Resenha #27: Feridas (Mangá)

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Olá, pessoal! Hoje tem mais um resenha aqui no blog. E é sobre um mangá, vocês sabem que eu adoro ler mangás né? haha
Enfim, segue a sinopse e depois eu falo sobre.

Sinopse: Keigo e Asato frequentam uma classe para crianças que precisam de cuidados especiais. Um por que era agredido pelo pai; o outro, porque foi esfaqueado pela própria mãe. Os dois garotos são obrigados a guardarem em seus pequenos corpos o sofrimento, as feridas e as tristezas empurradas goela abaixo pelos adultos. Até que Asato descobre que possui um poder mais do que especial: ele agora é capaz de transferir os machucados alheios para o seu próprio corpo…

Feridas (kizu, em japonês) é mais um mangá oneshot com a arte feita por Hiro Kiyohara, o artista de Another. Pode-se dizer que ele é mais um irmão de Só você pode ouvir e Tsumituski.
A história fala sobre dois amigos: Keigo e Asato. Ambos foram colados na turma especial da escola em que estudam, por razões de não conseguirem se socializar normalmente por conta dos traumas fortes que passaram apesar da pouca idade. Os dois tem uns 11/12 anos.
Keigo tinha um pai bêbado e violento que batia nele e na mãe. Quando finalmente eles se libertaram do agressor, que foi internado com uma doença terminal. A Mãe de Keigo saiu para fazer compras e não voltou. Asato quase foi morto pela mãe.
A amizade de ambos surgem quando Keigo descobre o poder que Asato tem de "absorver" as feridas (e até cicatrizes) dos outros para o próprio corpo.
Assim, eles começam a testar esse poder e Asato o vai aperfeiçoando. Antes pegava apenas umas feridas leves e recém-feitas, passando a pegar cicatrizes de anos e também passando a ferida para outra pessoa.
Então, eles passam a usar o pai do Keigo como o depósito das feridas. Assim, a história vai se desenrolando. As relações mais legais que existem são entre a professora da turma deles e a Shiho.
A história mostra que muitas coisas estão além do nível físico, algumas cicatrizes, mesmo que estejam fora do corpo ainda estão na mente. Os traumas e experiências vividas não podem ser tirados de nós.
E são essas mesmas cicatrizes que nos constroem e nos fazem ser quem somos hoje. Mesmo que no começo doa e muito, a ferida vai se fechando e cicatriza. E vira só uma marca, um momento e uma coisa ruim que passou e tudo dali para frente será melhor.

Bem, pessoal. Essa foi a resenha de hoje!
Espero que tenham gostado. Até a próxima!

2 comentários :

Tamara Mansur disse...

Oláá!
Conhecendo o blog aqui :)
Eu adoro mangás!! Mas costuma gostar de histórias mais fofinhas e alegres, sabe? Esse me causou a impressão se ser meio dramático, talvez até pesado, sei lá.. Será que interpretei errado? De qualquer forma, achei o máximo que você resenha mangás, fico interessada em ver mais!
Beeijo

http://lecaferouge.blogspot.com.br/

Gislaine Oliveira disse...

Oiiii Ane, tudo bem?
Eu não conhecia o mangá, mas adorei conhecer =D
Ele tem uma proposta bem legal e diferente (me lembrou um pouco uma novela, mas enfim hahahha). É volume único né? Porque a pessoa aqui só pode comprar volume único hahahahhah
E concordo com o que você falou. Muitas cicatrizes estão dentro de nós.
Um beijão
https://profissao-escritor.blogspot.com.br/