sábado, 22 de agosto de 2026

Precisamos falar sobre... #48: Devemos criticar livros nacionais (ou os autores)?

  
 
  
Olá, pessoal! Como vão? Eu espero que bem!
Cá estou eu hoje, trazendo mais uma postagem desse estilo que só aparece quando vem alguma situação ou polêmica que eu quero falar sobre e não posso perder o "timing".
Nas últimas semanas aconteceu mais uma edição do Encha Seu Kindle, que é um dia em que boa parte dos livros presentes lá na Amazon acaba ficando gratuito ou em promoção.
Realmente é um dia para promover a literatura nacional e os autores independentes; mesmo que algumas editoras participem do evento, sempre foi mais uma coisa da comunidade independente.
Eu por exemplo, participei da edição deste ano e bem, deixo para falar sobre isso na edição desse mês da minha Newsletter - Boletim de Anelândia - porque, como sempre vou levantar uma reflexão sobre isso!
Enfim, acaba que são muitos livros disponíveis e pouco tempo para pegar/comprar todos eles. Alguns acabam pegando mais de 100 ou 200 livros, olhando brevemente as capas, sinopses e as tropes usadas. E claro, a real experiência de um livro é justamente lendo.
Logo depois que o evento acaba, alguns já começam a ler os livros que adquiriram; dentre um dos mais adquiridos deste ano está "O Experimento do Amor".
O livro segue bem a literatura atual, com a questão de uso de capa ilustrada e a forma que a história é divulgada. Muitas pessoas ficaram interessadas, então muitas pessoas foram ler... Ai que começa o problema!
Críticas e mais críticas quanto ao livro começaram a aparecer! Não posso dizer que elas estavam certas ou erradas, pois vai da experiência de cada um e também não li o livro em questão para poder falar alguma coisa!
Acabaram que esses comentários não foram só acerca do livro, do personagens da história... Como tudo na internet, tomou uma escala maior e chegaram a xingar a autora um cadinho.
E nem todo mundo sabe fazer uma critica que separa a obra e o autor. Óbvio que a autora ficou mal e chateada e acabou por se afastar das redes sociais por alguns dias para poder se recuperar do baque grande e da onda de "hate". (Se bem que acho que agora ela já voltou e o livro está mais popular do que nunca, porque todo mundo quer entrar na onda para saber se é isso mesmo que todo mundo está falando da história. Publicidade, mesmo que negativa, ainda é publicidade!)
Depois que eu soube que ela está na casa dos 20 anos e este é seu primeiro livro... Não pude deixar de me colocar no lugar dela, porque no comecinho da minha carreira como publicada também recebia algumas críticas - algumas construtivas e outras não - e como a escrita ainda é algo muito pessoal (e naquela época era mais ainda), acabava que eu ficava super mal e desanimada.
Algumas dessas eram tão pesadas que eu tive vontade de desistir de seguir como escritora ou até apagar a história inteira e fingir que ela nunca existiu. (Foi o DEA e estava há semanas da publicação dele.)
Com muitos anos de terapia, aprendi a não me sentir pessoalmente atacada e a entender que as pessoas têm o direito de falar bem ou mal de algum livro meu (mesmo que por dentro pense que elas estão erradas).
E quando eu vou falar sobre algum livro que eu não gostei, sempre tomo muito cuidado e não acabar levando nada do que eu comento longe demais, para não parecer um ataque ao autor, mas sim apenas a minha singela opinião sobre aquela obra.
Não vejo problema em se fazer algumas criticas construtivas mais pesadas (porque realmente existem umas coisas que a gente lê e só fica "meldels pq a pessoa escreveu isso?", desde que elas sejam feitas de forma a mostrar ao autor pontos a se melhorar e que ele pode editar naquela livro ou aproveitar para a próxima obra que ele for lançar.
Sei que muitas pessoas, principalmente vendo que é livro nacional acabam até relevando algumas coisas, porque sentem que não é correto "pegar pesado". Só que eu, humildemente discordo. Então, alguns livros que são medianos acabam recebendo opiniões que estão acima do que realmente é aquele livro e bem, acaba que as coisas são acobertadas e o autor não se desenvolve.
Digo isso por conhecimento próprio, parte do meu desenvolvimento como autora foi justamente das quantidade de porrada que eu já tomei. Algumas dessas críticas realmente me ajudaram e as pessoas tinham razão no que falavam. Só que, por outro lado,  já disseram que eu tinha problema mental, que eu deveria me tratar, que eu escrevia só para mim. Até de infantil já me chamaram porque eu não lidava bem com essas opiniões!
Então, sim, podemos e devemos falar nossas opiniões sobre as histórias nacionais (e as internacionais também) sem ter medo, só realmente tomando um cuidado para ser apenas sobre a história e não ir longe demais colocando o autor nesse pacote.
Quanto digo o "autor no pacote" é fazendo ataques que podem ser entendidos como pessoais, porque a gente não sabe como cada um pode reagir a isso. (Tudo bem que na minha vez ninguém pensou nisso, porém eu sempre tento ser empática com os outros! Talvez isso seja um defeito!)
Sei que é um assunto muito delicado e acho que esse tema não consegue se esgotar em uma simples postagem aqui no blog - quem sabe acabe falando sobre como um autor deve lidar com essas coisas num "Dicas para Escrever".
E ai? Concordam com o que eu falei aqui? Estavam sabem dessa história que citei?
Comentem e vamos interagir! 
Até a pŕoxima!

