sábado, 29 de agosto de 2026

Desabafo: Uma autora/pessoa desanimada

Olá, pessoal! Como vão? Eu espero que bem!
Cá estou eu hoje para fazer uma pequena postagem de desabafo, algo que eu não costumo neste blog, mas acho que dessa vez se faz necessário, porque acaba que são muitas coisas acumuladas e têm horas que só escrevendo para poder processar melhor.
A edição mensal da minha newsletter vai seguir uma temática parecida, mas mais do lado lógico da coisa e aqui quero colocar um pouco do sentimento de tanta frustração que eu tô sentindo desde o começo do ano.
Enfim, espero não me alongar demais (se bem que postagem de desabafo costuma ser enorme) e conseguir falar o que eu estou pensando de uma maneira mais organizada. (Talvez algumas coisas sejam repetitivas para quem já conhece algumas partes da história, só que é para construir todo o pensamento!)
Primeiro os dois baldes de água fria que eu tomei com relação a trabalho. O primeiro lá por Janeiro, quando eu descobri que estava naquela famosa lista que já fazia um ano que eu tinha medo (e que estavam cantando). Só não foi pior porque pessoas, que gostam muito de mim se preocuparam em me avisar bem antes para eu poder ver o que eu poderia fazer. (Tanto que a rescisão foi apenas saiu apenas em Março.)
Rolou um desespero da minha parte, porque eu pensei que tudo ia dar errado e que eu ia ficar sem dinheiro e sem trabalho e as contas não iam parar de vir, também o apartamento para pagar e tudo o mais.
Corri desesperada e comecei a mandar currículo para a profissão que agora eu tenho uma certa experiência, que é professora. Pedi indicações, percorri escolas entregando currículo e bem, apareceu uma oportunidade que combinava com essa minha afobação. Um colégio perto de casa - coisa de 10 a 15 min -, só que os horários todos quebrados por serem justamente os que estavam "sobrando".
Admito que fiquei feliz e animada com a oportunidade e já não era muito diferente do que estava acostumada a fazer, só tinha realmente uma rotina diferente.
Porém, logo me veio a sensação de que seria uma coisa talvez temporária. Não tinha uma razão ou explicação lógica, só sentia mesmo! Sabe o pior? Eu estava mais do que certa!
Quase um mês depois do meu casamento - que foi a única coisa boa nessa "mar de merdas" - e quando eu finalmente senti que teria um gostinho de férias, porque elas me foram tiradas durante o começo do ano; fui chamada no colégio e bem, com seis meses... Me dispensaram!
E veio todo aquele sentimento de novo... De querer chorar, de sofrer, de se sentir um lixo, de se perguntar o que fez de errado. E bem, não tive uma satisfação de qual realmente foi o motivo e sinceramente, acho que não iam mesmo me falar!
Fiquei alguns dias remoendo e sofrendo com isso, porque acaba que eu me culpo mais do que deveria. Só que, nesta situação, pensando em retrocesso, não sei o que eu poderia ter feito de muito diferente. Não vou dizer que não cometi alguns deslizes, contudo senti que não tive a chance de me adaptar e mostrar o meu bom trabalho.
Agora, a coisa já me desceu bem melhor e tentei ver o lado positivo de ter sido dispensada. Inclusive, eles já colocaram alguém lá no meu lugar... Ou seja, já me substituíram. Eu era só mais uma! Triste falar isso, só que realmente para algumas pessoas somos só mais um ali e falta você não vai fazer!
E a última é a minha participação no Encha Seu Kindle deste ano, que sinceramente, foi um flop... Ou melhor, foi abaixo das minhas expectativas!
Coloquei alguns livros em promoção e eu não vendi nenhum. Quanto aos gratuitos, tive bem menos downloads do que eu gostaria.
Ainda fiquei feliz que algumas pessoas se interessaram pelos meus livros, mesmo eu divulgando mal nesse últimos anos.  
São muitos fatores que, separados, não parecem nada demais, só que juntos a conta acumula uns juros que socorro! (Não sou boa de matemática, mas sei que juro é beeem alto!)
Até fiz um vídeo curto falando sobre isso tudo e coloquei no tico teco - é o vídeo inserido no final da postagem - e contei sobre isso, esse meu desânimo eterno.
São muitas coisas que vão se somam e levam a tudo isso e é muito difícil de lidar!
Quero muito que as coisas deem certo, mas é complicado quando a gente só fica tomando porrada!
Queria ter continuado no meu antigo trabalho, mas não rolou, decisões que não posso controlar. Queria fazer um bom trabalho nesse novo emprego novo, mas não rolou também, acho que não atendi expectativas que nem sabia quais eram.
Queria voltar a escrever minhas histórias, queria que elas fossem lidas pelas pessoas e eu tivesse um mínimo sucesso com isso e conseguisse pagar algumas contas.
Eu sei o que é preciso fazer, só que mesmo fazendo, parece que nada funciona e nada dá certo!
Isso me desanima muito! Eu fico me sentindo incapaz, me sentindo um lixo, querendo entender o que tem de tão errado comigo e por que eu fico insistindo em tantas coisas que não me levam a lugar nenhum. Sinto-me dando murro em ponto de faca e só continuo me machucando!
Estou tentando recuperar meu ânimo e a minha vontade de fazer as coisas que eu gosto, que já faz quase uns bons seis meses que não faço direito, porque inclusive, esse trabalho passageiro me sugou muito!
Quero tentar ir com calma dessa vez, finalmente mudar de área, para algo que eu gosto mais e tem a ver comigo - porque eu me tornei professora, pois foi o que apareceu.
Quero voltar a escrever meus livros, voltar a falar sobre eles, quero cuidar da minha carreira de autora da forma que ela merece e eu tenho negligenciado tanto. Cuidar de mim novamente, porque até negligência pessoal está acontecendo.
Eu reencontrei uma boa parte mim faz pouco mais de um mês, quando eu sai desse último trabalho; descobri algo que posso seguir e quero muito que dê certo!
Ainda preciso encontrar as outras partes que estão por aí perdidas; mas eu estou juntando meus caquinhos um dia de cada vez, fazendo o que eu gosto, o que me faz feliz e me completa. Vai ser um dia de cada vez e é assim mesmo!
Eu respiro fundo todos os dias e digo para mim que vai dar tudo certo! E vou continuar lutando para que isso aconteça, porque só eu posso fazer por mim!
Enfim, acho que era isso que eu queria falar. Não sei se deu para entender essa devaneio de pensamento, porém, se você leu até aqui... Agradeço!
Até a próxima!
 
