terça-feira, 14 de agosto de 2018

Kyon #41: Pais de Anelândia

Olá, pessoal! 
Tudo bem com vocês? Eu espero que sim!
Estava com saudade de escrever algum post para vocês. haha
Então, no último domingo foi o Dia dos Pais e eu tive uma ideia: Por que não falar dos pais de Anelândia? E é sobre isso que falaremos hoje, sobre os pais dos livros da dona deste blog. Até porque, eu estou aqui para dar um foco maior para o lado escritora dela.
Então vou comentar um pouco sobre os personagens que são pais em Anêlandia.
A sequência que farei é pela já conhecida - pelo menos de quem lia lá no Blog do Kyon, ou seja, ninguém - linda e maravilhosa ordem. haha Piadas de Anelândia gente! E claro, vamos pular algumas, pois nem todos os livros necessariamente tem um pai.
Bora lá!
A começar por As Super Agentes. Acho que o foco do livro não é tanto na família das meninas, tanto que os pais delas aparecem pouco, na verdade, nenhum dos pais dessa série - sim, série, em meu coração - tem sequer nome. Eles só tem poucas aparições em momentos pontuais do livro. Mas, o livro tem um espaço-tempo bem logo, então temos pais quando os personagens envelhecem. Imaginem Seiya, Shun, Ikki, Tom e Yui como pais maravilhosos, porque que é isso que eles são. Só o Seiya que foi o pai ausente por um tempo, mas mais pelas circunstâncias da vida do que por culpa própria.
Já em Mago Belo, temos o Robert, que tenta de alguma forma se aproximar do filho que foi praticamente tirado dele pela mãe. Ele é quem mais auxilia o filho, junto aos amigos dele, a descobrir e conhecer mais o seu lado mágico. Alias, eita personagem sofrido que é o Robert. Eu tenho vontade de abraçar ele!
Também tem o padastro do Dimitri, mas eles não se dão lá muito bem. (E ele nem apareceu na parte que foi escrita ainda.)
Pulando para A Filha do Conselho, onde temos só o Will como pai, mas mais para o final do livro. Porém, na continuação vai mostrar muito mais a relação deles. Mas acredito que o Will seja um paizão para o Eric e seus irmãos. (Opa, spoiler!) Ainda lembro da cena em que o Will se emociona ao observar o filho pela primeira vez.
Já em As Aventuras de Jimmy Wayn, a gente percebe que o pai do JV é aquele tipo de pai que simplesmente largou a família sem aviso prévio e deixou a mãe para criar os filhos sozinha.
Outro spoiler: O pai dele vai aparecer no terceiro livro e tocar o terror na vida de todo mundo.
Voltando aos pais amorzinho, chegamos em Mutsu Ike. (A história que por muito pouco não foi chamada de "A história sem nome". MELDELS, ANELISE!)
Alias, nosso protagonista tem dois pais. Steven, que é o adotivo e Hayato, o biológico.
Os dois são bem presentes na vida do Ike, porque eles querem ajudar o filho a descobrir a cura da tal doença que acaba com famílias inteiras.
Indo para Super Gata, temos o pai da Guinevere, Ethan, que é apenas o responsável por trazer a Shigure para a vida da vida. Ethan e a mãe da Gui-san se dão super bem apesar de serem separados, ambos fazem de tudo para dar o melhor a filha. Ethan exemplo de pai!
Chegamos ao nosso amado e tão falado O Diário da Escrava Amada - DEA para os íntimos.
Nessa história temos dois pais, que são o Koishiro e o Makoto. (Tem o esposo da Keiko, mas ele mal aparece no livro. Estou focando em que tem certa importância.)
Koishiro não era muito exemplo de pai quando o Makoto era criança. A perda da esposa o afetou muito e seu filho acabou vendo tudo o que o pai fazia e simplesmente resolveu que não iria fazer igual. Com o passar dos anos que ele aprendeu com seus erros e tenta ser um pai melhor para os filhos mais novos.
Já o Makoto, bem, o que falar dele? Makoto é tudo o que ele queria que o pai dele fosse quando era criança. Isso fez sentido? Acho que sim! A primeira coisa que ele fez foi assumir o filho e claro, faz a sua parte ao cuidar dele junto com a Kazuko.
Por último e não menos importante, de Guilty Angels, temos o pai do Niels: Erik.
Ele foi a primeira pessoa a perceber o potencial artístico do filho e o primeiro a apoiá-lo a seguir seus sonhos. É o fã Número 1 da Vollux, independente da formação. E claro, ele concordo com o filho que devia ser uma banda de rock. Sem contar que ele é super gente boa!
Tenho certeza que faltaram alguns pais, mas estou contando apenas os de histórias maiores mesmo. Não estou levando em conto histórias curtas e nem contos.
Espero que tenham gostado da postagem e de saber um pouco mais dos personagens que são pais.
E Feliz Dia dos Pais atrasado para todos os pais, ou quem cuida de vocês.
Até a próxima!
Beijos do Kyon!

