Mente e caderno bagunçados

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Não sou a pessoa mais organizada do mundo. Ou melhor, como costumo dizer: sou organizada na minha bagunça. Na minha bagunça, eu me entendo.
E isso se reflete e muito na maneira que eu escrevo. Seja nas folhas, ou no computador.
Quando a gente é uma pessoa "bagunçada" até nossas ideias vêm meio assim.
Quantos tipos de cenas eu não criei antes de dormir e esqueci no dia seguinte?
Quantas anotações já não fiz em algum caderno, apenas por ser o mais próximo no momento?
E o pior que eu funciono bem dentro de toda esta "bagunça".
A cabeça é assim e os papéis/cadernos são assim.
É algo engraçado me assistir escrevendo... Mesmo que eu odeie que o façam!
É realmente uma bagunça, eu fico cheia de papel na mão, segurando o lápis/caneta. Revisando, escrevendo, rindo, tudo o que posso imaginar.
E toda essa maluquice acaba indo para o papel. Uma confusão de pensamentos transformadas num emaranhado de palavras que preenchem as linhas das folhas, com a minha letra garranchada e apressada.
O papel se conecta com a mente, eles se espalham e transbordam... Transformando bagunça em história. Seja aventura, romance, drama, ação. Qualquer gênero que me atravessa a explorar!
A cabeça não para. A mão não para. E o papel? Bom, ele não fica vazio! Ele se lota. Talvez de ideias confusas, que façam algum sentido em algum momento e de alguma maneira.

Top 5 #31: Melhores MMORPG (que eu joguei)

sábado, 16 de setembro de 2017

Olá, pessoal! Hoje temos mais um top 5 aqui no blog.
E dessa vez vamos falar um pouco de jogos? Sim, eu sou gamer nesta vida também.
Hoje falarei um pouco sobre meus MMORPG (Massive Multiplayer Online Role Playing Game) favoritos. Em suma, é jogo online, gente.
Já joguei alguns nessa minha vida e falarei um pouco sobre eles hoje.
Bora lá!

5- Maple Story
Maple Story é aquele jogo fofinho, cheio de personagens fofinhos. Tudo em Maple Story é fofo! É um jogo bem para se divertir e passar o tempo mesmo. Como não tem PVP, o único objetivo é evoluir o personagem e ir explorando outros cenários.
O jogo tem várias classes, desde as clássicas - guerreiro, mago, arqueiro, ladino - até algumas bem diferentes como os Cygnus Night.
No Maple eu gostava de usar arqueiro, mas já tive uma maga também.

4- Trickster
Trickster também é um jogo fofo e divertido, com uma pegada um pouco furry de ser.
Os personagens tinha algumas características de animais, como orelha e rabo. Tinha Buffalo, Coelha, Raposa, Gata, Dragão. Essas coisas!
Eu jogava com a Model, que era a mistura com Gato. (Autora de Super Gata né?)
Alias, esse jogo tinha um detalhe que você podia alterar a cor do cabelo do personagem. A da minha era roxo. Que saudades!
Uma tristeza desse jogo é que eu nunca peguei a segunda classe da Model. E tenho prints de lembrança dela.

3- Elsword
Este aqui tem um pouco de relação com o primeiro lugar desde tópico.
É uma continuação (espiritual?) de Grand Chase, onde jogamos com os parentes deles.
O objetivo do jogo é ir jogando as missões, completando as quests e claro, jogar uns PVPs tensos.
Adoro o conceito 3D que o jogo tem, tanto no cenário quanto nos personagens.
Eu gostava de jogar com a Rena, a arqueira. E também gostava da Aisha, a maga.
E gente, as outras classes desse jogo são só amor. Saudades da minha Combat Ranger e seu spining kick.


2- Ragnarok
Este eu só jogava mesmo para passar o tempo. Foi um primo que me apresentou o jogo e me viciei.
Apesar de ser simples, Ragnarok é muito divertido.
Realmente só jogava por diversão. Adorava ficar upando personagem e fazendo classes diferentes, mesmo que meu amor eterno fosse o Sage/Professor, mas usava mais Wizard/HighWizard.
Até casei no Ragnarok com meu namorado. Sim, dá para fazer isso, mas dá um trabalho. haha
Eu devo ter umas prints guardadas!

1- Grand Chase
E aqui está, o primeiro "jojinho" online que eu joguei, no longínquo ano de 2006 e que acompanhou por uns bons anos. E claro, continua sendo o favorito. Só de tocar o tema, eu já choro.
Infelizmente, o jogo foi fechado um tempo atrás e só restou a nostalgia mesmo.
Adorava ficar jogando as missões e fazendo altas bolas de fogo com a Arme, a maga. Eu lembro de todos os personagens com muito carinho.
Até tinha parado de jogar, mas quando soube do fechamento, resolvi voltar e jogar de novo para matar a saudade. E ainda dá muita saudade!
E eu vi esse jogo desde o comecinho dele aqui no Brasil, quando tinha só 4 personagens. Depois foi para uns 12. haha

Bem, pessoal! Este foi o Top5 de hoje.
Todos da lista joguei mais ou menos na mesma época, entre 2006 e 2011. Uma época que eu não tinha responsabilidade e tinha tempo para upar personagens.
Então é isso! Até a próxima!

