terça-feira, 30 de junho de 2020

Top 5 #53: Animes Yaoi (Boy's Love) Favoritos


Olá, pessoal! Como estão? Eu espero que bem!
Cá estou eu trazendo mais um Top 5 pro blog, dessa vez falando de um tema que eu gosto bastante, que são os BLs (Boy's Love) ou Yaoi. Em resumo são as obras focadas em romances homoafetivos entre homens. Hoje farei uma pequena lista dos meu animes yaoi favoritos. Assim, não acho que assisti a tantos, então perdoem se a lista estiver limitada, mas são os meus gostos ok?
Bora lá!

5- Maiden Rose / FAKE
São das levas quando comecei a ver.
Maiden Rose é um dos clássicos, tendo uma trama mais envolvendo militares (eu lembro pouco, tem muito tempo que eu vi) e o FAKE é até um pouco esquecido, mas eu gosto muito, que tem uma trama de investigação e que deixa tudo mais interessante.
Ambos são OVAs de no máximo dois episódios!


4- Love Stage!
Esse aqui é um dos meus amorzinhos e eu acompanhei enquanto o anime estava saindo.
Trata-se de uma história em que o casal se conhece na infância e se encontra uns anos depois.
A única coisa chata que aconteceu foi a censura na época, que transformou os personagens em borros de cores para não aparecer na nudez, um rosa e outro azul. Tanto que a gente apelidou de Smurf  e Algodão Doce.
Mas, eu amo Izumi e Ryouma!
E pela honra preciso ler a história paralela, que dizem ser bem melhor, que é o Back Stage.

3- Viewfinder
Outro clássico, que envolve sequestro investigação e um seme daqueles de tirar o fôlego, vulgo Asami.
Confesso que preciso ver de novo porque tem muito tempo.

2- Ikoku Irokoi Romantan / Yuri on Ice!
Romantan é um dos meus amores também, eu tenho um fraco por semes loiros, não adianta.
A história é com um italiano e um japonês que se conhecem durante uma viagem de cruzeiro. (Esse eu lembro porque tem pouco tempo que revi.) E eu já falei de Romantan uns milênios atrás aqui no blog.
Yuri on Ice sei bem que não é yaoi, mas coloquei como menção honrosa e porque eu gosto muito. Yuri e Victor são tudo para mim!

1- Ai no Kusabi
E para a surpresa de ninguém que visita e até dispensa apresentações.
Eu amo tanto essa história que escrevi um livro um bocado inspirado nela e também já li a novel, que eu resenhei o 1º Volume aqui pro blog e estou lendo o 2º atualmente.
Eu já citei muito Ai no Kusabi para ficar me estendendo, mas já saiu Top 5 só da OST dele, já citei nos finais mais triste de anime, já comentei sobre a autora da obra.
Eu já falei tanto de Ai no Kusabi nesse blog que vocês já nem devem aguentar mais. Só que é meu favorito. Não adianta! Iason e Riki moram no meu coração!

Então, pessoal, é isso! E vocês, quais são seus yaois favoritos?
E não me batam que não citei Junjou Romantica. Alias, preciso fazer um post sobre meus problema com esse anime, já que nem cheguei a terminar de ver. Mas, fica para outro dia.
Espero que tenham gostado!
Até a próxima!

sábado, 27 de junho de 2020

Música #18: FAUN


Olá, pessoal! Como vão? Espero que bem!
Cá estou eu hoje trazendo mais uma postagem sobre música, a primeira de 2020 (em pleno junho) e seguindo o cronograma, hoje temos um grupo, dessa vez o de folk alemão: FAUN.
A banda de folk pagão começou em 1998, formada por Oliver Pade, Birgit Muggenthaler, Elisabeth Pawelke e Fiona Rüggeberg.
No tempo de existência, a formação mudou e a atualmente está assim: Fiona Rüggeberg. Oliver "Sa Tyr" Pade, Stephan Groth, Rüdiger Maul, Niel Mitra e Laura Fella.
A origem do nome da banda vem do Fauno, que é uma criatura mitológica romana ligada às colheitas, fertilidade e música. Mais conhecido pelo nome de Sátiro, por ter as pernas de bode.
Eu nem me recordo realmente quando os descobri, mas foi no meio da leva do Santiano, na mesma época, lá pra 2017, enquanto estava no estágio de Jornalismo na faculdade.
A primeira música do grupo que descobri foi justamente o feat deles com o Santiano: Tanz mit mir.