sábado, 11 de agosto de 2018

Strong Girl Bong-soon


Cá estou eu para falar de mais um dorama aqui no blog. Este confesso que tinha um tempão que eu queria assistir, porque ele ficou bem famoso na época que estava sendo exibido, mas eu não tive paciência para acompanhar durante o lançamento, então fui ver depois na dona Netflix.
O dorama que falarei hoje é Strong Girl Bong-soon.
Este dorama conta a história de Do Bong-soon, que é uma garota especial, pois as mulheres de sua família tem um superpoder: Elas são superfortes. Desde os tempos mais remotos há registros das antepassadas com este poder e que mudaram e auxiliaram na história até do país.
Bong-soon é uma jovem 27 anos que sonha em trabalhar com jogos e fazer um jogo baseado nela mesma. Porém, ela não arruma trabalho de jeito nenhum.
Até que, um dia, ela vê um motorista de ônibus escolar sendo atacado por uma gangue só porque pediu para tirarem o caminhão do caminho para que pudesse passar. A Bong bate em todos os caras e dá mesmo uma lição neles.
O CEO da Ainsoft - Ahn min-hyuk - vê o acontecido e até depõe na delegacia após o ocorrido. Ele chama a Do Bong para ser sua guarda-costas, pois ele está sendo ameaçado de morte, ele só não sabe por quem.
O poder dela também tem um porém: se ela machucar um inocente, ela simplesmente perde o poder, assim como a sua mãe.
O dorama também tem um lado policial, onde tentam resolver um caso de sequestros na região onde Bong mora. E o amigo de infância - e paixonite dela - é um dos detetives do caso. E assim se forma o triângulo entre a Bong, o Min-hyuk e o Guk-doo.
O irmão dela é médico e consequentemente acaba cuidando de muitas das pessoas que a Bong machuca durante o dorama.
É um dorama divertido, um misto de mistério e até umas cenas de ação. Todos os núcleos são bem legais, principalmente da mãe da Bong e as outras mulheres da vizinhança.
Os personagens são cativantes e é um dorama fácil de se maratonar. Tem as cenas de romance, mas elas até tem pouco foco em meio as todas as duas investigações: do Sr. Ahn e dos sequestros. O primeiro se resolve na metade do dorama e ficamos com o foco no casal, que eu shippei certo e nos sequestros.
A Bong é até uma personagem um pouco bobinha, mas isso faz dela bem legal. Ela é meio infantil mesmo em alguns momentos e isso acho que é por causa da condição que ela nasceu.
O dorama termina muito bem, sem se estender demais, deixando a gente nervoso até o resolvimento da trama! Com 24 episódios e mais ou menos uma hora, temos também bastante desenvolvimento dos personagens.
Então, recomendo este dorama para todo mundo, porque ele é engraçado e tem mesmo um enredo interessante. Eu resumi bastante para evitar spoilers, mas vejam que vale muito a pena.