Bullet Journal: Agosto & Setembro

terça-feira, 12 de setembro de 2017
Olá, pessoal!
Todo mundo bem? Espero que sim!
Cá estou eu, trazendo novamente para vocês, meu Bullet Journal. Desta vez referente aos meses de Agosto e Setembro.
Agora o hábito de preencher o Bullet está mais forte, eu não chego mais a esquecer como nos últimos meses. Está se tornando já parte da minha rotina. Acostumei-me com o que coloquei nele e aos poucos estou incluindo algumas coisas.
Também estou explorando outras maneiras de decorá-los, além de usar apenas adesivos.
Aqui vocês podem ver os anteriores para notarem a evolução: Referente a Maio; Referente a Junho e Julho.

Agosto e Setembro foram meses de capas mais clean e simples.
Em Agosto só apostei em adesivos, que vieram da cartela do meu fichário da faculdade e letras desenhadas a mão, que eu sei fazer desde sempre. O tema não ficou tão claro para mim, mas pode-se dizer que são Estrelas e Corações. E também abusei de pintar com lápis de cor!
Em Setembro, quis brincar com algo que tinha muito tempo que não fazia: Aplicações de tatuagem no papel, aproveitando que maioria delas são de borboletas e rosa, fiz com o tema da Primavera.

Seguimos para a já conhecida (e até clichê): Tabela da Escrita. O estágio está dificultando um pouco para eu escrever, estou focando mais no blog e no TCC mesmo. Para os livros não tenho tido tanto tempo assim, ou melhor, disposição. Tem dias que chego muito tarde da aula e a única coisa que penso é em ir dormir e começa tudo de novo no dia seguinte.
Em Agosto, brinquei com o VEDA colocando WEDA (Write Every Dat August), que dou bem fail admito. Coloquei só uns adesivos de estrela para decorar.
Em Setembro, coloquei Spring Writing, botando uma borboleta no canto. Essa página não tem tanto espaço de sobra assim para decorar.

Depois seguimos para a Tabela de Hábitos. Aquela dos quadradinhos coloridos.
Realmente usar apenas três cores é o mais funcional para mim.
Em Agosto, fiz o topo da página com as mesmas letras da capa e só coloquei um adesivo de coração mesmo.
Em Setembro, fiz com letra normal (tentativa de bonitinha) e coloquei essa tatuagem de uma rosa vermelha muito bonita e que deu um detalhe todo especial para a página.
Também inclui o detalhe de pintar metade do quadrado de uma cor e a outra de outra cor. Por exemplo, escrevi e postei no mesmo dia; gravei e editei no mesmo dia. É para quando faço as duas ações no mesmo dia. Por conta do estágio estava acontecendo esses conflitos.
E eu to melhorando muito em fazer esta tabela, agora ela fica direitinho! Que orgulho!

A seguinte é a página do Youtube, onde só listo os vídeos que saíram nos canais mesmo. Sem muito mistério, só data e que vídeo é.
Estou usando os dias que volto cedo do estágio para gravar, são os únicos dias que ainda tenho um pouco da luz do final da tarde para aproveitar, mas acaba que tenho que usar uma luminária para me dar um apoio, senão o vídeo fica escuro demais.
Elas só tem uma play toda torta desenhada e um adesivo/tatuagem no canto para decorar.

Aqui temos as Páginas do TCC, que é nova, e a Página de Assistidos e Lidos do mês.
Decidi incluir a do TCC pois estou nessa fase e é bom ter em alguma lugar anotado o que estou escrevendo, lendo, fichando e o que tem pronto já. Essa página ficou um pouco apertado, mas está funcionando. Essa falta de espaço também não permite que eu "emperequete" muito a página. Tanto que a de Setembro, a segunda foto, não tem nada.
O Assistidos de Agosto é meu favorito até agora. Adorei como essa claquete ficou linda, ainda mais com o prateado. Os livros são das cores de As Super Agentes, sempre tenho que botar algo delas no que faço. haha
Já o de Setembro é um rolo de filme, que não ficou perfeito, mas ainda assim legal. Ainda não preenchi com algumas coisas que vi este mês. Os lidos são alguns vasos retangulares com uma flor em cima. Não tem como ser mais primaveril que isso.

Aqui temos uma página nova e exclusiva desse mês de Setembro. Referente a Bienal do Rio 2017. (Contarei melhor no meu outro blog.)
Usei as canetas coloridas e fiz uma divisão na página e coloquei os livros que comprei e também os que eu vendi. Porque estou com umas antologias antigas por aqui e resolvi vendê-las na Bienal, mas acabei voltando com quase todas elas.
Ficou uma página simples, mas não menos especial.

Bem, pessoal. Estes foram os meses de Agosto e Setembro do meu Bullet Journal.
Fiz um vídeo também, onde falo algumas coisas mais do que aqui e vocês podem até ver as páginas melhor.
Até a próxima!