  

terça-feira, 25 de agosto de 2026

Tag: Minha Vida em livros

Olá, pessoal! Como vão? Eu espero que bem!
Cá estou hoje trazendo mais uma tag, mais uma sobre livros, só que pelo menos essa parece um pouco mais recente. Só para avisar que eu a tag neste link, fiquem à vontade quem quiser responder.
A tag é feita usando como base a estante de livros e a minha daqui do apartamento ainda está bem provisória e praticamente metade dos meus livros não está aqui.
Ou seja, talvez finalmente saia uma resposta diferente dessa vez! 
O nome da tag, só para constar é Minha Vida em Livros. 
Só para constar, nossa estante - porque eu moro com meu marido - é essa aqui! 
Bom, com as coisas devidamente explicadas, vamos às respostas!
Bora lá!
 
1- Encontre na sua estante um livro com a inicial do teu nome
Como meu nome começa com a letra "A" acaba sendo bem fácil, então peguei dois: "A Midsummer  night's Dream (Sonho de Uma Noite de Verão)" e o um livro estudo intitulado "A Personagem".
 
 
2- Vá contando a sua idade pelos livros de sua estante, qual livro está no número da sua idade?
Como deu para ver na foto que a estante não está bem organizada, então a minha contagem foi meio aleatória e saiu Scarlet, que é o segundo livro da série Crônicas Lunares. (Lembrando que tenho 33 anos!)


3- Um livro que seja ambientado na cidade/estado/país onde você mora:
Se estivesse fazendo com a estante lá do meu quarto na casa da minha seria fácil achar um livro que se passa no Rio, mas fico com Enquanto o Universo não Desmoronar, que se passa numa cidade fictícia no Paraná!
  