terça-feira, 7 de agosto de 2018

Desânimo diário


Sabe quando você faz tanta coisa, mas ao mesmo tempo parece que não faz nada?
Tentativas infinitas de realizar algum coisa, mas que raramente dão certo?
Vendo que tudo o que você faz, que todo o seu esforço é em vão?
E quando se pega pensando nisso, bate um desânimo, uma sensação de fracasso. É horrível perceber que maioria das coisas que se tenta fazer não dá certo.
Claro que é impossível conseguir ter pleno sucesso em tudo, mas também é impossível que tudo possa dar tão errado.
Contudo, será que está dando tão errado assim? Ou será que não se alcançou um sucesso ainda? É um coisa a se pensar e analisar com cautela.
Mas, o desânimo, ele vem e acerta a gente naqueles dias em que parece que só falta o mundo nos afogar com tanta coisa. Vem aquela preguiça, aquela vontade de deixar tudo para lá. Só quer ficar deitada e ver o tempo passar.
Tanto tempo gasto, tão pouco retorno, que a gente se pega refletindo se vale mesmo a pena todo a energia que a gente gasta nisso ou naquilo.
Quando digo isso, refiro-me a todos os aspectos. Seja profissional ou pessoal!
Será que vale ficar horas pensando em alguma ideia para escrever e no fim ver que no fim ela não foi lá tão boa assim?
Será que vale a pena pensar em um tema de vídeo, de postagem, fazer todo o processo e não ter uma resposta decente sobre estar bom ou não? Um feedback?
E esses pensamentos têm dia que vem e voltam, trazendo o bendito desânimo com eles.
E eu? Bem, eu continuo aqui, um passo de cada vez, tentando e tentando, me impulsionando, porque só assim que eu vou conseguir o que eu quero!

sábado, 4 de agosto de 2018

Assistindo, Lendo, Etc... #12: Julho 2018


Olá, pessoal! 
Mais um mês se inicia e com ele mais um post deste tipo, que amo mesmo fazer, falando e atualizando vocês do que fiz no mês que se passou.
Cês acreditam que estamos perto de completar um ano deste quadro aqui no blog? Mês que vem completamos um ano. Parece que foi ontem que eu comecei com ele! O tempo voa né?
Mas, deixemos isso para depois, quando for o aniversário mesmo. Agora vocês devem querer saber o que eu andei, assistindo, lendo, etc.
A começar pelos filmes...
Reassisti alguns como o live action da Cinderella, só porque estava a fim. Também vi filmes que não terminei como Bahubali 2, alias, eu e meu namorado tentamos, mas o filme corre bem devagar.
Emfim, reassisti também Aeon Flux, que é um filme que para mim é bem Guilty Pleasure. O filme nem é lá essas coisas, mas eu gosto.
E também Going for gold, que é aqueles filmes de líder de torcida e teen. Achei super divertido!
Magia Estranha: passei por esse filme um dia na TV à cabo e guardei o nome para ver depois. E acabei achando na Netflix, vi e ele superou minhas expectativas. Achei muito bom e diferente!
O outro é Alex Strangelove, que é um filme super fofinho, sobre autodescoberta e amei assistir. Slam também é um filme bem legal, que retrata um casal de adolescentes que acaba tendo um filho. Filme italiano, BTW.
E vi um filme super velho, Tudo Acontece em Elizabethtown, que vi uns pedaços uma vez ou outra e finalmente tomei vergonha na cara e assisti. E gente, que filme maravilhoso! Comédia romântica clichê que a gente gosta mesmo!

