Mente Vazia

terça-feira, 31 de julho de 2012



Não se trata de alguém especial, toda a família é importante, isso é verdade, é de mim mesma.

Sempre tive uma imaginação muito fértil e muitas vezes inventei estórias para brincar ou brincava de alguma da disney: Pocahontas, por exemplo.

Eu pegava as roupas da minha mãe e os sapatos dela e todo dia, quando chegava a casa, brigava comigo dizendo que estragara os sapatos dela.

Além de brincar bastante, eu assistia(e ainda assisto)muitos desenhos.

Na escola, quando a professora dava uma boneca para pintar, sempre a fazia morena. Uma alusão a mim? Na verdade, acho que sim.

Minha imaginação fértil também tem culpa por meu tédio. Culpa de não gostar de sentar para estudar.

Com 11 anos, eu peguei um caderno e comecei a escrever: As Super Agentes. Que é uma dessas minhas brincadeiras de infância.

Fiquei alguns anos na compainha delas apenas. Mas quando tinha 15 anos(e fui de uma das Super Agentes, nos meus 15 anos, e a que tem meu nome), tornei outra brincadeira um livro: Mago Belo.

De lá para cá, foi só aumentando e já tem sete no total. E todas são frutos “do meu tédio”.

Eu observo muito as coisas e as pessoas, e as uso para criar outras pessoas e lugares na minha cabeça e se deixar, essas coisas caem nas minhas mãos.

Acho lindo entreter as pessoas com as palavras e deixá-las com interesse e   fazê-las ler.

É muito bom ocupar uma mente vazia com um belo romance, que aguça a imaginação.

E pelas palavras que escrevo e dou vida, que faço o que estou fazendo agora.

E quero ser lembrada no futuro por ter feito as pessoas sentirem.

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