sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
Beijos
Beijo simples, beijos sinceros.
Uma demostração de afeto que não mede esforços para existir.
Pode ser só um simples selinho ou algo que envolve mais partes da boca.
O corpo todo entra em uma sintonia enquanto se beija.
Os casais apaixonados trocando carícias e beijos, todos infinitos e que não querem acabar nunca.
Se não fosse bom se apaixonar ou beijar, você acha mesmo que todos fariam? Ou que muitos realmente querem isso?
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014
Todos tem segredos
Todos tem segredos!
Mas não aqueles que são sobre alguma coisa que te aconteceu e você não contou a ninguém (ou só contou a uma pessoa). E nem aquele que você guarda porque alguém pediu.
Tudo bem , eles também são, mas não do modo que eu quero dizer.
Então que tipo de segredo é esse afinal?
Nós sempre estamos pensando em diversas coisas durantes os nossos dias. Alguns pensamentos nos compartilhamos com que está ao nosso redor, porém existem aqueles outros que apenas ficam em nossa mente.
Pode ser do que for: bom, ruim, idiota, mas ainda assim ele não foi expressado. Então ele também é um segredo!
Todos nós temos os nossos pensamentos mais secretos e que não dividimos de jeito nenhum, independente dos motivos.
Estes são os nossos segredos!
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
Canhotos
O que falar dos canhotos?
Dessas pessoas que nasceram com a mão esquerda como a mais hábil?
Que eles são diferentes, isso é fato!
Sempre achei muito legal encontrar alguém canhoto, porque a maioria é destro. É estranho e engraçado ao mesmo tempo.
Eles são diferentes e admiráveis, porque praticamente noventa por cento das coisas não foram feitas para eles. Eles vivem em um mundo destro!
E desenvolvem habilidades com a outra mão por pura adaptação.
Numa época mais distantes até acreditavam que eles fossem algum tipo de demônios e obrigavam a usar a outra mão.
Mas eu os acho pessoas maravilhosas, porque são como nós e vivem mesmo em um mundo que não feito para eles, que são uma minoria.
Por consequência de serem obrigados a usarem a mão direita em algumas coisa (como ao dirigir, por exemplo), pode-se dizer que eles deixam um pouco de ser canhotos e de certa forma se tornam "Semi-ambidestros".
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
Vandread
Vamos falar de anime porque é sempre bom! haha
E sobre um anime que eu estava querendo ver há tempo, meu namorado me falava dele direto. Sempre tive curiosidade e acabei vendo, melhor dizendo, eu enrolei para ver. Se tem uma coisa que faço bem é demorar a ver anime, mas eu pelo menos terminei.
Teve um dia que eu disse: Chega! Terminarei ele hoje.
O anime em questão é Vandread.
Ele se passa num universo futurista onde a Terra já toda ferrada e os humanos também, decidem fazer um processo de colonização. Mandaram naves para outros lugares para que a espécie não fosse extinta.
Eles se espalharam por diversos outros planetas, incluindo os planetas rivais: Tarak e Mejer.
Um planeta é exclusivamente masculino (Tarak) e o outro feminino. Eles vivem em uma eterna guerra.
O anime começa quando uma dessas antigas naves de colonização, que Tarak transformou para outra função, é roubada por um grupo de mulheres, que estão mais para piratas.
Maioria dos homens conseguiram fugir, mas três foram capturados. Esses três passaram a viver na nave com as outras mulheres.
O que esse anime tem de ação também tem de engraçado. Porque com o tempo em que os dois gêneros deixaram de viver juntos (tipo, uns 100 anos), eles desconhecem algumas coisas um do outro. Então surgem vários comentários, por exemplo:
-Você sabia que os homens tem uma coisa no meio das pernas?
-O quê? Como assim? Como será que ele conseguem andar?
Ou mais ou menos isso.
Outra coisa engraçada do anime é você perceber que os comportamentos dos gêneros são totalmente verdadeiros. Muitas vezes me peguei rindo com as atitudes das mulheres.
Outra coisa que interessantíssima do anime é que eles são heterofóbicos. Eles estranham o fato de mulheres e homens construírem uma família. Acabam descobrindo isso nos objetos antigos e perdidos dentro da nave.
Eles encara relações homo como algo normal. E como eles se reproduzem?
Bem, os homens se clonam. As mulheres usam uma outra mulher como um pai (Onma, pelo que elas falar.) e engravidam.
E como todo anime tem o casal principal que torcemos para ficar juntos no final, no caso desse: Hibiki e Dita.
O anime também muitos personagens cativantes, entre eles a Meia, Jura, Barnet, Gascogne, muitos outros, e minha preferida: Parfet.
O anime se passa com eles querendo retornar a Mejer, considerando que foram jogados em outra galáxia por conta daquele batalha, foi a própria nave que fez isso.