 
4- Um livro que se passe num lugar em que você adoraria conhecer
Como eu acabei pegando o Scarlet na da idade, claro que eu iria adorar conhecer Nova Pequim e o seu mundo todo cyberpunk - só não queria a parte daquela doença. Então, o livro escolhido foi o primeiro da série: Cinder.
 

5- Um livro que tenha sua cor favorita na capa:
Para os não sabedores, minha cor favorita é vermelho, que nem é uma cor fácil de encontrar em capas de livros. O que encontrei aqui - dentre os meus livros - foi Filha da Tempestade. 
 

6- De qual livro você tem boas lembranças
Muitos livros já meu trouxeram boas lembranças, mas realmente um que acabo falando de graça - mas, não tanto assim - é "E, para o resto da vida...".
(Vocês deram sorte que eu não falei de Poderosa e nem de Fadas da Areia porque não estão aqui!)

 
Bem, pessoal, é isto!
Uma tag simples e rapidinha para poder atualizar por aqui, porque eu realmente estou numa época de reorganização de diversas coisas, mas deixo para falar sobre no outro blog.
Gostaram da tag? Comentem aí! 
Até a próxima!
 
  

sábado, 22 de agosto de 2026

Precisamos falar sobre... #48: Devemos criticar livros nacionais (ou os autores)?

  
 
  
Olá, pessoal! Como vão? Eu espero que bem!
Cá estou eu hoje, trazendo mais uma postagem desse estilo que só aparece quando vem alguma situação ou polêmica que eu quero falar sobre e não posso perder o "timing".
Nas últimas semanas aconteceu mais uma edição do Encha Seu Kindle, que é um dia em que boa parte dos livros presentes lá na Amazon acaba ficando gratuito ou em promoção.
Realmente é um dia para promover a literatura nacional e os autores independentes; mesmo que algumas editoras participem do evento, sempre foi mais uma coisa da comunidade independente.
Eu por exemplo, participei da edição deste ano e bem, deixo para falar sobre isso na edição desse mês da minha Newsletter - Boletim de Anelândia - porque, como sempre vou levantar uma reflexão sobre isso!
Enfim, acaba que são muitos livros disponíveis e pouco tempo para pegar/comprar todos eles. Alguns acabam pegando mais de 100 ou 200 livros, olhando brevemente as capas, sinopses e as tropes usadas. E claro, a real experiência de um livro é justamente lendo.
Logo depois que o evento acaba, alguns já começam a ler os livros que adquiriram; dentre um dos mais adquiridos deste ano está "O Experimento do Amor".
O livro segue bem a literatura atual, com a questão de uso de capa ilustrada e a forma que a história é divulgada. Muitas pessoas ficaram interessadas, então muitas pessoas foram ler... Ai que começa o problema!
Críticas e mais críticas quanto ao livro começaram a aparecer! Não posso dizer que elas estavam certas ou erradas, pois vai da experiência de cada um e também não li o livro em questão para poder falar alguma coisa!
Acabaram que esses comentários não foram só acerca do livro, do personagens da história... Como tudo na internet, tomou uma escala maior e chegaram a xingar a autora um cadinho.
E nem todo mundo sabe fazer uma critica que separa a obra e o autor. Óbvio que a autora ficou mal e chateada e acabou por se afastar das redes sociais por alguns dias para poder se recuperar do baque grande e da onda de "hate". (Se bem que acho que agora ela já voltou e o livro está mais popular do que nunca, porque todo mundo quer entrar na onda para saber se é isso mesmo que todo mundo está falando da história. Publicidade, mesmo que negativa, ainda é publicidade!)
Depois que eu soube que ela está na casa dos 20 anos e este é seu primeiro livro... Não pude deixar de me colocar no lugar dela, porque no comecinho da minha carreira como publicada também recebia algumas críticas - algumas construtivas e outras não - e como a escrita ainda é algo muito pessoal (e naquela época era mais ainda), acabava que eu ficava super mal e desanimada.
Algumas dessas eram tão pesadas que eu tive vontade de desistir de seguir como escritora ou até apagar a história inteira e fingir que ela nunca existiu. (Foi o DEA e estava há semanas da publicação dele.)
Com muitos anos de terapia, aprendi a não me sentir pessoalmente atacada e a entender que as pessoas têm o direito de falar bem ou mal de algum livro meu (mesmo que por dentro pense que elas estão erradas).
E quando eu vou falar sobre algum livro que eu não gostei, sempre tomo muito cuidado e não acabar levando nada do que eu comento longe demais, para não parecer um ataque ao autor, mas sim apenas a minha singela opinião sobre aquela obra.
Não vejo problema em se fazer algumas criticas construtivas mais pesadas (porque realmente existem umas coisas que a gente lê e só fica "meldels pq a pessoa escreveu isso?", desde que elas sejam feitas de forma a mostrar ao autor pontos a se melhorar e que ele pode editar naquela livro ou aproveitar para a próxima obra que ele for lançar.
Sei que muitas pessoas, principalmente vendo que é livro nacional acabam até relevando algumas coisas, porque sentem que não é correto "pegar pesado". Só que eu, humildemente discordo. Então, alguns livros que são medianos acabam recebendo opiniões que estão acima do que realmente é aquele livro e bem, acaba que as coisas são acobertadas e o autor não se desenvolve.
Digo isso por conhecimento próprio, parte do meu desenvolvimento como autora foi justamente das quantidade de porrada que eu já tomei. Algumas dessas críticas realmente me ajudaram e as pessoas tinham razão no que falavam. Só que, por outro lado,  já disseram que eu tinha problema mental, que eu deveria me tratar, que eu escrevia só para mim. Até de infantil já me chamaram porque eu não lidava bem com essas opiniões!
Então, sim, podemos e devemos falar nossas opiniões sobre as histórias nacionais (e as internacionais também) sem ter medo, só realmente tomando um cuidado para ser apenas sobre a história e não ir longe demais colocando o autor nesse pacote.
Quanto digo o "autor no pacote" é fazendo ataques que podem ser entendidos como pessoais, porque a gente não sabe como cada um pode reagir a isso. (Tudo bem que na minha vez ninguém pensou nisso, porém eu sempre tento ser empática com os outros! Talvez isso seja um defeito!)
Sei que é um assunto muito delicado e acho que esse tema não consegue se esgotar em uma simples postagem aqui no blog - quem sabe acabe falando sobre como um autor deve lidar com essas coisas num "Dicas para Escrever".
E ai? Concordam com o que eu falei aqui? Estavam sabem dessa história que citei?
Comentem e vamos interagir! 
Até a pŕoxima!