Kyon #28: O que é ser escritor?

sábado, 9 de setembro de 2017

Olá, pessoal! Kyon aqui.
Como vão? Espero que bem!
Aproveitando o acontecido com Anelise na Bienal do Livro 2017... Caso queiram saber com mais detalhes, vocês podem ler aqui. (Depois posto o link, a postagem ainda não foi feita.)
Pincelarei de qualquer forma. Ela foi a Bienal no domingo, dia 3 de Setembro, tanto para comprar alguns livros, quanto vender as antologias que estavam sobrando. É complicado a gente abordar pessoas na bienal, com todos aqueles estandes enormes e o local cheio. Apesar da timidez e nervosismo, conseguiu vender três livros. Bem abaixo da expectativa meio iludida que ela colocou, mas mesmo assim não deixa de estar feliz!
Compartilhou a foto normalmente no facebook, por inocência e a foto viralizou de uma forma que nem eu e nem ela entendemos direito até agora.
No dia seguinte, tinham sei lá quantas pessoas falando dela, querendo o livro dela, falando o quanto a atitude dela é admirável, inspiradora, o quanto ela é guerreira.
Mas ai, me peguei pensando: As pessoas só viram a ponta desse iceberg, só viram um momento dessas enorme linha do tempo que é a trajetória da Anelise como escritora.
Se eles soubessem o tudo que ela fez pelo livros dela, desde sempre. Além de escrever, ela já fez vídeo, cosplay (aka Moda Personagem), fez música. De tudo um pouco.
É muito carinho e dedicação envolvidos para todos esses filhos que ela tem e são muito importantes para ela.
E é isso que acredito que seja ser escritor. Não é só escrever! É dar vida, significado a tudo o que você escreve. Ser o que você escreve! Fazer ser uma parte muito importante de quem você. Se provando sempre que você é mesmo o autor do que escreve.
Por hoje é isso, termino o post com um vídeo que Anelise fez para o Contos Anê justamente sobre algo muito parecido com o que falei aqui.
Até a próxima!
Beijos do Kyon!

Assistindo, Lendo, Etc... #1: Apresentação + Mês de Agosto 2017

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Olá, Minna-san! Como vão?
Cá estou eu, mais uma vez criando coisa nova para o blog. Dessa vez é o "Assistindo, Lendo, Etc...". Trata-se de mais postagem fixa por aqui, onde vou contar um pouco sobre o que eu ando lendo, assistindo, ouvindo, até fazendo até talvez. (Só não coloco escrevendo porque isso fica lá no Garota Zodíaco, mas se houver algum lançamento, lhes aviso.)
Basicamente é para lhes atualizar sobre estas coisas. Não é algo novo ou genial, muitos blogs fazem algo parecido, só quis fazer aqui também.
As postagens dessa categoria serão na primeira semana do mês e referentes ao mês anterior.
Então, bora lá...

Nos últimos meses tenho assistido loucamente a Grey's Anatomy. Alias, esta série virou programa de família aqui em casa, porque todo mundo senta para assistir durante o jantar.
É uma série divertida em alguns momentos e muito tensa em outros. Tem uns episódios que você só pergunta se a roterista tem algum problema. Tipo o episódio que foi uma espécie de musical. Eu só me perguntava: Por quê?
Estou na Temporada 10, Episódio 23. EITA VÍCIO! Mas o importante é que the favorites still alive.

Um filme super divertido e que descompromissadamente foi As Excluídas.
Gente, eu tenho quase 25 anos nessa cara e ainda adoro filme neste estilo. Visto que eu assisti Degrassi pouco tempo atrás. haha
O filme fala sobre duas amigas que fazem parte do grupo excluído da escola, ou melhor, o resto da escola fora os populares. E achei muito divertida a reversão de papéis que elas fazem na escola. Não vou contar mais senão é spoiler.

Outra série que estou assistindo, a passo de tartaruga, é Reign.
Adoro temática medieval + tretas políticas + romance. haha Bem a minha cara!
Reign conta a história de Mary, futura rainha da Escócia, que é prometida em casamento para Francis, futuro rei da França. Sem contar que a coroa inglesa quer ver Mary morta, porque ela é uma das primeiras na linha de sucessão deles.
Não vi muitos episódios ainda, estou na Temporada 1, Episódio 11.

Indo agora para as leituras... E sinceramente, minhas leituras são lentas porque eu gosto assim, mas acho que tô meio lenta nestes últimos tempos, talvez por causa do estágio, talvez por causa do TCC. Não sei, mas tô lendo menos e escrevendo menos também.
O último livro que li foi Destinos de Papel, da Luciane Rangel, que vi na bienal inclusive neste último domingo. Saiu a resenha no blog e vocês podem ir lá ver que está maravilhoso!

E o livro que estou lendo atualmente é Cidade dos Deuses, de Evanice Maria Pereira. O livro é espírita e mesmo sendo da religião - sou espírita kardecista, btw - não sou a maior fã de Romances espíritas, acho eles meio sem graças. Mas, este livro está sendo uma surpresa. Ele envolve uma história de época e com elementos bem legais, resultando numa ótima ambientação e a parte espírita do livro não é empurrada goela abaixo. Claro que farei resenha quando terminar de ler!


Bem, este foi o primeiro "Assistindo, Lendo, etc..." do blog. O primeiro de muitos com toda a certeza!
Espero que tenham gostado! Até a próxima!