Além disso tem que enfrentar as frotas inimigas, as naves estranhas que surgem para incomodá-los. Também tem uma coisa que o humanos da Terra estão fazendo e eles querem impedir.
Não vou ficar contando o anime inteiro. Assistam! Super recomendo!
Tem ação, romance e comédia na medida certa.
Vocês podem encontrar Vandread online no Anitube, em japonês e dublado também (vale a pena, a dublagem é boa).
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
Resenha #1: Era uma vez minha primeira vez
(Olha eu feia na foto hahahha)
Eu quase nunca faço reviews de livros, não me acho que coisa grande para isso, porém uma de vez em quando não faz mal a ninguém.
E será sobre um livro que eu estava querendo desde a bienal de 2011, quando ele foi lançado. Só fui comprá-lo na bienal do ano passado.
Podem até dizer que sou velha para ler Thalita Rebouças, porque ela escreve para adolescentes e bla bla. Problema! Gosto dela!
Vou colocar a sinopse do livro e vou falar o que achei.
Sinopse: Coração acelerado, pernas bambas, arrepio na nuca e um friozinho na barriga. Medo? Sim. E também excitação, sonhos, dúvidas, inseguranças e todas as "noias" que as meninas sentem diante da tão esperada e, por que não, idealizada, primeira experiência sexual. São essas angústias e alegrias, contadas de forma leve e bem-humorada, que Thalita Rebouças apresenta em "Era uma vez minha primeira vez", a escritora usa toda a sua sensibilidade e bom humor para falar de um tema que ainda gera muita ansiedade e polêmica entre as garotas. Na linguagem típica das adolescentes, a experiente autora no universo teen conta como seis amigas inseparáveis - Teresa, Clara, Tuca, Fernanda, Patty e Joana -, todas entre 15 e 19 anos, enfrentam o antes, o durante e o depois de um dos momentos mais importantes na vida das mulheres. Mas não espere um manual com dicas sobre sexo, virgindade, gravidez e temas afins. O livro reflete as emoções, os sentimentos, medos e anseios das personagens em diversas situações com as quais as leitoras de Thalita certamente irão se identificar.
O livro é bem aquilo da Thalita Rebouças mesmo. São contos pequenos, mas muito divertido. Como só ela sabe fazer.
Tem muitos momentos em que pego dando risadas das coisas que as personagens.
Eu achei que esse livro fosse detalhar mais as partes importantes de acordo com o tema dele, mas não foi. Só que isso não foi ruim. Falou-se de coisas que mulheres tem e muito: Sentimentos.
E também toda a pressão que sofremos acerca da primeira vez.
Cada personagem encara e quer essa experiência de um jeito diferente. Uma quer muito, para a outra tanto faz, a outra nem pensar. Assim como acontece na vida.
As personagens são muito divertidas e te fazem mergulhar nas histórias delas. Isso para mim é um ponto a favor para o livro!
É um livro excelente e divertido que trata a perda da virgindade de naneira natural e bem humorada.
Anelise Vaz
Avaliação:



quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
Lembranças
Chega aquele dia de arrumar a bagunça do quarto...
Limpar as prateleiras. Arrumar as gavetas. Organizar o que está bagunçado.
E vai finalmente para o armário e começa a "cavá-lo" e desenterra coisas muito antigas, que há anos estão no fundo daquele lugar.
Aqueles objetos carregam uma energia antiga, de quando foram colocados alí. E todos eles te trazem lembranças.
Encontra aquele diário velho, ou aquele seu caderno da quinta série. Começa a folhear e vai vendo o que está rabiscado ali.
As risadas vem e vão...
Você lembra de como aquele tempo era bom, e como é bom lembrar dele também.
Bate a saudade! Bate a nostalgia!
Um sorriso e um suspiro no final da leitura. Um pensamento: Céus, eu não era assim, era? Parece outra pessoa.
E então percebe que o tempo passa rápido, as pessoas mudam e as lembranças que ficam!
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
Ser escritora não é fácil!
Pensando de um modo grosseiro muita gente escreve, mas não escreve. Ela sabe realizar o ato de pegar a caneta e desenhar no papel, porém as suas palavras são vazias. Em outros casos, os desenhos das palavras tomam uma vida inimaginável!
Quem vê de fora até achar fácil, mas é realmente complicado passar o que está na cabeça para o papel, com a mesma sincronia e perfeição na qual se imagina.
Não é fácil dar vida as palavras. Não é fácil ser escritor!
Viver com uma grande confusão de pensamentos e ideias e personagens. Em ritmo constante!
Você mesmo se cobra e sempre há aqueles momentos em que não se acha capaz. Não se sente satisfeito com o escreveu.
Mas tem dessas coisas mesmo.
O que realmente vale a pena é ver que de alguma forma é possível expressar o que está se passando lá dentro, exteriorizar isso para que outros possam entender-te e partilhar deste seu sentimento, deste seu mundo.
Não é fácil, mas é ao mesmo tempo gratificante!
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