 

terça-feira, 18 de agosto de 2026

Música #55: Koda Kumi


Olá, pessoal! Como vão? Eu espero que bem!
Cá estou hoje trazendo mais uma postagem sobre música e confesso que esse tem um tempão que eu tô querendo fazer essa edição, mas acabou que tava enrolada e esse tipo de postagem demanda um pouco de tmepo e de cuidado para fazer.
Enfim, agora finalmente tá saindo... Antes tarde do que nunca!
Continuando nossa pequena regra, os números ímpares são de artistas solo e hoje falarei sobre a cantora Koda Kumi.
Ela nasceu em 13 de Novembro de 1982, em Quioto. Seu nome verdadeiro é Kumiko Koda!
Ela nasceu em uma família de músicos e sempre foi incentivada a buscar a carreira de cantora, coisa que queria desde o ensino fundamental. Participou de algumas audições durante a adolescência e participou de uma competição da Avex para participar de um novo grupo idol "para o novo milênio". Acabou ficando em segundo lugar, mas ainda assim foi lançada pela sub-label da avex: rhythm zone.
Seu primeiro single foi TAKE BACK, no ano 2000, que junto do posterior Trust Your Love, de 2001; receberam versões em inglês e foram lançados nos EUA pela Orpheus Records.





Primeiro ela começou com uma imagem mais inocente, só que acabou se frustrando pela falta de sucesso dos primeiros lançamentos; por conta de alguns conselhos (do famoso produtor Matsuura Max) ela acabou se cuidando um pouco mais e "melhorando sua aparência" - tendo em visto que ela estava "acima do peso". (O que eu odeio nessa indústria idol).
No finalzinho de 2001, Koda participou de uma canção colaborativa com a cantora coreana BoA; parte do projeto song nation -  em prol das vítimas do 11 de Setembro: the meaning of peace.
Em 2002, lançou o single So Into You, seguindo para o seu primeiro álbum: affection; onde a música título finalmente conseguiu alcançar uma boa posição no rank da Oricon.