 

terça-feira, 18 de agosto de 2026

Música #55: Koda Kumi


Olá, pessoal! Como vão? Eu espero que bem!
Cá estou hoje trazendo mais uma postagem sobre música e confesso que esse tem um tempão que eu tô querendo fazer essa edição, mas acabou que tava enrolada e esse tipo de postagem demanda um pouco de tmepo e de cuidado para fazer.
Enfim, agora finalmente tá saindo... Antes tarde do que nunca!
Continuando nossa pequena regra, os números ímpares são de artistas solo e hoje falarei sobre a cantora Koda Kumi.
Ela nasceu em 13 de Novembro de 1982, em Quioto. Seu nome verdadeiro é Kumiko Koda!
Ela nasceu em uma família de músicos e sempre foi incentivada a buscar a carreira de cantora, coisa que queria desde o ensino fundamental. Participou de algumas audições durante a adolescência e participou de uma competição da Avex para participar de um novo grupo idol "para o novo milênio". Acabou ficando em segundo lugar, mas ainda assim foi lançada pela sub-label da avex: rhythm zone.
Seu primeiro single foi TAKE BACK, no ano 2000, que junto do posterior Trust Your Love, de 2001; receberam versões em inglês e foram lançados nos EUA pela Orpheus Records.





Primeiro ela começou com uma imagem mais inocente, só que acabou se frustrando pela falta de sucesso dos primeiros lançamentos; por conta de alguns conselhos (do famoso produtor Matsuura Max) ela acabou se cuidando um pouco mais e "melhorando sua aparência" - tendo em visto que ela estava "acima do peso". (O que eu odeio nessa indústria idol).
No finalzinho de 2001, Koda participou de uma canção colaborativa com a cantora coreana BoA; parte do projeto song nation -  em prol das vítimas do 11 de Setembro: the meaning of peace.
Em 2002, lançou o single So Into You, seguindo para o seu primeiro álbum: affection; onde a música título finalmente conseguiu alcançar uma boa posição no rank da Oricon.




Aqui já estava começando a mudança de estilo e visual dela, saindo de uma coisa mais pura para o conceito mais sexy e ousado com o qual trabalha até hoje.
Seu primeiro grande sucesso foi apenas com o 7º single, de 2003, Real Emotion/1000 no Kotoba, que foi usado como tema do jogo Final Fantasy X-2, de PS2; fazendo-a ficar em 3º na Oricon.
Isso quando todo mundo achou que a Koda ia sair da gravadora, pois os singles anteriores não venderam dentro do esperado.




Assim, a carreira dela foi evoluindo e o sucesso foi aumentando aos poucos; com lançamentos mais consistentes e a mudança de estilo de uma idol jovem para uma mulher madura e mais sexy.
Conhecia a Koda Kumi no ano de 2009, quando ela lançou o single: 3 SPLASH; que traz três músicas principais e seu próprio clipe: Lick Me♥, ECSTASY e Hashire!.




Um projeto dela que muitas pessoas acabam por destacar muito é o "12 Days of Christmas", que consistiu dela lançar 12 novos singles, sendo um por semana, até o natal. Trazendo a ideia de representar diversos países, incluindo o Brasil. Foi um projeto bastante ousado, mas que deu muito certo e é lembrado até hoje.
Outros singles dela que eu gosto são POP Diva, Can't We Go Back e Ai no Uta.