Resenha #34: Destinos de Papel

sábado, 2 de setembro de 2017

Olá, pessoal!
Cá estou eu, com mais um resenha e mais uma de um livro nacional.
Acho que eu sempre gostei mais da literatura nacional, mas isso ficou mais evidente quando comecei a resenhar livros para o blog. haha
O livro que falarei hoje será o Destinos de Papel da Luciane. Também já resenhei outro livro dela por aqui: Tenshi - Um anjo sem asas.
Eu ganhei o livro no sorteio do grupo da própria autora no facebook. Ganhei-o autografado e até com marcadores. haha



Bem, sem mais delongas, vamos a sinopse e depois falo mais sobre o que achei do livro.

Sinopse: Rebeca tem algumas regras que sempre costuma seguir à risca. Ou melhor, quase sempre.
Bem, na verdade, seguir regras não é exatamente o seu forte.
Com o coração partido por um trauma do passado, ela vive a vida como se não houvesse amanhã, nunca se apegando a ninguém e sem se preocupar com seu futuro.
Mas tudo muda quando consegue estágio de Psicologia em uma grande escola, passando a ser uma espécie de conselheira para os alunos. Uma grande ironia, uma vez que ela sequer consegue aconselhar a si mesma. Sua principal paciente, Júlia Nakagawa, é uma garota-problema que detém o estranho dom de prever o futuro ao tocar nas pessoas.
Mas não é apenas Júlia que entra na vida dessa jovem desmiolada. Um grande amor também se faz presente, abalando suas estruturas e fazendo com que sejam desrespeitados os limites que ela mesma impôs para si.
Porém, Júlia parece conhecer um segredo que pode mudar a vida de muitas pessoas, inclusive a de Rebeca. Para sempre.

O que falar sobre Destinos de Papel?
Admito que não sou a melhor resenhista da vida e nem da internet, mas de uma coisa podem ter certeza: sou sincera nas minhas resenhas.
O livro conta a história de Rebeca, ou só Becca, uma garota de 19 anos, estudante de psicologia e uma das personagens mais loucas e divertidas que já conheci.
Gente, a Becca é muito eu nessa vida! Em vários momentos do livro me peguei rindo do que ela fala, ainda mais quando ela se perde nos próprios pensamentos e as pessoas estão falando com ela e acabou não escutando nada.
Becca é uma pessoa que já passos por muitos traumas na vida, a começar pela mãe que a abandonou e só dá notícia quando quer. O pai é alcoólatra. E sua melhor amiga de infância, Luana, se suicidou quando elas tinham uns 13/14 anos. Rebeca nunca absorveu muito bem isto, mesmo depois de tantos.
Após um prólogo que mostra a infância de Becca com Luana - que é muito fofo, a propósito - já entramos em um capítulo que é o ápice do livro. Mas, calma, a gente volta tudo e vai de onde começou. Só que adorei esta jogada de botar a gente já no momento tenso que só volta perto do final do livro - por que ele é o clímax, não é mesmo? -, é algo que eu faria com certeza.
Enfim, Rebeca nunca foi um exemplo de aluna, nem no ensino médio e menos ainda na faculdade. Ela falta diversas aulas e para ela está tudo bem.
Só que surge uma proposta de estágio para ela (só em livro que aluno de primeiro período ganha estágio, porque na vida real...), indicada por Laura, irmã de Luana e terapeuta da Becca. É para trabalhar numa escola e auxiliar os alunos. E claro, Rebeca adora escola e "pirralhos", como ela mesma diz.
No dia seguinte, ela vai a até a escola e aceita o estágio, mas mais pela grana do que qualquer outra coisa. E ainda arruma crush! (#SomosTodosBecca)
A função de Rebeca é ser psicóloga auxiliar, já que a escola tem psicólogo, que é um senhor do muito fofinho, recebendo alunos quando eles se envolverem em algum problema e também tem a paciente fixa, que é Julia Nakagawa. Uma adolescente "Gótica e trevosa".
Só que Júlia é uma garota problema, por conta de ter um poder especial. Ela é capaz de prever o futuro das pessoas. E assim que conhece Becca, ela vê que seu futuro e o dela estão entrelaçados.
E temos um estranha relação começando.
Todos os personagens do livro são maravilhosos, a começar pelo Lucas, nosso crush. (Só não supera Shimada-sensei em meu coração.)
E é legal ver o quanto a Rebeca muda no decorrer do livro, porque ela tem algumas regras que segue em sua vida - e que dão nomes ao capítulos - mas, a principal é: Não se apegue.
Por conta desta regra principal, todos os relacionamentos dela são superficiais, pois ainda há nela o medo de se envolver e acontecer como aconteceu com sua melhor amiga.
Destinos de Papel ensina que o nosso destino é tão frágil e mutável quanto uma folha de papel, só cabe a nós saber o que fazer ele, a forma como vamos escrevê-lo, rasgá-lo, pintá-lo, amassá-lo.
Parabéns, Luciane Rangel por mais um livro maravilhoso!

Bem, esta foi mais uma resenha aqui do blog. Espero que tenham gostado.
E como gosto de fazer algumas vezes, temos resenha em vídeo também.
Até a próxima!