Aqui já estava começando a mudança de estilo e visual dela, saindo de uma coisa mais pura para o conceito mais sexy e ousado com o qual trabalha até hoje.
Seu primeiro grande sucesso foi apenas com o 7º single, de 2003, Real Emotion/1000 no Kotoba, que foi usado como tema do jogo Final Fantasy X-2, de PS2; fazendo-a ficar em 3º na Oricon.
Isso quando todo mundo achou que a Koda ia sair da gravadora, pois os singles anteriores não venderam dentro do esperado.




Assim, a carreira dela foi evoluindo e o sucesso foi aumentando aos poucos; com lançamentos mais consistentes e a mudança de estilo de uma idol jovem para uma mulher madura e mais sexy.
Conhecia a Koda Kumi no ano de 2009, quando ela lançou o single: 3 SPLASH; que traz três músicas principais e seu próprio clipe: Lick Me♥, ECSTASY e Hashire!.




Um projeto dela que muitas pessoas acabam por destacar muito é o "12 Days of Christmas", que consistiu dela lançar 12 novos singles, sendo um por semana, até o natal. Trazendo a ideia de representar diversos países, incluindo o Brasil. Foi um projeto bastante ousado, mas que deu muito certo e é lembrado até hoje.
Outros singles dela que eu gosto são POP Diva, Can't We Go Back e Ai no Uta.






Quero destacar também um outro feat que ela fez e que eu amo demais e que simplesmente parece um surto coletivo: That Ain't Cool com a Fergie - sim, essa mesmo!
 
 
Confesso que conheço mais a Koda pelas músicas mais antigas e me desliguei da carreira dela de uns anos para cá. Não que goste dela como artista, só comecei a ouvir outras coisas.
Só sei que pouco depois que comecei a acompanhá-la, já em 2010, ela anunciou que estava grávida e ficou em hiatus por um tempo. Hoje em dia ela é casada e está esperando outro bebê (ou já até nasceu). E bem, se vocês pesquisarem mais a fundo sobre entrevistas que ela deu mais jovem, ela disse que não teria filhos mais velha, porque depois dos 30, "o líquido amniótico ficava podre". E a querida me vai e engravida com 43 anos!
Não tem objetivo nenhum esse comentário, só realmente foi engraçado quando aconteceu e todo mundo meio jpopeiro fez essa piada! A pobre deve se arrepender muito de ter falado isso, mas quem nunca falou né?
O lançamento mais recente dela foi o single em parceria com o Do As Infinity: Change my future (2026). 


Koda Kumi é uma cantora bem versátil e talentosa, seguindo o estilo característico do J-pop junto com R&B.
Inclusive, ela veio aqui no Brasil para fazer um photobook e o making of é simplesmente um EVENTO; pesquisem a cena em que a chamam de Sabrina Sato e tudo.
Não tem como não amar a querida sabe?
E vocês, já conheciam a Koda Kumi? Gostaram de conhecer?
Eu sei que pulei muita coisa, mas ela já tem uns bons 20 anos de carreira e é difícil de compilar tudo! (Mas o artigo da fonte tá bem completo, vale a pena ler!)
Até a próxima!
 
 
 
  

sábado, 15 de agosto de 2026

Devoradores de Estrelas (Filme)