Quero destacar também um outro feat que ela fez e que eu amo demais e que simplesmente parece um surto coletivo: That Ain't Cool com a Fergie - sim, essa mesmo!
 
 
Confesso que conheço mais a Koda pelas músicas mais antigas e me desliguei da carreira dela de uns anos para cá. Não que goste dela como artista, só comecei a ouvir outras coisas.
Só sei que pouco depois que comecei a acompanhá-la, já em 2010, ela anunciou que estava grávida e ficou em hiatus por um tempo. Hoje em dia ela é casada e está esperando outro bebê (ou já até nasceu). E bem, se vocês pesquisarem mais a fundo sobre entrevistas que ela deu mais jovem, ela disse que não teria filhos mais velha, porque depois dos 30, "o líquido amniótico ficava podre". E a querida me vai e engravida com 43 anos!
Não tem objetivo nenhum esse comentário, só realmente foi engraçado quando aconteceu e todo mundo meio jpopeiro fez essa piada! A pobre deve se arrepender muito de ter falado isso, mas quem nunca falou né?
O lançamento mais recente dela foi o single em parceria com o Do As Infinity: Change my future (2026). 


Koda Kumi é uma cantora bem versátil e talentosa, seguindo o estilo característico do J-pop junto com R&B.
Inclusive, ela veio aqui no Brasil para fazer um photobook e o making of é simplesmente um EVENTO; pesquisem a cena em que a chamam de Sabrina Sato e tudo.
Não tem como não amar a querida sabe?
E vocês, já conheciam a Koda Kumi? Gostaram de conhecer?
Eu sei que pulei muita coisa, mas ela já tem uns bons 20 anos de carreira e é difícil de compilar tudo! (Mas o artigo da fonte tá bem completo, vale a pena ler!)
Até a próxima!
 
 
 
  

sábado, 15 de agosto de 2026

Devoradores de Estrelas (Filme)


Olá, pessoal! Como vão? Eu espero que bem!
Cá estou eu hoje trazendo mais uma postagem sobre um filme, dessa vez um outro lançamento, que é Devoradores de Estrelas ou em inglês Hail Mary.
Depois pelas minhas pesquisas fiquei sabendo que a história teve como origem um livro - e é de 2021 - mas acabei assistindo ao filme sem saber desse detalhe, então a opinião é puramente do filme.
Devoradores de Estrelas é um filme de ficção científica e traz bem a temática espacial. Alias, antes de começar a falar do filme mesmo, só quero dizer que me arrependi muito de não ter ido ver no cinema, porque o filme é repleto de cenas lindas e mesmo sendo CGI deve ficar maravilhoso numa tela grandona.
O filme conta a história de Grace (sobrenome), que acordar numa nave pequena e em um outro sistema solar. Ele não se lembra porquê e o que está fazendo ali! Apenas desperta de um coma induzido e com criogenia; os outros dois tripulantes da nave estão mortos - porque algo deu errado durante a longa viagem até ali. Primeiro ele pega esses dois corpos e lança no espaço, porque senão iam apodrecer lá dentro e não ia dar certo. Após isso, ele vai tentando e se lembrando sobre passagens de sua vida até chegar ali.
Vemos que ele professor de ciências numa escola, só que pelas coisas que ele fala, a impressão que dá é de que sua capacidade é muito maior do que um simples professor. E isso se prova verdade! Grace era um pesquisador, só que nada que ele quis fazer deu muito certo e ele seguiu na carreira docente e era feliz com isso.
Um dia, após mais um dia de trabalho, ele é abordado por uma mulher e acaba parando no grupo de pesquisa sobre uma bactéria que está consumindo a energia do nosso Sol e pode fazer todo o nosso sistema acabar se nada for feito.
A ideia é mandar três tripulantes para um outro sistema, que pelas observações parece não estar sendo afetado e mandar de volta para a Terra a resposta para que possam resolver. É uma missão sem volta!
Durante essas cenas do passado, no presente vemos que Grace primeiro tem que aprender a operar toda a nave, porque ele não tem esse conhecimento; e também logo encontrar uma outra nave e ele não faz ideia de que tipos de seres estão ali.
Primeiro eles interagem a distância, até que o alienígena pede a Grace para se aproximar. E ai começa uma das coisas mais legais do filme, que é o desenvolvimento da relação entre o Grace e o Rocky (o nome que deu usando o tradutor), que tem a mesma missão para o seu planeta e o seu povo.
O filme tem bem mais de duas horas, só que, diferente de muitos filmes atuais, dá para sentir que há a preocupação de se contar a história, sem pressa, trazendo os pontos necessários e sem ficar corrido ou lento demais em nenhum momento. Naquelas duas horas dá muito para se apegar ao Grace e ao Rocky e torcer para que a missão deles dê certo!
Não quero contar muito porque é um filme recente e para quem gosta dessa temática assim como eu, vai simplesmente amar esse filme!
Foi uma surpresa maravilhosa e como disse no começo da postagem: Por que eu não vi isso no cinema???
Enfim, fica a recomendação para quem estiver procurando algum filme diferente para ver e respirar um pouco de algo bom e que quer contar alguma história nova, cativante e diferente.
Quem ai já assistiu a este filme? Se sim gostaram?
Comentem aí! 
Até a próxima!
 
