Resenha #15: A espada de Kuromori

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Mais uma resenha no blog. E hoje será sobre um livro que eu gostei muito e sim, entrou para a lista dos favoritos. Como eu chamo, brincando: Kuromori no Swordo (A espada de Kuromori).
Deixando a sinopse e depois, eu falo sobre.

Sinopse: Aos 15 anos, Kenny Blackwood é um típico garoto da sua idade. Nascido na Inglaterra e morando desde os oito nos Estados Unidos, Kenny Blackwood vai a Tóquio para passar o verão com seu pai, um professor universitário. Ao chegar no Japão, o garoto fica surpreso ao descobrir um destino com o qual nunca sonhara. Ele é o único que pode deter uma guerra secreta prestes a explodir. Correndo contra um prazo impossível, Kenny precisa encontrar a lendária Espada do Céu e usá-la para evitar o pior. Mas um bando de monstros terríveis quer impedi-lo e o sucesso terá seu preço. Com a inteligente e destemida Kiyomi ao seu lado, Kenny precisará transitar entre o Japão moderno e o mítico para encontrar a espada perdida, antes que seja tarde demais.

A história começa com Kenny Blackwood dentro do avião quase chegando no Japão, quando ele finalmente abre a carta que o avó lhe deu. E ele fez justamente o contrário do que lhe foi mandado.
Assim que desce do avião, Kenny já é caçado e ele não faz ideia do que fez. E realmente, ele não fez nada, o problema é que ele é a pessoa da profecia, ou melhor, o descendente de um grande salvador, que foi o seu avó.
Com a ajuda do Poyo, que é um guaxinim, ele consegue escapar e acaba se encontrando com Kiyomi e Harashima, que serão as pessoas que mais o ajudarão a entender a sua missão.
E essa história tem todo o folclore japonês que se pode imaginar. Tem onis, nure-onnas, yurei e mais um monte de criaturas. E os deuses, é claro.
O legal é ver o Kenny tendo que adaptar tão rápido aos costumes do país e também a aceitar sua missão. Muitas das coisas que ele consegue fazer com os seus poderes são muito de seu talento natural. Ele treinou pouco para os dias que se passaram. Muito do que ele sabia e fez foi por conta de seu próprio instinto.
O livro é cheio de personagens legais e carismáticos, entre eles estão Genkuro-sensei e o Poyo.
Enfim, a missão de Kenny é deter o grande dragão Namazu que despertará mais uma vez e para tal tem que encontrar a espada sagrada. (Isso me lembrou muito a história do Orochi no KOF e também a parte dos tesouros do mundo espiritual no Yuyu Hakusho.)
É um passeio pelo japão e pela cultura. E sim, o livro é carregado de japonês, mas tem um glossário que salva os mais leigos. Admito que até eu dava uma olhada por lá enquanto lia. E não demotei muito tempo para perceber o que Kuromori significa. =D
Kenny e Kiyomi tem muito em comum, perderam suas mães muito novos e são capazes de enxergar as várias criaturas que vagam Japão afora. É muito legal ver a relação deles se construindo. (Sim, é OTP.) E o final desse livro... Eu fiquei assim, até um pouco triste pelo o que aconteceu. Mas se contar será um spoiler dos grandes. Nem todos os onis são maus.
Ouso dizer que o Kuromori-san entrou para a minha lista de favoritos. (Sim, ele tá juntinho da Joana Dalva agora.) O autor conseguiu reunir o que tinha de melhor e fez uma fantasia maravilhosa. Eu fiquei triste quando o livro acabou. Ainda bem que tem continuação.
Queria que tivesse um anime disso. Preciso!

2 comentários :

gih disse...

Oii Ane, tudo bem??? Ainda não conhecia o livro, mas parece legal todo esse lança da fantasia e tudo o mais :)
E que legal que tem o glossário, hhehehhe, eu ficaria perdida sem :P
Um beijão
http://profissao-escritor.blogspot.com.br/

Francine Porfirio disse...

Já perdi a conta de quantas vezes peguei esse livro em mãos, haha. Ele é lindo! E gostei muito do enredo. A sua é a segunda resenha que leio, flor, a respeito e mais uma vez percebo que vou me encantar com essa história. Gostei muito da aventura que o autor criou e, principalmente, dos valores que o livro acabou desenvolvendo. Espero lê-lo um dia.

Beijos!
http://www.myqueenside.blogspot.com