Olá, pessoal! Como vão? Eu espero que bem!
Cá estou eu hoje trazendo mais uma postagem sobre um filme, dessa vez um outro lançamento, que é Devoradores de Estrelas ou em inglês Hail Mary.
Depois pelas minhas pesquisas fiquei sabendo que a história teve como origem um livro - e é de 2021 - mas acabei assistindo ao filme sem saber desse detalhe, então a opinião é puramente do filme.
Devoradores de Estrelas é um filme de ficção científica e traz bem a temática espacial. Alias, antes de começar a falar do filme mesmo, só quero dizer que me arrependi muito de não ter ido ver no cinema, porque o filme é repleto de cenas lindas e mesmo sendo CGI deve ficar maravilhoso numa tela grandona.
O filme conta a história de Grace (sobrenome), que acordar numa nave pequena e em um outro sistema solar. Ele não se lembra porquê e o que está fazendo ali! Apenas desperta de um coma induzido e com criogenia; os outros dois tripulantes da nave estão mortos - porque algo deu errado durante a longa viagem até ali. Primeiro ele pega esses dois corpos e lança no espaço, porque senão iam apodrecer lá dentro e não ia dar certo. Após isso, ele vai tentando e se lembrando sobre passagens de sua vida até chegar ali.
Vemos que ele professor de ciências numa escola, só que pelas coisas que ele fala, a impressão que dá é de que sua capacidade é muito maior do que um simples professor. E isso se prova verdade! Grace era um pesquisador, só que nada que ele quis fazer deu muito certo e ele seguiu na carreira docente e era feliz com isso.
Um dia, após mais um dia de trabalho, ele é abordado por uma mulher e acaba parando no grupo de pesquisa sobre uma bactéria que está consumindo a energia do nosso Sol e pode fazer todo o nosso sistema acabar se nada for feito.
A ideia é mandar três tripulantes para um outro sistema, que pelas observações parece não estar sendo afetado e mandar de volta para a Terra a resposta para que possam resolver. É uma missão sem volta!
Durante essas cenas do passado, no presente vemos que Grace primeiro tem que aprender a operar toda a nave, porque ele não tem esse conhecimento; e também logo encontrar uma outra nave e ele não faz ideia de que tipos de seres estão ali.
Primeiro eles interagem a distância, até que o alienígena pede a Grace para se aproximar. E ai começa uma das coisas mais legais do filme, que é o desenvolvimento da relação entre o Grace e o Rocky (o nome que deu usando o tradutor), que tem a mesma missão para o seu planeta e o seu povo.
O filme tem bem mais de duas horas, só que, diferente de muitos filmes atuais, dá para sentir que há a preocupação de se contar a história, sem pressa, trazendo os pontos necessários e sem ficar corrido ou lento demais em nenhum momento. Naquelas duas horas dá muito para se apegar ao Grace e ao Rocky e torcer para que a missão deles dê certo!
Não quero contar muito porque é um filme recente e para quem gosta dessa temática assim como eu, vai simplesmente amar esse filme!
Foi uma surpresa maravilhosa e como disse no começo da postagem: Por que eu não vi isso no cinema???
Enfim, fica a recomendação para quem estiver procurando algum filme diferente para ver e respirar um pouco de algo bom e que quer contar alguma história nova, cativante e diferente.
Quem ai já assistiu a este filme? Se sim gostaram?
Comentem aí! 
Até a próxima!
 
  

quarta-feira, 12 de agosto de 2026

Se encolher para caber

 
 
Em boa parte da nossa vida, somos colocados dentro de "caixas"; que podem ser grandes ou pequenas. Se bem que, na maioria das vezes, elas acabam por ser minúsculas e a gente sofre para poder caber nelas.
Tudo porque algumas pessoas colocam expectativas sobre nós e dentro do pensamento delas, temos que mover mundos e fundos para poder caber dentro disso... Só que nem sempre acaba sendo algo tão claro assim.
Em muitos situações, tive que me encolher para poder entrar dentro dessas pequenas caixas e por causa disso, acabava que eu me machucava porque ninguém aguenta aperto por muito tempo.
Enquanto quem está do lado de fora só fica julgando, quem está do lado de dentro fica tentando se ajeitar, se arrumar e se encolhendo e até se diminuindo cada vez mais... Só que a caixa nunca vai ficar confortável, porque não foi feita para nós! Mesmo assim, a gente insiste, porque tem certeza de que uma hora a gente vai caber, só precisa de um pouquinho de esforço.
É realmente difícil chegar a conclusão de que uma caixa não nos comporta, porque somos bem mais do que o espaço limitado e limitante que ela tem. Quando essa revelação chega, só resta realmente jogar aquela caixa pequena para bem longe e esquecer que em qualquer dia ela existiu.
E pensar que, talvez ninguém precise entrar em caixa nenhuma; ninguém precisa se encolher para poder caber em lugar algum, porque a gente já sabe qual é o nosso lugar e uma coisa que não é necessário fazer em um espaço que já é seu: alterar algo em nosso essência para ser "aceito" ou se "encaixar". Porque não existe nada que limite ou que acabe podando...
Poder ficar em toda a sua plenitude e complexidade é o que mais libertador! 
 