  

quarta-feira, 12 de agosto de 2026

Se encolher para caber

 
 
Em boa parte da nossa vida, somos colocados dentro de "caixas"; que podem ser grandes ou pequenas. Se bem que, na maioria das vezes, elas acabam por ser minúsculas e a gente sofre para poder caber nelas.
Tudo porque algumas pessoas colocam expectativas sobre nós e dentro do pensamento delas, temos que mover mundos e fundos para poder caber dentro disso... Só que nem sempre acaba sendo algo tão claro assim.
Em muitos situações, tive que me encolher para poder entrar dentro dessas pequenas caixas e por causa disso, acabava que eu me machucava porque ninguém aguenta aperto por muito tempo.
Enquanto quem está do lado de fora só fica julgando, quem está do lado de dentro fica tentando se ajeitar, se arrumar e se encolhendo e até se diminuindo cada vez mais... Só que a caixa nunca vai ficar confortável, porque não foi feita para nós! Mesmo assim, a gente insiste, porque tem certeza de que uma hora a gente vai caber, só precisa de um pouquinho de esforço.
É realmente difícil chegar a conclusão de que uma caixa não nos comporta, porque somos bem mais do que o espaço limitado e limitante que ela tem. Quando essa revelação chega, só resta realmente jogar aquela caixa pequena para bem longe e esquecer que em qualquer dia ela existiu.
E pensar que, talvez ninguém precise entrar em caixa nenhuma; ninguém precisa se encolher para poder caber em lugar algum, porque a gente já sabe qual é o nosso lugar e uma coisa que não é necessário fazer em um espaço que já é seu: alterar algo em nosso essência para ser "aceito" ou se "encaixar". Porque não existe nada que limite ou que acabe podando...
Poder ficar em toda a sua plenitude e complexidade é o que mais libertador! 
 
  

sábado, 8 de agosto de 2026

Assistindo, Lendo, Etc... #108: Julho 2026

      
 
 
Olá, pessoal! Como vão? Eu espero que bem!
Mais um mês começando e com ele trago a nossa atualização mensal sobre as coisas que andei consumindo por aí. Se bem que deu uma diminuída, se for comparar com os meses anteriores; só qu eé porque a vida foi um caos nesse último mês. Quem quiser saber com mais detalhes só ver no Garota Zodíaco. E como ficou tudo um bagunça, acaba que não me consigo realmente relaxar para poder ver mais coisas além do que já estou vendo.
Enfim, sem mais enrolar porque já falei demais, bora lá!
Começando pelas séries...
Primeiro a série atual série de almoço minha e de dignissímo: Person of Interest. Eu costumo falar isso de qualquer série que tenha mais de dez anos que foi feita, mas eu sinto muita falta de série dessa forma, mais para televisão, onde podiam explorar muito mais em questão de ideias e roteiro; junto com o fato de que tem sempre mais do que dez episódios... E por muito! O engraçado é que os personagens, até aqueles que apenas aparecem naquele episódio conseguem ter muita personalidade. Quando terminar de ver, vai ter uma review especial por aqui!
O único anime que estou acompanhando é o da Rosemyne mesmo, ou melhor, Ascendance of a bookworm. A história continua se construindo, mas o ritmo dela é mais lento se for comparar mais com o início da história! A Myne ainda está desenvolvendo para abrir a "editora" dela, mas pelo menos já apareceu a prensa gráfica funcionando. Só que a pobre acabou ficando com responsabilidade demais e mal tem tempo para ler e ela aproveita qualquer brecha que pode!
Outro anime que estou vendo com dignissímo, mas bem devagar é Fullmetal Alchemist: Botherhood. Ainda estamos muito no começo do anime, mas já dá para ver que é mesmo isso tudo que falam! Quem sabe eu não fale quando finalmente terminar né? Sei que ainda tem bastantes episódios! 
 
