Kyon #55: Sobre revisar o próprio livro

sábado, 20 de julho de 2019

Olá, pessoas! 
Eis-me aqui novamente.
Dessa vez, trazendo mais um texto / pensamento. E claro, como sempre falo aqui, é relacionado a dona do blog. E também relacionado com a literaturas e aos livros dela também.
Enfim, vocês sabem que ela está com a campanha para a publicação de O Diário da Escrava Amada no catarse. Já tivemos um post todo bonitinho aqui no blog. E vocês podem ver aqui!
Enfim, para a publicação de um livro existem muitos e muitos processos e que vão além de só escrever o livro. Depois tem a revisão, fazer a capa, a diagramação do livro e depois revisa de novo - revisar é sempre bom - e depois manda pra gráfica, ai depois que o livro chega prontinho.
Todas essas etapas são importantes, mas creio que a mais mesmo seja a revisão.
Porque quanto mais revisamos um livro, mais lapidado ele fica.
Alias, confesso que nas minhas observações, é algo muito divertido.
Pelo menos a minha protegida se diverte muito quando faz revisão. Alias, de vez em quando ela acaba ficando com vontade de reler algo, seja qualquer uma das histórias.
E é uma das coisas mais engraçadas de se ver, porque ela se emociona e surta igual aos leitores.
Na última semana, ela estava revisando a diagramação do DEA e na boa, ela estava se divertindo muito. Eram trechos que ela não lia havia muito tempo e ficou lá relembrando o início do livro.
E além da diversão vem aquele sentimento de: Nossa, isso é tão bom, fui eu mesmo quem escrevi isso? Não é possível!
Então, por isso que eu digo que é um experiência interessante reler ou revisar um livro seu. Mas, não logo depois de terminar o livro. O que é legal é fazer após o livro dar uma "maturada", para o livro ficar um pouco esquecido na cabeça. Porque ai que é legal, você percebe algumas coisas que tinha esquecido e outras que não percebeu antes, enquanto escrevia.
Quem for autor faça isso. É uma ótima experiência!
E lembrando da campanha do Catarse. Link abaixo!

Espero que tenham gostado.
Até a próxima!
Beijos do Kyon!

Falta de organização nos cronogramas

terça-feira, 16 de julho de 2019

Na verdade, este texto de hoje é mais uma percepção que tive nos últimos tempos do que qualquer outra coisa.
Eu sempre me considerei uma pessoa desorganizada. Vide como tem horas em que estou completamente enrolada com meus planejamentos pessoais, seja só por acabar querendo fazer muita coisa ao mesmo tempo ou porque acontecia algo rotineiro: me pedirem para fazer coisas em cima da hora.
E uma coisa é fato. Eu sempre programo mentalmente o que vou fazer num dia. E sempre acontece de não cumprir algo pelo motivo de deram outra coisa para fazer.
Mas, é algo que estou acostumada. Então, eu só aceito o fato e adio.
Só que ai, eu percebi que é possível existir alguém mais desorganizada do que eu. Experimentei isso da pior forma possível.
E olha, eu não costumo mesmo me incomodar quando alguém não é tão organizado. Só que este estava num ponto, mas num ponto que chegou a me irritar.
Não cabe e nem é legal dizer o que foi ou até quem é. Mas, eu estava sinceramente agoniada com a falta de organização. E também coma falta de compromisso e com o cumprimento de prazos. E claro, saem prejudicadas as pessoas que tem nem que seja um mínimo de cronograma e acaba ficando com ele todo zoado. E claro, fica na correria, com saúde mental um pouco abalada por conta da carga de estresse.
Creio que todo mundo deva ter ao menos um mínimo de responsabilidade e noção de cumprimento de prazos. Pela bem dela e pelo bem dos outros.
Por favor, tenham organização no que fazem. Especialmente quando é algo que se faz em grupo e envolve muitas pessoas!