 

Quanto as séries...
Bem, terminei de assisti Strong Girl Do Bong-soon, vou falar dele no blog em uma postagem separada.
O Vazio também é uma série muito boa e bem legal! Adorei o plot, os personagens, mas o final me deu uma decepcionada de verdade, porque os personagens apareceram na sua forma humana e o Adam - o bias - era meio sei lá. Prefiro a versão 2D!
E voltei a ver uma série que eu amava uns anos atrás, Project Runway. Adoro ver as roupas e os desafios que os estilistas participam. Sem contar que a Heidi e um Tim Gunn são uns amores. Sim, tem momentos que os jurados esculacham os participantes, mas mais pelo que eles fizeram mesmo, não menosprezando o trabalho deles. Na Netflix só tem a partir da 7º temporada, estou assistindo o 8º agora, episódio 6, se não me engano.
Outra série ótima é Samantha!, que é a nova série nacional da Netflix. E ela é bem BR mesmo. Adorei a história bem engraçada, com episódios curtos, bem anos 80. Amei tudo! Recomendo!


Já as leituras, estão bem boas.
Terminei de ler A Lua como Testemunha e gostei bastante! Fiz resenha aqui no blog inclusive. Resenha A Lua como Testemunha.
Também li os primeiros capítulos de Entre Vidas: Justine. E eu estou louca para ler o livro completo. Eu fiz Primeiras Impressões Justine aqui no blog.
E atualmente estou lendo Contando Estrelas da Luciane Rangel. E nem preciso dizer que estou amando. A Luh faz isso comigo. Eu simplesmente não consigo parar de ler!
  

E também comprei dois mangás este mês. Claro que foi numa promoção maluca lá da Leitura, a que tem no shopping mais perto da minha casa.
Foram Carnaval Glare - O caçador de Bruxas e Coin Laundry Lady. Nem sei do que se tratam este mangás, eu sempre compro mangás oneshot assim, para ter uma surpresa.
O primeiro foi seis reais e dá para ver que ele tá surradinho. Ele olhou para mim pedindo socorro e para levá-lo. (Até comentei isso com menino do caixa.) O segundo foi 12 reais, um desconto menor, mas ainda assim de queima de estoque. É do mesmo autora de Another inclusive: Hiro Kiyohara.
Em breve, teremos resenha deles no blog. (E mais outros tantos mangás que eu tenho aqui e prometi resenha e até hoje nada.)

Quantos as músicas, tiveram algumas marcantes.
Tem álbum novo do Beyond the Black já para este mês - Agosto - e eles estão divulgando alguns singles. Dessa vez foi o My God is Dead, que é uma música incrível. (E saiu outra ontem, mas já conta como Agosto né? haha)
A segunda foi descoberta maravilhosa nas minhas andanças do youtube, a banda de K-rock Day 6. A música é I wait e é muito boa! E sim, estou ouvindo mais da banda agora.
A terceira e última é o novo single do FTISLAND, que é o Pretty Girl. É um single japonês dessa banda maravilhosa! Sem contar que ganhei muitas imagens para usar no DEA, porque o vocalista - Lee Hong-gi - é a cara do Kaji Yuuki, que é o Makoto.

E também neste mês de Julho, lancei a minha loja de autora, a Contos Anê Loja. As antologias que já participei estão à venda. Compra direta comigo, com autógrafo, marcadores e um abraço virtual.
Vocês acessar aqui: http://bit.ly/LojinhaCA

E claro, tiveram mais atualizações lá do livro que eu publico nas plataformas online: O Diário da Escrava Amada, DEA para os íntimos. Saiu apenas o capítulo 43, mas estou digitando os próximos capítulos para atualizar novamente.
Não percam a chance de ler lá no Contos Anê Blog!

Bem, pessoal, foi isso para o último mês.
E vocês, o que viram, leram e ouviram nesse último mês? Respondam ai!
Até a próxima!

terça-feira, 31 de julho de 2018

Resenha #42: A Lua por Testumunha


Olá, pessoal! Tudo bem? Eu espero que sim.
Cá estou eu, mal voltei de viagem no último final de semana - e que não teve postagem por conta disso, perdão - e trazendo mais uma resenha para vocês.
Dessa vez é mais um romance espírita. Pois é, resolvi dar mais uma chance a um romance psicografado, porque o último que eu li, nem gostei tanto assim.
O nome do livro da vez é A Lua por Testemunha, que eu peguei emprestado para ler lá no meu centro espírita. Vou devolvê-lo hoje mesmo!
Vou deixar a sinopse e falar um pouco sobre o que achei do livro.