 
 

Finalmente tomei vergonha na cara e voltei a assistir alguns filmes. Na verdade, os dois não vi sozinha!
O primeiro foi o novo filme do avatar: Avatar Aang: The Last Airbender. Eu gostei muito do filme e bem, eu falei melhor a minha opinião sobre o filme por aqui, quem quiser ler na íntegra.
O segundo filme foi um que eu me arrependi de não ter ido no cinema ver antes, que é Devoradores de Estrelas/Hail Mary; em breve falarei sobre o que eu achei por aqui. Fiquem ligados!
 
 
 
Quanto aos livros, esse ano está um sofrimento mesmo!
Recentemente, chegou o primeiro volume de Diários de Uma Apotecária. Comprei na pré-venda e veio a edição linda e também um card da MaoMao e dois bottons. Comecei a leitura do livro e espero o mais rápido possível trazer alguma resenha este ano no blog. 
 
Outra coisa legal também foi ter ido ao lançamento do novo livro do autor Felipe Saraiça: O Pequeno Príncipe: O essencial em 60 lições! É um livro para se ler um pouco todo dia e não ler em sequência e estou ansiosa para tal! E claro, peguei o meu autografado né?


 
 
Quanto às músicas, saíram algumas coisas novas dos estilos que eu gosto, como sempre!
Admito que foi um mês de mais álbuns, porque nós temos três na lista.
Destaco o álbum de disband do KARD e que eu tô meio triste, confesso! 
  • IMPACT!!!SCREAM - Eri Kitamura (Álbum);
  • Sai Sai saikoukyouno osewa shite - angela; 
  • Where to Now? (Part.2): NOWHERE - KARD (Álbum);
  • Helden x Hymnen - dArtagnan (Álbum).






    
 
Bem, pessoal, é isto!
O que vocês consumiram no mês que passou? Comentem aí! 
Até a próxima! 
 

  

sábado, 1 de agosto de 2026

Avatar Aang: The Last Airbender (Filme 2026)


 
Olá, pessoal! Como vão? Eu espero que bem!
Cá estou hoje para falar sobre o filme do momento... Um milagre eu falar sobre algo no tempo que está mais em alta, só que esse eu realmente gosto e não podia deixar passar. Ainda mais porque digníssimo quis ver o filme ainda na semana passada e foi o que fizemos.
Hoje falarei sobre o novo filme do Avatar - que fiquei claro: Avatar Aang: The Last Airbender. Nem vamos entrar no detalhe que o filme vazou na internet uns meses atrás, só que agora ele saiu oficialmente nas plataformas de streaming. (O que achei um absurdo porque ele merecia muito ir pro cinema, de verdade!)
O filme acontece alguns anos após o final do desenho original, com o Aang ainda jovem adulto, praticamente casado com a Katara e já tendo fundado a Cidade da República (aquela que aparece na sequência "A Lenda de Korra").
Uma coisa que ficou clara já desde o desenho é quando o Aang sente falta dos seus irmãos nômades do ar e um dos seus desejos é de que os dobradores de ar voltem, independente do que seja necessário para tal.
No começo do filme, Aang retorna ao templo do ar onde cresceu para poder deixar mais uma estátua. Nesse lugar onde ele guarda um acervo pessoal e artefatos de outros nômades, para ao menos manter a cultura preservada.
Lá ele é atacado por um grupo de mercenários (que eles chamam de renegados) que quer justamente a última estátua que ele encontrou. Acaba tudo dando errado e eles conseguem pegar!
Aang vai atrás do que realmente teria de tão importante na estátua e ele descobre que aquela dobradora de ar é um das antigas avatar; porém, seu local no ciclo está perdido e ninguém antes sabe o porquê. A única coisa que sabem é onde ela vivia, que é uma montanha bem distante. Então, Aang chama todos os membros do grupos para ir com ele nessa pequena missão!
A partir dai que o filme desenvolve, não quero contar muito para não entregar o enredo e estragar as surpresas que acontecem.
A história é muito bem feito e amarradinha, mesmo sendo mais simples e curta para caber no tempo. Revemos todos os personagens da série clássica, dessa vez mais velhos e também conhecemos personagens novos e com os ideais próprios, que também farão de tudo para conseguir o que querem.
A animação é um ponto alto! Repleto de cenas belíssimas e muito bem feitas; além das cenas de ação que entregam muito também. Claro que também não esqueceram de trazer aquelas cenas engraçadas e com carinha de anime que o desenho original já tinha.
E por aqui no Brasil, a mágica foi ainda maior pois praticamente todos os dubladores retornaram aos seus papéis; exceto os já falecidos, como do Sokka (que tem uma cena com uma homenagem) e da Toph (que o papel ficou com a filha da dubladora original). 
Realmente é uma pena essa experiência ter sido na sala da minha casa, porque acho que há um potencial enorme de ir para o cinema - que está uma bela porcaria e sem nada para assistir - e pegar uma boa bilheteria.
Sem contar que o filme entrega uma linda lição no final de tudo, sobre o perdão especialmente!
Avatar Aang: The Last Airbender certamente é um dos melhores filmes do ano! Quem ainda não viu e é fã do desenho, vale muito! 
E quem já viu o filme: o que acharam? Comentem aí! 
Até a pŕoxima!