Kyon #27: Entrevista sobre As Super Agentes

terça-feira, 29 de agosto de 2017
Olá, pessoal! Como vão? Espero que bem!
Hoje estou trazendo mais uma das postagens antigas do Blog do Kyon. Dessa vez é mais uma entrevista com Anelise, sobre a sua primeira obra: As Super Agentes.
Prontos para conhecer mais um pouco sobre o "primeiro de muitos", como ela mesma diz. Esta postagem foi ao ar em Outubro de 2011.
Bora lá!

Entrevista com Anelise - Sobre As Super Agentes
Anelise está aqui especialmente para responder essas perguntas pra mim, que fiz por vocês.

1-O que te inspirou "As Super Agentes" exatamente?
Pode-se dizer que foi Sailor Moon. Na ideia-base da história: meninas que se transformam para salvar o mundo. Inclusive isso é um estilo de anime.
Mas no geral foi a minha vida na época e minha imaginação sempre fora do comum.

2-Quem são Anelise, Camilly e Joenize?
Anelise, sou EU. Eu gosto de me colocar nas coisas.
Camilly é minha prima em 2° grau, ela é prima da minha mãe, e tem a mesma idade que eu.
Joenize foi uma menina que estudou comigo.
Na 4° série eramos nós três. Aí ficou Anelise, Camilly e Joenize.
Só que essas imagens já separaram das originais.

3-Acha que suas três heroínas vão vender?
Ora que pergunta! Com certeza que sim!
A história consegue prender você. Até a mim, olha que eu sou a autora em.

4-Em que lugar se passa a história? E os lugares que você imagina enquanto escreve?
Se passa no Rio de Janeiro, bem na região onde moro. Nós escritores costumamos ligar algo com a realidade.
O centro de treinamento Dias Dourados, é no terreno da antiga fábrica na frente do colégio da minha infância, onde estou fazendo estágio. E elas fazem o horário noturno naquele colégio.
A agência Estrela é sei lá onde. Formei na minha cabeça.
O colégio delas é Nossa Senhora do Carmo, onde eu estudava quando comecei a escrever.
As casas da famílias. Anelise, onde eu morava. Joenize, onde minha tia morava. Camilly, puxa nunca imaginei a casa dela.(risos)

5-E os outros nomes que escolheu para os personagens? Pode comentar?
Seiya, Shun e Ikki, por culpa dos cavaleiros do zodíaco.
As 3 inimgas da escola delas, são nomes de pessoas que estudaram comigo, é sério. A Mariana côrrea existe!
Jerry, por causa do Tom e Jerry?
Rose, primeiramente foi um nome random, mas eu tive uma professora que tinha esse apelido. Homenagem a ela? Sim, mas o nome dela foi escolhido antes de ter aula com essas professora.
Yuri e Yui, falta de criatividade e o pior o nome tem o mesmo significado.
Eu sou uma beleza para dar nomes a personagens.

6-Como você decidiu os poderes das Super Agentes?
Camilly, ela tem esse meu lado nervosa e irritada. Escolhi luta para ela por ser muito agresiva e ela gostar de uma porrada.
Joenize, ela é a fofinha e tímida do grupo. Ela ficou com disfarce, por sua delicadeza e poder cuidar desses detalhes e tal.
Anelise, ela tem meu jeito louco e minha raiva como a Camilly, apenas quando muito irritada. Ela é agente do computador, a hacker do grupo que descobre senhas de portas indecifravéis.

7-Dessa história, existe algum personagem preferido?
Pode parecer que dou mais favoritismo a Anelise, pois ela ter meu nome tal. Conclusão precipitada!
Gosto de todos os personagens, inclusive os vilões. Eles saíram da minha cabeça e são um pouco de mim. Coisa muito profunda, só poetas e psicólogos(talvez) entendam. (risos)
Só que existem os personagens que dou mais atenção pela posição deles na hierarquia do livro.Entendem?

8-Por que é esse o título?
Na história Agente, é a nível nacional, abrangendo apenas seu país de origem.
E esse ramo é regido pela GSAMEF (Grupo Social das Agentes Municipais Estaduais e Federais), coisa minha de 11 anos. Mas existem missões que resolvem problemas de um pequeno lugar. Por isso esse nome imenso. E feio? (risos)
Eu estou enrolando...
Já Super Agente abrange internacional e mundial. E o grupo que rege é GSSA (Grupo Social das Super Agentes). Esse é mais bonitinho.
Elas estão envolvidas em um caso a nível mundial. Por isso As Super Agentes. O artigo AS é pra especificar que são Anelise, Camilly e Joenize.
Mas elas como Super Agentes podem realizar missões de Agente comum. Elas não o deixam de ser.

9-Depois do 1° livro, pretende mais aventuras com ASA?
Claro, que sim! Mais 3 estão confirmados. Sáo não comecei ainda.
E já tem títulos definidos:
As Super Agentes e a Agente Secreta. Essa agente é a Susi, que no fim vai se juntar a elas.
As Super Agentes e o Mestre do Gelo. Um vilão quer congelar o mundo inteiro.
As Super Agentes e as pedras elementares. Uma vilã quer usar esses pedras para destruir o mundo.
Só a do 2° que não está tão vago. Os outros dois, nem pensei em muita coisa ainda.
A principio podem parecer bem podre, mas desenvolvendo eu me dou melhor.
Acho que é isso né! Beijo povo!