Sinopse: Essa obra nos faz voltar ao século VIII e, sobre as areias do deserto, conhecer dois espíritos em busca da evolução espiritual. Veremos bárbaros saqueando povos, visões do passado em forma de reajustes, aprendizado da fé e do amor. Adentremos esta viagem ao passado, rica em aprendizado e banhada de beleza, cultura e sensibilidade que fará bem à nossa alma e dará asas a nossa imaginação.
Livro no Skoob


A Lua por Testemunha escrito pela autora Nelli Célia é aquele típico romance espírita, o que é ditado pelo autor. Ou ele sabe a história através dos sonhos (o que acredito ser o caso aqui) ou ele é transmitido através de psicografia. Então, o livro acaba ficando muito sem um clima que um livro normal tem, pelo menos eu sinto isso. É algo que percebi comparando minhas leituras normais com as espíritas, que são bem poucas. Alias, tem o detalhe de o casal principal desse livro serem as mesmas pessoas que de outros livros da autora, que eu nem conheço, mas ela cita isso no prefácio. Inclusive que a história se passa no século VIII, na região do Saara. Então é um livro com muito deserto e sultões.
O livro conta a história de Jamile, uma jovem que vivia com seus pais em uma pequena. Sua família era sempre ameaçada por Hors, que era um bandido saqueador, destruindo todos os lugares por onde passava. Eles se cruzaram quando os pais de Jamile foram flagrados roubando para dar de comer a Jamile ainda bem pequena. Para não serem mortos, os pais aceitaram a proposta do bandido e se tornaram "protegidos" dele, tendo que dar a filha como prêmio a ele quando ela tiver idade para se casar.
Jamile e seus pais viveram naquele vilarejo por muitos anos, recebendo visitas esporádicas de Hors para ver como andavam as coisas. Jamile vivia seus dias estudando com o Professor Jonaste e posteriormente ajudando professor com as crianças mais novas e também com os doentes.
Ela e seus pais não são pessoas de muitos amigos, eles tem apenas alguns, um deles é Zamir junto com seu pai. E são eles quem mais ajudam Jamile quando os pais já não mais o podem.
Jamile alcança a idade para casar e os pais temem que Hors se aproxime e lhe tome a filha de vez, então bolam um plano para fugir dele. Os pais fogem de barco para outro local e Jamile é levada por Zamir, que é um arquiteto de palácios, para trabalhar no palácio do Sultão Abindar. Tudo isso para cuidar da filha do sultão, Ondine, que é uma menina especial e necessita de cuidados.
E somos imersos nesse ambiente, nesse enorme calor e deserto, com os sultões, os palácios, as odaliscas.
A história do livro tem hora que é até bem lenta, mas isso deixa até mais imersivo e a gente acaba vivendo a história junto com os personagens, acompanhando suas vidas e vendo seus problemas.
Jamile ficou no palácio para se esconder de seu perseguidor e por fim, acaba é conquistando o Sultão Abindar.
Estou resumindo bastante, pois é bastante legal como Jamile e Abindar se encontram. Acho que uma das melhores coisas desse livro!
Quanto a parte espírita, são até poucas, mas elas são bem inclusas na história, aparecendo algumas vezes. Mas, os personagens por serem de outra religião não entendem lá muito bem. O único que dá mais ou menos uma noção a Jamile sobre é o Jonaste (aka Melhor Personagem), que lhe explica sobre como fazer para ajudar alguém apenas pensando em luz em volta desta.
Confesso que não gostei do final, mas o resto da leitura compensou.
É um romance espírita bem leve de se ler, não tem nada além de pessoas aprendendo e evoluindo. Acho que até pessoas que não são espíritas podem ler sem problemas. Recomendo!