Minha participação no ELIZO (Vídeo)

sábado, 13 de julho de 2019
Olá, pessoal!
Como vão? Eu espero que bem!
Hoje está um dia meio corrido para mim, porque eu tenho dois eventos hoje. Estou usando um intervalo para liberar essa postagem.
Dessa vez vai ser o vídeo que foi ao ar lá no Contos Anê ontem, que é o compilado da minha participação no ELIZO - Evento Literário da Zona Oeste - que aconteceu em 21 de Maio de 2019.
Eu participei do painel sobre Plataformas Digitais, com os autora Ludmila Bahia, Fabio Viccent e Felipe Saraiça.
Confiram ai um pouco da minha participação.
Até a próxima!

Cinderella Pop

terça-feira, 9 de julho de 2019

Olá, pessoal! Como estão?
Cá estou eu hoje trazendo mais um das minhas micro resenhas de filmes. Dessa vez do filme nacional: Cinderella Pop.
Eu sei que o filme é baseado num livro de mesmo nome da autora Paula Pimenta. Mas eu não cheguei a ler o livro, então minha opinião será apenas com relação ao filme.
Cinderella Pop é mais um releitura do clássico da literatura, que dizem ser dos Irmãos Grimm, mas eles mais compilaram as histórias do que as criaram mesmo.
Dessa vez a releitura se passa aqui no Brasil, não tenho certeza de qual cidade. Mas, temos a nossa protagonista Cintia Dorella que vivia muito feliz com o pai e a mãe.
Só que claro que nem tudo era o que parecia e no fim, os pais dela acabam se separando. O pai se casa novamente, com uma mulher que tem duas filhas gêmeas. A mãe e ela vão morar na casa da tia.
Passa-se um tempo, talvez um ano. A mãe finalmente vai realizar seu sonho de ser arqueóloga, enquanto Cintia vive com a tia. O namorado da tia é DJ e a Cintia começa a fazer uns trabalhos para ele. Um desses é na festa de aniversário das gêmeas.
E o filme desenvolve dai, não vou contar tanto porque realmente tira a graça.
Mas, ele mantém todos os elementos que classificam como um história de Cinderella.
Temos o príncipe, que é o cantor Freddy Prince, e ele é paixão de todas as meninas.
Em vez de um sapatinho, temos um tênis perdido e uma música de Freddy Prince mudada.
O filme tem uma pegada infantil/juvenil, mas é divertido mesmo assim. Tem a Tia Fada Madrinha, a Madastra Megera, as irmãs - no caso, só postiças mesmo - malvadas.
É um releitura muito legal dessa história, com elementos diferentes e uma cara bem brasileira, a começar pelo nome da protagonista. E não temos crianças órfãs aqui! Ponto positivo!
E claro, conta com a participação da Maysa, que tá em todos esses filmes agora.
Então, aproveita essas férias chegando e se estiver sem um filme para ver, Cinderella Pop é uma boa pedida. Ele é leve, divertido e tem uma pitadinha de romance que todo mundo gosta!

Assistindo, Lendo, Etc... #23: Junho 2019

sábado, 6 de julho de 2019

Mais um mês começando e com ele trago mais um "Assistindo, Lendo, Etc..." que é a atualização sobre as séries, livros, filmes e música que consumi no mês que se passou.
Bora lá para vocês saberem se estamos assistindo as mesmas coisas.
Diferente dos costume, vamos começar com as séries, que tem bastante até.
Enfim, dei a louca e decidi que vou assistir a todas as temporadas de RuPaul's Drag Race, com exceção da 6º e da 11º, que eu já vi. Tem pouco tempo que comecei, estou na primeira ainda. Se não me engano, é no Episódio 8 ou 9.
Outro reality que assisti foi a Instant Hotel, dessa vez a 2º temporada. Sério! Eu adorei que foi uma temporada mais curta e o final foi a melhor coisa. Em resumo, é um reality sobre pessoas que tem casa para hospedagem. Procurem que é bem interessante.
Continuo a reassistir Grey's Anatomy, dessa vez estou na Temporada 8, Episódio 19.
E nesse mês saíram as temporadas novas de bastante coisa que eu gosto. haha
Primeiro foi a 2º Temporada de AggRetsuko, que é uma animação super divertida e que me lembra muito Detroir Metal City. A temporada conseguiu ser melhor que a primeira, explorando mais a parte musical. Quero a terceira pra ontem! Só peço que não estraguem meu shipp. Só isso!
E também saiu, finalmente, a 3º temporada de 3%. Essa série nacional da Netflix é a melhor coisa. A temporada foi boa, mas achei complicado para superar o que foi ao 2º. Ela teve uma pegada parecida com a primeira, voltando pra um Processo. Eu escrevi sobre lá na Revista Jovem Geek.
E achei uma série perdida que já tinha assistido na dona Netflix, eu assisti uma irmã dela uma vez - que é Mako Mermaids - mas queria mesmo era a original: H2O Meninas Sereias. E colocaram no catálogo. Eu devo ter visto só uns três episódios. A qualidade é questionável, mas a gente vê pela nostalgia mesmo.
E finalmente tomei vergonha na cara e comecei a ver outro dorama. Dessa vez é o coreano Arthdal Chronicles, que tem metade do elenco de Descendants of the Sun. Zoas! Mas é um dorama épico, com uma pegada mais tribal e eu adorei isso. Sério mesmo! Eu vi só dois episódios porque eles são bem longos.
E por último, nas séries, pelo menos, é uma série de documentário, sobre história, que é algo que gosto muito, chamado Guerras do Brasil. São só 5 episódios! E falam sobre algumas guerras por aqui, mas os melhores episódios foram o 1º e o 2º, que foi sobre Indígenas e a Escravidão.