  

sábado, 8 de agosto de 2026

Assistindo, Lendo, Etc... #108: Julho 2026

      
 
 
Olá, pessoal! Como vão? Eu espero que bem!
Mais um mês começando e com ele trago a nossa atualização mensal sobre as coisas que andei consumindo por aí. Se bem que deu uma diminuída, se for comparar com os meses anteriores; só qu eé porque a vida foi um caos nesse último mês. Quem quiser saber com mais detalhes só ver no Garota Zodíaco. E como ficou tudo um bagunça, acaba que não me consigo realmente relaxar para poder ver mais coisas além do que já estou vendo.
Enfim, sem mais enrolar porque já falei demais, bora lá!
Começando pelas séries...
Primeiro a série atual série de almoço minha e de dignissímo: Person of Interest. Eu costumo falar isso de qualquer série que tenha mais de dez anos que foi feita, mas eu sinto muita falta de série dessa forma, mais para televisão, onde podiam explorar muito mais em questão de ideias e roteiro; junto com o fato de que tem sempre mais do que dez episódios... E por muito! O engraçado é que os personagens, até aqueles que apenas aparecem naquele episódio conseguem ter muita personalidade. Quando terminar de ver, vai ter uma review especial por aqui!
O único anime que estou acompanhando é o da Rosemyne mesmo, ou melhor, Ascendance of a bookworm. A história continua se construindo, mas o ritmo dela é mais lento se for comparar mais com o início da história! A Myne ainda está desenvolvendo para abrir a "editora" dela, mas pelo menos já apareceu a prensa gráfica funcionando. Só que a pobre acabou ficando com responsabilidade demais e mal tem tempo para ler e ela aproveita qualquer brecha que pode!
Outro anime que estou vendo com dignissímo, mas bem devagar é Fullmetal Alchemist: Botherhood. Ainda estamos muito no começo do anime, mas já dá para ver que é mesmo isso tudo que falam! Quem sabe eu não fale quando finalmente terminar né? Sei que ainda tem bastantes episódios! 
 
 
 

Finalmente tomei vergonha na cara e voltei a assistir alguns filmes. Na verdade, os dois não vi sozinha!
O primeiro foi o novo filme do avatar: Avatar Aang: The Last Airbender. Eu gostei muito do filme e bem, eu falei melhor a minha opinião sobre o filme por aqui, quem quiser ler na íntegra.
O segundo filme foi um que eu me arrependi de não ter ido no cinema ver antes, que é Devoradores de Estrelas/Hail Mary; em breve falarei sobre o que eu achei por aqui. Fiquem ligados!
 
 
 
Quanto aos livros, esse ano está um sofrimento mesmo!
Recentemente, chegou o primeiro volume de Diários de Uma Apotecária. Comprei na pré-venda e veio a edição linda e também um card da MaoMao e dois bottons. Comecei a leitura do livro e espero o mais rápido possível trazer alguma resenha este ano no blog. 
 
Outra coisa legal também foi ter ido ao lançamento do novo livro do autor Felipe Saraiça: O Pequeno Príncipe: O essencial em 60 lições! É um livro para se ler um pouco todo dia e não ler em sequência e estou ansiosa para tal! E claro, peguei o meu autografado né?


 
 
Quanto às músicas, saíram algumas coisas novas dos estilos que eu gosto, como sempre!
Admito que foi um mês de mais álbuns, porque nós temos três na lista.
Destaco o álbum de disband do KARD e que eu tô meio triste, confesso! 
  • IMPACT!!!SCREAM - Eri Kitamura (Álbum);
  • Sai Sai saikoukyouno osewa shite - angela; 
  • Where to Now? (Part.2): NOWHERE - KARD (Álbum);
  • Helden x Hymnen - dArtagnan (Álbum).






    
 
Bem, pessoal, é isto!
O que vocês consumiram no mês que passou? Comentem aí! 
Até a próxima!