Bem, pessoal, é isto por hoje. Espero que tenham gostado de conhecer um pouco mais sobre As Super Agentes. Essa obra que tanto eu quanto ela temos um carinho muito grande.
E para complementar esta postagem, deixo o vídeo sobre ASA.
Até a próxima!

Música #02: Santiano

sábado, 26 de agosto de 2017

Sejam bem-vindos a mais uma postagem de música e com a primeira banda de muitas que vou apresentar aqui: Santiano. (E claro, lhes apresentar o folk também!)
Santiano é uma banda de Folk-rock, no estilo Shanty (acabei de descobrir isso) - trata-se de um estilo de músicas que os marinheiros cantavam durante o trabalho, em suma "estilo marinheiro" - seguindo também com o visual da banda, tanto nas roupas quanto nos clipes, tudo tem a ver com mar.
Conheci a banda, acho eu, ano passado, quando estava separando uns yaois (contos homoafetivos homem x homem) e acabei achando um que tinha como música-tema 500 Meilen e este foi meu primeiro contato com eles. Claro que nunca mais parei! Apaixonei-me mesmo!

É um estilo bem peculiar de música e estranho para quem não está acostumado, mas quando se entra neste universo a gente não quer mesmo sair mais. Adoro esta mistura do clássico + moderno que o Folk Rock tem, é um dos pontos altos dela.
A banda tem cinco membros: Hans-Timm "Timsen" Hinrichsen, Axel Stosberg, Björn Both, Andreas Fahnert e Peter David "Pete" Sage. Sim, um bando de coroas mesmo e não tenho vergonha de ouvir não, mesmo que pareça "coisa de velho". haha Alias, adoro o estilo de todos os membros da banda, de verdade.
Vou indicar algumas das músicas deles que mais gosto, o que também é muito difícil escolher. haha




Esta banda também me apresentou a música alemã e alguns outros grupos e cantores, que falarei com certeza futuramente por aqui, por exemplo: Oonagh e FAUN.
Acabou que no final das contas não li o yaoi original que tinha a indicação da música - até porque eu perdi o link - e escrevi meu próprio yaoi usando 500 Meilen como tema. No caso é do conto O Capitão e o Marujo, que já falei por aqui algumas vezes.
Então, quem está em busca de algo diferente para ouvir, Santiano é uma boa pedida. Só procurar pelas músicas no Youtube e no Spotfity.
Vou deixar um cover bem legal que eles fizeram de I Gotta Feeling do Black Eyed Peas.


E Santiano tá com álbum novo vindo por ai, em 13 de Outubro: Im Auge Des Sturms. Nem estou ansiosa imagine. É só o álbum novo da minha banda de folk favorita. Só isso!

Bem, pessoal, este foi o post de música de hoje. Espero que tenham gostado de conhecer um pouco mais dessa banda maravilhosa que é o Santiano!

Tag: Mangás (Vídeo)

terça-feira, 22 de agosto de 2017

Degrassi: Next Class

sábado, 19 de agosto de 2017

Vamos falar de mais uma série aqui no blog? =D
Hoje será sobre Degrassi: Next Class. Assisti porque vi indicação dela no facebook. É uma série exclusiva da Netflix. Mais uma das partes de uma série canadense super consagrada: Degrassi.
Toda a história se passa numa escola comunitária do ensino médio.
Isso, para muitos, seria motivo suficiente para não assistir a série. "É só uma série adolescente. Deve ser boba, horrível".
Por favor, não menospreze algo só porque ele é voltado para um público mais jovem. Degrassi tem muitos temas importantes sendo abordados dentro de seus episódios. E nenhum dele acaba ficando "forçado". Temos homossexualidade, transsexualidade, doença crônica, depressão, suicídio (só tentativa), feminismo, aborto, imigrantes, a pressão da faculdade e até da própria série.
Lendo isso, até parece que a série é pesada. Mas Degrassi retrata tudo de maneira até bem didática, o que deixa a série bem leve, mas em alguns momentos fica sim pesado, porque né.
Temos personagens negros, asiáticos, árabes e claro, os caucasianos, canadenses. Cada personagem desta série tem seu momento de foco e sua história contada, a gente entende o que se passa com eles, o que eles sentem e fazem. A gente vive com eles na escola praticamente!
São quatro temporadas no total. Episódios curtos, de apenas meia hora. A série é tão boa que passa até rápido, mas é maravilhosa de assistir.
Minha temporada favorita foi a terceira, de verdade. E a virada da segunda para a terceira foi da bem safada, ainda bem que não esperei muito para que saísse a temporada. haha
Se me perguntarem quais meus personagens preferidos: Yael, Lola, Tristan.
É um série que recomendo e muito. Adolescente sim, mas não menos importante em sua abordagem de temáticas.
Não há previsão de mais temporadas, mas com essas quatro já existentes, um ciclo de personagens fechou e maravilhosamente bem.
Então, quem estiver com vontade de ver um série rápida, Degrassi é um boa pedida.