 
 
  

terça-feira, 28 de julho de 2026

Tag: 7 Pecados Capitais Literários


Olá, pessoal! Como vão? Eu espero que bem!
Cá estou eu hoje trazendo mais uma tag, uma daquelas que até que rolou nas redes sociais - quem sabe depois não transforme em uma postagem no instagram - e como estou sempre atrasada, demorei um bocado para trazer aqui no blog. Se bem que vocês já estão acostumados com esse meu jeitinho e sabem que gosto de ser bem anos 2000 e trazer essas coisas para cá para deixar mais organizado né?
Enfim, como deu para ler no título, é uma Tag sobre Pecados Capitais Literários, onde cada um deles representa um tema
 
Ganância: Queria que tivesse mais páginas
Enquanto o Universo Não Desmoronar, para desenvolver melhor o final porque parece que a ganância de economizar com número de páginas comeu uma parte inteira e só pularam anos inteiros faltando três páginas pro final.
   
 
Orgulho: Livros que sempre vou defender
Poderosa e os meus! hahah Especialmente O Diário da Escrava Amada. Sou uma autora orgulhosa dos próprios livros!
Poderosa é só a série literária que me tornou leitora de verdade, lá em 2005/2006. 
 

 
Inveja: De que você vai ler pela primeira vez
Cinder e Luar em Odessa.
Dois livros que eu não esperava nada e recebi TUDO! 
 
 

Preguiça: Livros que tenho e estou enrolando para ler
90% da minha lista de leitura, especialmente os livros que comprei nas últimas bienais que eu fui!
Se for observar aquela lista que monto pros "Projetos do Blog" todo ano, acabo lendo bem poucos!
 
Gula: Livros que devorei
Só para não responder Poderosa de novo ou Destemida... Viúva de Ferro! Tanto que eu tive que me segurar para não terminar o livro porque não queria que acabasse.
 

Luxúria: Livros que sou apaixonada pelos personagens
A Terra Mágica de Euclides
Não sou muito fã da história do livro em si, mas os personagens são muito cativantes e foi por causa deles que eu terminei de ler, porque senão nem tinha acabado!
 

Ira: Livros que não curti
Ilha do Tesouro, Dom Casmurro
Eu tinha muitas expectativas em ambos, por serem livros clássicos. Um odiei o final e o outro, tentei ler duas vezes, mas achei um porre de chato!
 
 
Bem, pessoal, é isto! Quis trazer uma pequena justificativa para cada uma das respostas e tentei ao máximo não repetir os livros de sempre, só que é difícil né?
E o que vocês responderiam em cada um dos pecados? Comentem aí! 
Espero que tenham gostado da tag! 
Até a pŕoxima!