 

 

 

 

Quanto aos filmes, foram poucos até.
Assisti a comédia romântica Meu Eterno Talvez e gostei bastante. Até falei sobre aqui no blog.
Outro filme excelente e que me deixou impactada foi I Am Mother, que é de ficção científica e num futuro distópico em que uma menina é criada por um robô. Eu fiz resenha na Revista Jovem Geek.
E também vi ao filme nacional Cinderella Pop, que é baseado num livro da Paula Pimenta. É um filme divertido e descompromissado, do jeito que eu gosto. Vai ter post sobre ele no blog, pode deixar!
Por último, assisti ao documentário que todo mundo estava comentando: Democracia em Vertigem.
É bom, mas a pessoa que produziu deixa bem claro desde o início qual a opinião dela. Mas, vale ver só para conhecer mesmo.

 



Quanto as leituras, ainda estou escassa, mas estou voltando ao ritmo.
Finalmente saiu a resenha de Justine, que é o último livro da saga Entre Vidas. Cheguei a ficar triste quando acabou. A resenha demorou por conta da minha nova rotina e foi complicado conseguir gravar e editar o vídeo, mas saiu. Vocês podem ler aqui: Resenha Justine.
Estou preparando a resenha de Danilo e o Evento de Anime, só para curar a ressaca e ter uma resenha de um autor da zona oeste do Rio aqui nesse blog.
Por último, temos um mangá. Uma das minhas alunas me emprestou Ao Haru Ride - ou melhor - Aoharaido. Eu vi o anime quando saiu e gostei bastante. Só li o primeiro volume que ela emprestou, porque ela me emprestou completo. E quero dizer registrado aqui que o Kou me lembra e muito o Makoto.


Quanto as músicas, confesso que tenho andado desligada.
Mas saíram músicas novas do Beyond The Black, na Black Edition do Heart of Hurricane, que são We Will Find a Way, Still Breathing, Spiderweb of Eyes. São músicas muito boas e eu as ouvi no aleatório do Spotify mesmo, dentro do trem.
E tem uma música nova da Oonagh, uma cantora alemã que já falei por aqui: Kuliko Jana - Eine Neue Zeit.  E tá bem legal! Especialmente a parte das crianças cantando junto.
E temos música nova da Nana Mizuki: METANOIA. É um rock, mas acho que voz da Nana não tem tanta força nessa versão gravada. Mas, eu gostei da música mesmo assim!




E por último, porém é o mais importante de todos. Tudo bem que aconteceu ontem e já é Julho, mas eu quero atualizar vocês disso.
Eu queria fazer uma pequena prensagem de As Aventuras de Jimmy Wayn - O Menino Virgem em formato físico. Procurei tudo direitinho como fazer e chegou nessa sexta, ou melhor, fui buscar porque esse correio. Enfim, adorei o resultado, apesar de não ter ficado perfeito, pois não sou profissional para fazer essa coisas, só tenho uma noção. haha
Vou fazer um post todo bonitinho e com vídeo para o Contos Anê e coloco por aqui também. Talvez um passo-a-passo para ajudar autores desesperados como eu.
Agora o livro está à venda na minha loja virtual: Contos Anê Loja.