Bendita Comparação

terça-feira, 15 de agosto de 2017
Tem gente que adora nos comparar com os outros, em qualquer assunto que seja. Parece que vivemos uma competição! Eterna competição!
Começa desde que nascemos e somos pequenos. Quem anda primeiro, quem fala primeiro.
Na briga pelas melhores notas da escola.
Não tem como os outros não te compararem com alguém no mesmo aspecto.
Quem está namorado, quem vai casar, quem vai ter filho. E olha só como você não conseguiu nada disso!
Ainda mais na família, quando comparam uns primos com os outros. Quem está na melhor faculdade, que está com o melhor emprego e quem está nadando em dinheiro.
Só consigo pensar nisso quando se trata de ser escritora.
Mas você não pode fazer tal coisa assim, porque a autora tal fez de outro jeito.
Mas você você não pode fazer isso, autor não se sujeita a isso. Disseram isso a mim quando viram meus cosplays, dos meus próprios personagens. Porque a JK Rowling não faria isso.
As pessoas tem que entender que não somos iguais uns aos outros. Cada um faz as coisas do seu jeito, no seu próprio ritmo.
São diferentes, não tem como comparar. Não precisa comparar! Não há porquê comparar! Isso só gera uma cobrança por nada, por querer ser melhor pelo simples fato de ser melhor.
Então, por favor, parem com essa mania de comparar as pessoas. Todos agradecem!

Top 5 #30: Músicas tema Animelo Summer Live

sábado, 12 de agosto de 2017

Música #01: Minori Chihara

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Olá, pessoal! E sejam bem-vindos, oficialmente, a primeira postagem sobre música com este novo formato. Se quiser saber do que estou falando: Música #00 - Apresentação e Explicação.
E por que não ela? Dona da minha vida toda, minha diva suprema do universo (sagitariana exagerada): Minori Chihara.
Minorin (apelido) nasceu em 18 de Novembro de 1980 no Japão. Ela é cantora e dubladora. Uma pessoas tímida e muito ligada a família.
Começou sua carreira no ano de 2004, com o álbum Heroine e também dublando Aya Natsume de Tenjou Tenge.
Porém, só a conheci em 2007, como a Yuki Nagato de Suzumiya Haruhi no Yuutsu. Musicalmente, também neste ano, ouvindo as chara songs do mesmo anime. Como cantora solo, foi em 2008, com o single Paradise Lost e na sequência com o álbum Parade.
E daí por diante nunca mais parei de ouvir as músicas dela. Elas sempre passaram a fazer parte dos meus dias e da minha vida. São infinitos os momentos de inspiração que ela me dá.
A Minorin tem um estilo pop, algumas misturas de rock. Acredito que o estilo dela é único.
Maioria de suas música, de singles pelo menos, são voltadas para os animes, como é com a maioria dos seiyuus (dubladores).
É complicado indicar músicas dela para vocês. Mas, vou mostrar algumas das minhas favoritas.
A começar pela primeira que ouvi: Paradise Lost.

Kimi Ga Kureta Anohi é um dos primeiros singles e que é uma das músicas mais cantadas em lives, como Junpaku Sanctuary, que está ai em baixo também.



E como eu sempre digo pela internet afora, Parade é o álbum favorito dela, talvez até o da vida. Então, lembro de todas as músicas dele com muito carinho e ouço o álbum como se fosse a primeira vez sempre. Uma das músicas dele é o Voyager Train.

Um dos pontos altos da carreira dela foi quando ela pegou #3 no Rank da Oricon, que é o maior ranking de vendas do Japão, com o álbum D-Formation, em 2012.

Mas, sendo sincera, as músicas que mais gosto são especialmente as que tiveram as letras escritas pela própria Minorin. Koi e Ittousei são exemplos vivos disso!
Minori Chihara é minha cantora favorita, como já disse anteriormente.
E ao observar mais atentamente, se percebe que tudo o que ela faz é por amor. Ela realmente gosta de cantar e dublar.
É maravilhoso ouvi-la cantando e dublando. Minorin, rainha!
Enfim, primeiro post de música concluído. Espero que tenham gostado de conhecer um pouco mais do Minori Chihara.
Até a próxima!

Kyon #26: As pessoas se importam?

sábado, 5 de agosto de 2017
Olá. pessoal! Kyon aqui novamente.
Como vão? Espero que bem!
Dessa vez, compartilharei mais um pensamento que tive nessas últimas semanas e foi algo tão forte que senti a real necessidade.
Eu me pego, em minhas longas observações, se realmente a maioria das pessoas se importam de verdade com a gente.
Não quero dizer gente da família. Pelo menos não do lado mais próximo. Esses sim se importam com você, por conta de muito fatores, a proximidade e afinidade são alguns deles.
Refiro-me a pessoas de ciclos sociais mais distantes.
Sempre percebo isso quando, por exemplo, nas redes sociais. Especialmente: Anelise.
Engraçado perceber as pessoas a parabenizando pelo livro publicado e coisa e tal, mas realmente quantos foram mesmo e compraram?
E não foi só no caso de As Aventuras de Jimmy Wayn - O Menino Virgem, foi também com as antologias dos anos anteriores. Tanto que na última ela simplesmente resolveu não comprar para revender. Está com livros destas antologias parados até hoje por aqui.
E por isso, ao observá-la, noto que algumas coisas as pessoas apenas falam da boca para fora. Apenas fingem se importar, se mostrar felizes por você. Quando, na verdade, elas querem mais é que você se dane. Para não dizer algo mais baixo!
E daí que você cortou a franja de novo? E daí que você publicou conto novo? E daí que você fez Moda Personagem? E daí "insira algo aqui"?
Eu não quero saber, não me interessa.
Não que seja querendo alguma espécie de aprovação ou só alguma atenção da pessoas. Mas, é uma ironia perceber que justamente estas publicações específicas serem as mais curtidas. (Quem sabe só não seja o próprio algoritmo do facebook.) E mesmo assim é muito difícil divulgar um livro.
A questão é que, de verdade, as pessoas realmente não se importam com o que você conseguiu ou qualquer coisa que você estiver fazendo. No segundo caso, é até bom, ninguém merece fofoqueiro.
Já no primeiro, é justamente por não saber disso que as pessoas lhe criticam.
Então, fiquem com esta reflexão.
Até a próxima!
Beijos do Kyon!

