimos. A tudo cabe uma interpretação, seja nossa ou seja a obra dentro dela própria.
É isso! Até a próxima!

Top 5 #46 (Kyon #53): Contos Café com Letra

terça-feira, 11 de junho de 2019

Oie, gente! Kyon aqui! Como vão?
Cá estou eu aqui novamente, trazendo mais um Top 5. E como sempre minhas postagens aqui são voltadas especialmente a dona desse blog e em algumas são sobre os escritos dela. E é sobre eles que falaremos hoje novamente. Desse vez sobre uma área que ela nunca se achou muito boa, que são os contos/oneshot, mas que descobriu o potencial para as histórias curtas no grupo Café com Letra, que infelizmente já teve seus tempos mais áureos.
Ela escreveu mais de 20 oneshots para os desafios do grupo, que consistia em escrever uma história mensalmente ou bimestralmente.
E tem muito coisa boa nesse meio e que dá para compilar num livro ou em até dois. haha
O Top de hoje é listando as melhores histórias que ela escreveu para o Café com Letra, na minha humilde opinião.
Alias, o Café foi responsável por muito coisa complementar dos livros mais antigos.
Bora lá!

Menção Honrosa: A Busca da Criatividade.
Começando com esta menção, que na verdade se trata de uma história que minha protegida pensou lá em 2006, mas foi escrever em 2016, para o concurso de primeiro aniversário do CCL.
Ela não ganhou, mas valeu por finalmente ter dado vida a essa ideia.
A história é sobre ela - autora - entrando em coma e os personagens tendo que salvá-la.
A temática era "Um Novo mundo".
Leia A Busca da Criatividade.

5- Ceci Iara
Essa daqui é uma das primeiras. O tema era sobre Mitologia e Folclore. E uma coisa que ela fazia lá era ser "fora da curva". Muitos fizeram mitologia japonesa, grega, romana. Por que não a brasileira?
Eis o que temos aqui. A Sereia Iara e os meninos Curupira e Saci, com outros nomes, fugindo da crise no país. Um pequeno universo distópico e mitológico no Brasil.
Leia Ceci Iara.

4- Trick or Treat?
Essa daqui foi a primeira de Halloween. Todo mundo escreveu um história de terror.
Ela escreveu uma história interativa de Halloween, homenageando os livros jogos.
Leia Trick or Treat?

3- A Dama e Forasteiro
Essa aqui é até uma das mais recentes. O tema era ficção histórica. E por que não escrever algo que se passa na China antiga? Homenageando os doramas épicos chineses, especialmente Prince of Lan Ling? Pois é! Tem inspiração clara no começo do dorama.
Essa história é uma delícia de ler. Tanto que minha protegida sempre rele novamente de tanto que gosta.
Leia A Dama e o Forasteiro.


2- A Lenda da Moderna Mulan
Esta é mais uma da série "Fora da Curva". O tema do mês era Releitura de contos de fadas.
Quem a conhece sabe que ou ela faria da Pocahontas ou da Mulan. E bem, foi da Mulan. Na cabeça dela, a Mulan é uma pessoa de gênero fluido.
Então, com essa ideia, ela escreveu o conto ambientado na atualidade, com uma Mulan super empoderada e com um narrador masculino digno de Anelândia: Tiago.
Essa história é repleta de representatividade LGBTI+. Dá um orgulho!
Leia A Lenda da Moderna Mulan.

1- Meu Pequeno Monstrinho
E essa aqui é a história fora da curva. Foi com a temática de monstros. Maioria escreveu com terror e lá foi ela fazer essa conto super fofinho inspirado num desenho de um artista que só faz esses bonecos fofinhos. Inspirado no FrogMonkey (Sapo com Macaco) nasceu Magus em Meu Pequeno Monstrinho, que teve direito a continuação.
Esse conto é recheado com uma delicadeza. Todo mundo que leu amou. Porque né... Magus é só amor! <3
Leia Meu Pequeno Monstrinho.

Enfim, estão são que mais gostam, na minha opinião.
Eu poderia facilmente listar mais umas cinco, mas ai ia ser covardia e a postagem ia ficar gigante.
Coloquei todos com o link no Nyah e vocês podem conhecer essas ones por lá. Algumas estão presentes no Contos Anê Blog. Só caçar!
Anelise escreveu muita coisa boa e bem, esse material nunca vai se perder, mesmo com grupo em hiatus ou esquecido agora. Enfim, não vem ao caso.
Espero que tenham gostado das sugestões de histórias para ler, considerando que algumas são até relativamente antigas.
Até a próxima!
Beijos do Kyon!

Meu Eterno Talvez (Filme Netflix)

