terça-feira, 13 de janeiro de 2026

Let's Play (Anime)

 
Olá, pessoal! Como vão? Eu espero que bem!
Cá estou eu hoje para poder falar sobre um dos animes que eu acompanhei na última temporada, que praticamente terminou na primeira semana. Avisei na outra postagem, mas vai ter uma pequena maratona falando de animes por aqui. Então, já peço para não estranharem!
E o anime sobre o qual eu falarei hoje foi um que eu comecei a assistir sem expectativa alguma e acabei sendo surpreendida com algo leve e reflexivo demais ao mesmo tempo.
Como está no título da postagem, hoje falarei sobre o anime Let's Play.
Ele conta a história de Samara Young - que tem o apelido de Sam - que passou por uma doença (imagino que tenha sido câncer ou leucemia, mas não fica claro) e o seu refugiu eram os jogos, tanto jogá-los quanto a assistir o seu youtuber/viewtuber favorito: Marshall Law.
Sua paixão é tão grande que durante a sua formação universitária acabou que ela criou um jogo: Ruminate. Só o jogo foi lançado e ficou realmente como um indie, recebendo uma avaliação aqui e outra ali, mas sem dar muito retorno. Porém, o sonho de desenvolver jogos não sumiu.
No começo do anime, vemos a Sam já começando a trabalhar (que depois descobrimos ser na empresa do pai dela) e olhando como está a nota do seu jogo do Indigger - que deve tipo a Steam (porque esse anime troca o nome de muita coisa por direito autoral). Nesse comecinho chega a subir um pouco e ela fica bastante animada, compartilhando com os amigos ali na hora.
Neste dia, o seu streamer favorito acaba lançando um vídeo jogando o Ruminate, só que ele acaba detonando o jogo, achando péssimo e mal conseguindo avançar. E este vídeo acaba resultando numa onda de hate que faz a nota do jogo simplesmente despencar e levando até a conta da Sam no site ser excluída. Obviamente, ela fica bastante chateada! Os amigos tentam animá-la, mas foi um grande balde de água fria no seu sonho.
No final do dia, Sam retorna ao seu apartamento - aqueles pequenos num estilo para uma pessoa só - e descobre que tem um novo vizinho na unidade ao lado e quem é esse vizinho? O próprio Marshaw Law!
A partir dai que a história acaba se desenvolvendo e eu gostei muito de cada episódio que eu assisti. Cada personagem é muito cativante e claro, tem suas próprias questões. Estas que são retratadas com umas espécies de monstros - o que me lembrou e muito a minha terapia em alguns momentos.
O roteiro não nenhum bicho de sete cabeças, mas são coisas que acontecem com nós jovens adultos e não tem como não se relacionar com os personagens. Vemos o desenvolvimento pessoal de cada um e as relações entre eles também!
Apesar de ser ambientado nos Estados Unidos, isso é só um detalhe! Repleto de referências de jogos que vai agradar os que gostam de um bom easter egg.
A temporada terminou com um gancho para a continuação e confesso que quero muito que saia uma segunda temporada porque eu quero muito saber o que vai acontecer. (Ou eu vou ter que ler a versão em quadrinhos para poder saber.)
Então, fica a recomendação para quem está em busca de um anime mais leve e mais pé no chão, trazendo questões mais contemporâneas e geracionais aos millenials e os gen Z.
E vocês? Já conheciam este anime? Gostaram de saber mais dele? Comentem aí! 
Até a pŕoxima!



  

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