Música #00: Apresentação e Explicação

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Olá, pessoal! Como vão? Espero que bem.
Hoje estou aqui para anunciar mais uma mudança do blog. A esta é referente as postagens de música. Elas serão feitas de outra maneira a partir de agora.
Antes, eu fazia apenas umas reviews de álbuns e eu sentia que dava um pouco de trabalho e mesmo assim, acho que era uma das coisas menos visualizadas do blog, mesmo que eu amasse fazer.
Então, por conta disso, decidi mudar o modo de postagem de música aqui no blog.
Não posso mesmo parar de falar de música aqui, é uma das coisas que mais faz parte da minha vida e que muito me inspira, tanto como pessoa e como escritora.
Maioria das minhas sessões de escrita são embaladas por algo no fundo, desde uma OST de filme ou jogo, algum álbum ou só o aleatório do player mesmo.
Minha mente funciona muito melhor com música. Não consigo imaginar minha vida sem uma música. Acho que tem cada uma para um momento. haha
Enfim, sem mais enrolar vocês: Como serão os novos posts sobre música, Anelise?
Bem simples, na verdade!
Como meu gosto musical é, digamos, diferente e até inusitado, por que não apresentar os cantores e bandas que gosto aqui?
Seguiremos esta linha, a da apresentação. Contando sobre a história do cantor/banda, quando fez sucesso e claro, para deixar mais pessoal, quando eu conheci e com qual música.
Acho que ficará mais divertido para mim e para vocês também. Porque eu gosto de falar do que gosto e vocês vão descobrir coisas novas. Não sei vocês, mas eu gosto muito disso!
E claro, quero fazer com tudo bonitinho, como foto, com perfil completo e compartilhando algumas das músicas no final.
Vou me empenhar em trazer o melhor para o blog. E estou muito animada.
Na semana que vem já começa. Tentem chutar quem vai ser. haha
Até lá!
Beijos!

One Punch Man

sábado, 29 de julho de 2017

Que saudade que eu estava de falar de algum anime aqui no blog. É algo que gosto muito de assistir, mas como em 90% das vezes, eu tenho muita preguiça. (Alias, difícil dizer para o que eu não tenho preguiça né?)
Aproveitei que saiu One Punch Man na Netflix, e dublado inclusive, aproveitei a minha vontade de assistir ao anime a praticidade de só ligar a Netflix e assistir. A começar que não é um anime tão novo assim, mas não menos divertido.
One Punch Man conta a história de Saitama, um cara de 25 anos, que aos 22 decidiu treinar para se tornar um herói. Era isso o que ele queria fazer, mesmo apenas como um hobby que não desse dinheiro. Como ele mesmo diz: Ser herói por diversão.
Saitama treinou por três longos anos, correndo 10km, fazendo 100 flexões, abdominais e agachamentos, todos os dias. Assim, ele acabou adquirindo poder de vencer qualquer um com apenas um soco. (Daí o nome do anime: Homem de um soco, em tradução livre.) E claro, ficou careca. haha
O mundo de One Punch Man é repleto de Super Heróis, dos mais diversos tipos e níveis, com o mapa-mundi semelhante a Pangeia. Existe a Academia de heróis, que classifica e controla todos os superpoderosos.
E sinceramente, não fique esperando um anime sério. É shounen, é, mas com a dublagem br que o anime recebeu quando foi para a Netflix deixou um feels total do Yuyu Hakusho, que também é shounen e é repleto de falas engraçadas.
Além do ponto forte da dublagem, também temos as lutas do Genus, que é o ciborgue que praticamente idolatra o Saitama. As lutas do Saitama mesmo, longa, só a do final, isso porque ele enrola mesmo.
Anime repleto de ação, comédia e que rende muito entretenimento.
E venhamos e convenhamos que um dos melhores pontos deste anime é o próprio protagonista: Saitama. Ele faz tantas caretas engraçadas durante que não tem como não rir. É uma pessoa apática porque o poder dele o deixou assim, sem ver graça na vida. (Alias, o pior inimigo dele é uma mosca.)
Enfim, super recomendo One Punch Man. (Dublado. Assistirei em japonês ainda só para saber como é.)