sábado, 8 de junho de 2019

Olá, pessoal! Cá estou eu para fazer uma coisa que estava com saudade no blog, que é resenha de filmes / séries. Prometo que farei mais delas. Eu me diverto assistindo série e me divirto escrevendo também. É que eu realmente tenho visto menos coisas ultimamente, por conta do trabalho.
Hoje o escolhido foi um dos novos filmes da Netflix: Meu Eterno Talvez.
Eu gosto mesmo de comédia romântica, podem me julgar. Eu gosto de usar um dia frio e um filme clichê para satisfazer meus desejos de filmes fofos e divertidos.
Assisti a este filme no final de semana passado, por conta da falta de sono. E bem, o filme foi lançado no finalzinho de Maio, no dia 29 para ser mais especifica.
Esse filme conta a história de Sasha, que é uma chef super famosa e conceituada.
Só que a Sasha tem uma treta com o melhor amigo de infância. Na verdade, os dois perderam a virgindades juntos e o clima entre eles ficou meio estranho. Então, ambos seguiram com a vida e mal se falaram depois disso - só para não dizer que nunca mais se falaram.
Ela mora em Nova Iorque com o noivo e retorna para sua cidade natal - São Francisco - para abrir mais um restaurante e se  reencontra com todo o seu passado, incluindo o ex-melhor-amigo.
Confesso que o filme é até um pouco clichê em alguns pontos, porque faz parte desse estilo de filme. Mas, tem algumas coisas diferentes.
A começar que os protagonistas são asiáticos, o que é bem raro. E isso foi um fator para me fazer querer assistir ao filme, além do trailer divertido.
O filme tem os seus toques de comédia e de drama. Especialmente quando eles se recordam da mãe do melhor amigo, que morreu pouco antes deles terminarem o ensino médio. E a comédia é mais presente, ainda mais quando o Keanu Reeves aparece como o novo namorado da Sasha.
O filme tem ótimas piadas e a gente ri muito delas.
E bem, como se é esperado, obviamente, ela e o melhor amigo descobrem o amor entre si. E como todo filme de comédia romântica, o casal vai ter problemas para ficar junto no fim. Mas neste filme é mais por culpa deles próprios do que das pessoas em volta.
Enfim, se está procurando um filme divertido e descompromissado, só para relaxar, Meu Eterno Talvez é uma boa pedida!
Vale a pena assistir ao filme! E peço perdão os spoilers, se soltei algum. haha

Poesia da não-poetisa

terça-feira, 4 de junho de 2019
Olá, pessoal! Tudo bem?
Cá estou trazendo uma postagem diferente. É uma pequena poesia que escrevi durante uma dinâmica com as alunas de costura, onde fizemos a dinâmica da poesia. É basicamente escrever algo com palavras que umas sugeriram as outras.
Bem, eu fiz duas: Uma no turno da manhã e ou na tarde, mas a tarde ficou um horror. Mas, achei a da manhã tão legal que resolvi compartilhar com vocês.
Quero lembrar que eu tenho dificuldades com poesia, porque realmente não é área que tenho mais afinidade para escrever. E mesmo assim gostei do resultado!

Olha essa criatura
que não fez formatura.
Podia ser cantora, doutora, construtora,
mas não, ela é professora e escritora.
Veio de um bairro repleto de calor
que mal resolve com ventilador
e que vem no trem com um odor.
Mas com muito amor,
ela rega uma flor.
E é autora, com formosura e ternura
de um mundo repleto de esplendor.

E ai? O que acharam? Comentem ai!
Perdão a postagem minúscula. Mas, prometo que em breve voltaremos com a programação normal aqui no blog. Esse final de Maio, início de Junho tá complicado.
Beijos!

Assistindo, Lendo, Etc... #22: Maio 2019

sábado, 1 de junho de 2019
Olá, pessoal! Como vão?
Mais um mês começando e com ele vem mais um dos posts de atualização das séries, filmes, livros, música e outras coisas. É uma das sessões do blog que mais gosto de fazer.
E uma raridade: essa postagem está saindo exatamente no dia 1º.
E tenho uma confissão a fazer: estou assistindo a pouca coisa. Até porque agora sou da classe trabalhadora - tô adorando falar isso - e estou sem muito livre para ficar vendo série. O que me chateia é que estou sem ler nada. Saudades de ler!
Enfim, bora lá!
Começando pelas séries!
As que terminei foram RuPaul's Drag Race, que vi o último episódio ontem e amei quem ganhou; Samantha!, que é uma série nacional muito divertida; She-ra e as Princesas do Poder, que estou louca para a terceira temporada, saiu resenha minha lá na Jovem Geek; e Miss Fisher's Murder Misteries, que já estou órfã e sofrendo pelo shipp Phryne x Jack. Vou fazer resenha aqui no blog em breve!
E a única que estou assistindo é uma série sobre Tiny House - casas pequenas - chamada Movimento Tiny House, que é onde uma dupla ajuda pessoas a completarem as suas casas e sai cada coisa linda. Estou no Episódio 3 ainda.

 

 


Quanto aos filmes, apenas reassisti.
Um foi As Apimentadas: Entrar para ganhar. É filme teen bobo, mas eu gosto de ver só para relaxar e por que não filme sobre líderes de torcida.
O segundo foi A Nova Onda do Imperador, que é um clássico da Disney até um pouco injustiçado e pouco lembrado. Poxa, ele é tão diferente e divertido!

E ontem, finalmente fui assistir ao live action de Aladdin. Amei muito!
Ele mantém bastante coisa do original, mas tem umas coisinhas que estão diferentes.  Sério, quem puder, vai assistir!
E vai sair minha crítica na Jovem Geek. Quando sair até compartilho na página do facebook.

E a única coisa literária é que comprei um novo livro ontem.
Escolhi por causa da temática e também porque parece muito com a parte gráfica do meu livro só que na cor vermelha. O nome do livro é Danilo e o Evento de Anime.
Ironicamente descobri que o autor é da Zona Oeste do Rio. Achei bem legal por causa disso também.
Pode ter certeza que vai ter resenha dele aqui no blog, até porque o livro é curtinho. Meno até que o do JV1.


E para quem não sabe, em dia 16 de Maio, lancei a campanha de arrecadação para a publicação do meu livro: O Diário da Escrava Amada.
Foram cinco anos dedicados para este livro e ele vai ganhar a versão física que ele merece.
Até fiz uma postagem de divulgação aqui no blog com tudo explicadinho.
E tem o link direto pro projeto: Apoie O Diário da Escrava Amada no Catarse!

Bem, pessoal, é isso para o mês de Maio.
E vocês? O que viram ou leram no mês que se passou? Comentem ai!
Até a próxima!