Avaliação:



Bem, pessoal, é isto por hoje.
Espero que tenham gostado da resenha. E já conheciam o livro? Comentem ai!
Até a próxima!

terça-feira, 24 de julho de 2018

Primeiras Impressões: Entre Vidas - Justine

Oie, gente!
Como estão? Eu espero que bem!
Hoje trago a vocês mais um livro de uma autora parceira aqui do Blog: Juliana Leite.
Os livros dela já apareceram aqui várias vezes, sãos os livros da Saga da Entre Vidas. Eu já resenhei o Kiara, Lise e Ruby. E ela finalmente vai lançar o quarto - Justine - já este ano.
Vim aqui hoje trazer as minhas primeiras impressões com relação ao livro. A autora me mandou alguns capítulos para leitura e vou comentar o que achei aqui.
E o livro já está em pré-venda no site da Editora Manias, o link tá ai em baixo.
Primeiro a sinopse e a capa e eu faço a minha mini-resenha, porque depois vai vir a com o livro lido por inteiro.
Sinopse: Na Londres vitoriana, a maior preocupação da princesa Justine era conseguir um casamento que deixasse a corte satisfeita e a si mesma feliz.
Porém, quando uma série de assassinatos na corte britânica ocorre, tudo muda. Ao vasculhar o passado de sua mãe, descobriu ser o principal alvo de uma perigosa seita que deseja usar os poderes da Grande Deusa para cumprir sinistros objetivos.
Justine terá que enfrentar o preconceito de uma hipócrita sociedade, usar o conhecimento que possui de outras vidas e refazer antigas alianças para conseguir proteger todos que ama. Link para a compra no site da Editora Manias

Neste quarto livro da saga acompanhamos a nossa protagonista em sua nova reencarnação como Justine, que é um das princesas da corte inglesa. Ela é neta da Rainha Vitória - a mesma que foi a primeira mulher a casar usando um vestido branco e mudou uma tradição de séculos.
É era vitoriana e muitas são como ainda são hoje em dia, incluindo alguns costumes da família real. Justine vive maior parte do tempo sozinha, num palácio de campo mais afastado, apenas com a companhia dos empregados, pois seu pai - Artur - fica mais no Canadá e o irmão - William - está na Rússia. Sua mãe faleceu durante o parto, ou pelo menos é o ela acha, pois foi o que disseram a ela.
A garota não tem chance, ou melhor, bem pouca chance de subir o trono, pois seu pai é sétimo filho.
Em vista do retorno de seu pai, será realizado um baile em sua honra no palácio de Buckingham. Lá ela revê o pai, o irmão e conhece um russo, melhor amigo do irmão: Dimitri Lukin. Justine e Dimitri se encantam logo de primeira, mas ambos não querem ser precipitados.
E algo grande e grave acontece, um assassinato. E Justine é justamente é a pessoa a encontrar o corpo de uma de suas primas sem vida. Ela fica assustada com tudo aquilo, nem ela e nem ninguém entendem o porquê do acontecido.
Com a chegada da polícia logo depois, todos os presentes são interrogados e liberados. Justine volta para casa acompanhada da família.
Uns dias depois mais uma prima dela é assassinada. Se Justine já vivia trancada antes, com tudo isso agora ela sai menos ainda. E ela descobre que os assassinatos tem relação com ela própria.
Durante um passeio com seu pretendente, o Dimitri, eles acabam perdidos e numa tempestade, um cigano os ajuda e por pouco Justine se salva. O cigano - que esqueci o nome agora - começa a trabalhar no jardim do palácio e será uma peça importante para Justine saber mais sobre si mesma e sobre sua missão.
Sua mãe fazia parte de um dos pequenos grupos que ainda cultuam a Deusa, às escondidas. Ela teve que se sacrificar para que não levassem a filha e não morrera no parto como disseram. Justine descobre isto após ler o diário deixado por ela. E é lá que ela também que deve procurar um livro que contém tudo o que ela precisa saber e que foi escrito por ela mesma em sua outra vida, como Ruby.
Justine sabe que ela é o alvo de uma seita que quer usar seu poder para outro propósito e as mortes são em parte por culpa dela. E cabe a ela, em meio a tudo isso, descobrir quem são essas pessoas e impedi-las.