Bem, pessoal, temos tudo isso referente ao mês de Junho.
E vocês? O que consumiram no mês que passou? Comentem ai!
Até a próxima!



Acreditar que não tem potencial

terça-feira, 2 de julho de 2019
Tem dia que gente acaba se comparando com os outros. Não adianta! Mesmo que não seja nada justo se comparar com alguém tem vivências e a personalidade diferentes. A gente compara e mede o nosso sucesso baseado no dos outros em alguns momentos.
Eu especialmente com a minha carreira de escritora. Não devia fazer isso, eu sei bem!
Só que eu sempre me pego olhando os autores lançando livro, conto, participando de evento, recebendo comentários de leitores. Enfim, eu fico vendo o sucesso deles e tudo mais.
Eu fico feliz por eles, confesso! Tão bom ver tantos autores incríveis conquistando seu espaço nesse país bem complicado para ser escritor.
Só que eu tenho um coisa chamada autocrítica. E eu fico vendo que eu continuo batendo nas mesmas teclas, tentando divulgar meu trabalho e tudo mais. E claro, eu percebo que eu consigo o que acharia válido para o meu esforço.
E aí, uma série de pensamento me invadem. E eu duvido muito, mas muito mesmo da minha capacidade.
Eu sempre fico me perguntando se eu deveria continuar. Porque é bem difícil!
Porque eu vivo num vácuo eterno, ainda mais com relação aos meus livros.
E eu sou uma besta só de duvidar do que sou capaz de fazer. Sei bem disso!
Mas é uma coisa que me vem as vezes e não consigo evitar, só controlar.
E no fim, eu continuo aqui escrevendo e divulgando, tentando alcançar o meu pequeno sucesso.

Miss Fisher's Murder Mysteries

sábado, 29 de junho de 2019

Olá, pessoal! Como vão? Eu espero que bem!
Cá estou hoje para falar de mais uma série dessas perdidas que eu acho na Netflix super sem querer e acaba vendo e amando e guardando num potinho para proteger.
A série sobre a qual falarei brevemente hoje é Miss Fisher's Murder Misteries.
Apareceu como sugestão mesmo e eu vi um episódio e parei. Depois de um tempo vi outro episódio, e deposi outro e quando percebi estava já maratonando.
Trata-se de um série de detetive, que é baseada num livro de mesmo nome.
A detetive, que é a Phryne Fisher. Ela é super feminista e todo liberal. Ela deve estar na casa dos 40 anos e não é casada e nem tem filho e faz tudo o que quer, porque ela é maravilhosa!
O melhor dessa série é a temática dela, que é investigação de assassinatos, e também a época, que no finalzinho dos anos 20.
Essa série é tão boa, tão divertida que é muito difícil de falar dela.
Apesar da temática meio tensa, a série consegue ser bem leve e divertida em alguns momentos. Ela tem um bom misto de assuntos sérios com a comédia.
E todos os personagens dessa série são carismáticos, não tem um que eu não goste. Você se apega a todos e fica feliz quando ele aparece em um episódio, porque tem uns que são apenas personagens recorrentes.
Mas, a melhor coisa dessa série é o casal principal, que é a Phryne e o Jack. Eles tem uma química tão grande, que a gente torce por um beijo deles na série toda. Consegui ser pior que em dorama!
São três temporadas deles dois nessa enrolação enquanto estão resolvendo os crimes de assassinatos.
E a série tem uns episódios que são super tensos. Tem o final da primeira temporada e tem também o episódio em que eles ficam trancados em uma casa e vai morrendo todo mundo.
São três temporadas repletas de mortes, investigação, suspense, romance e uns caras gostosos que a Phryne pega. E todos os personagens são desenvolvidos nas relações, o que deixa tudo mais interessante.
Eu até perdoo um pouco da Mary Sue que a Phryne é. Porque ela sempre acaba sabendo um pouco de casa coisa. Até pilotar avião ela pilota.
Se está procurando uma série legal para ver, Miss Fisher's Murder Misteries é um boa pedida!