Bem, essas são minhas primeiras impressões. Nem preciso dizer que amei e fiquei vidrada lendo até acabar e fiquei querendo mais. Quero o livro completo já!
É interessante ver que cada livro da saga tem uma pegada diferente, o que o torna sempre melhor do que o anterior. Mas, falarei mais disso na resenha propriamente dita.
Aproveitem que o livro está com promoção pela pré-venda e os 10 primeiros ganham brindes. (Eu não devo ganhar, mas não custa tentar.)


Espero que tenham gostado e que estejam tão ansiosos quanto em para ler Entre Vidas Justine.
Até a próxima!
Beijos!

sábado, 21 de julho de 2018

Top 5 #38: Vídeos favoritos do meu canal no youtube (Ane-chan's)


Olá, pessoal! Como vão? Espero que bem!
Trago para vocês mais um Top 5, dessa vez para falar um pouco sobre o meu canal no youtube, que eu tenho desde 2010/2011 e desde lá que eu gravo vídeos. Eu compartilho os mais recentes por aqui no blog, mas os mais antigos acho que alguns de vocês nunca viram. Então, ontem, enquanto fazia o almoço, tive ideia de listar a vocês quais são meus vídeos favoritos do canal.
Alias, o nome do meu canal é Ane-chan's.
Sem mais delongas, bora para o Top né?

Menção Honrosa: PVs Fanmade: Hero - Aya Hirano e Tea for two - Minori Chihara.
Foram os primeiros vídeos que eu fiz na vida. Eles são do longínquo ano de 2010. Eu sempre me provando a fã de Seiyuus que sou. haha

5- Tags com o namorado
Essas tags são do ano de 2016, eu gravei duas com ele: Ele ou Ela e Testando o Namorado. Foram vídeos divertidos de gravar e de editar. Eu me divirto vendo eles até hoje.

4- Reagindo a fotos antigas
Esse é um daqueles vídeos que eu tive a ideia na hora e resolvi gravar. Já tinha visto diversos vídeos desse estilo e apareceram umas fotos antigas lá em casa. Então, por que não?

3- Tag: Seiyuus / Tag: Minori Chihara Literário
Acho que tags são uma das coisas que mais adoro fazer no canal, por isso que já é a segunda vez que elas aparecem nesse top. Essas são de dois vídeos até que recentes, o primeiro é de Abril deste ano e o outro é de Novembro do ano passado. Provando novamente a Seiyuu Fan que eu sou!

2- Mangá Hentai
Esse foi um dos primeiros vídeos do canal. Acho ele engraçado até hoje. E confesso a minha vontade de regravá-lo para acrescentar algumas coisas que estar mais envolta neste universo me ensinou. Quando gravei o vídeo era bem noob.

1- Vida de Míope
E sim, este é meu favorito. Acho que retratei tanto a minha realidade de ir ao oftalmo e usar óculos, tudo feito de um modo que me arrancou risadas quando gravei e até hoje quando dou a louca de reassistir.

Bem, pessoal, é isso!
Quem sabe ainda não faça um futuramente um top desse mesmo estilo com o canal do Contos Anê, que inicialmente eram postados neste canal principal, depois que eu separei.
E revendo algumas coisas aqui dá para perceber o quanto evolui com o canal. Mesmo que grave pouco, eu gosto muito de falar para uma câmera e depois deixar para os outros verem.
Espero que tenham gostado!
Até a próxima!