A banda segue um estilo de música folclórica pagã com uns mistos de música medieval. Então, o som que caracteriza a banda vem de instrumentos antigos, como gaita de fole, flautas e viela de roda. E também os idiomas que cantam são diferentes como alemão, inglês, latim, grego, finlandês.
O primeiro álbum deles que ouvi, pelo menos algumas partes, foi o Midgard (2017), onde tem a músicas Federkleid. E também já ouvi algumas do álbum Luna (2015), que tem a música Walpurgisnacht.
 


Quando conheci a banda, a membro Katja Moslehner ainda fazia parte. E eu adorava a voz dela, mas ela acabou saindo logo depois, foi ai que entrou a Laura Fell, que canta muito bem. Porém, a voz da Katja tinha uma coisa que não sei explicar.
Depois vieram o single Feuer (Fogo) em 2018 e o álbum Märchen & Mythen em 2019.



Mas uma das minhas favoritas deles é Wenn wir uns wiedersehen, que me passa muito uma vibe de uma das histórias: As Princesas Gêmeas. Justamente pela temática medieval e pelas moças terem cabelos loiro e castanho, respectivamente. Essa música me dá uma vontade de dançar. Deve ser meu lado cigano!


Bem, pessoal, é isso! Apresentando brevemente a vocês o FAUN.
Para quem quiser ouvir mais música, a discografia deles está lá no Spotify.
Já conheciam? Gostaram de conhecer?
Comentem ai!
Até a próxima!

terça-feira, 23 de junho de 2020

Dicas para escrever: Como se organizar para escrever


Olá, pessoal! Como estão? Eu espero que bem!
Cá estou eu trazendo para vocês mais um "Dicas para Escrever". Confesso que estava com um pouco de saudade de escrever as dicas, mesmo que tenho pouco tempo que fiz a última. haha
Enfim, lembro de muito tempo atrás de ter feito dicas sobre o Planejamento da Escrita, mas tem muito tempo e quero reforçar outras coisas.
Sei que tem muitos autores - eu inclusa - que tem problemas para escrever, seja manter uma quantidade padrão de palavras ou de não conseguir "parar para escrever".
Então, hoje oferecerei algumas dicas sobre Organização.
E como gosto de reforçar sempre, são apenas dicas, não leem nada aqui como regra absoluta e acabar seguindo ao pé da letra. São apenas algumas direções para os perdidos?
Bora lá!

 Como se organizar para escrever

Bem, vou separar esse texto em alguns tópicos que são justamente as dicas para poder otimizar e organizar melhor a nossa escrita. E como se trata de organização de uma forma geral, cabe a cada um de nós fazer o que funciona melhor para a gente. Vou dissertar sobre cada um dos tópicos!
  • Hora para escrever / Tempo focado
Se você não consegue se concentrar ou escreve sem ter um "horário padrão", o ideal é separar - nem que seja meia hora - um tempo para escrever. Pode ser na parte do dia que você acha que é mais produtivo para você, ou que talvez seja o horário mais tranquilo. De manhã bem cedo ou de madrugada. Se não souber qual é esse momento, não é tão difícil de descobrir. Ou pare quando der e escreva.
Existem aplicativos de concentração e de contagem de tempo, dá para colocar no celular e ele fica tocando alguma música e com um relógio em contagem regressiva.
Ou, se não quiser usar aplicativos, use o alarme comum mesmo, do próprio celular.
Desligue um pouco as redes sociais, coloque alguma música (ou não), mas fique em um ambiente confortável para você, onde seu único foco seja escrever o livro.
Não se importe muito com a quantidade, mas sim com a qualidade. Só escreva! Mesmo que sejam 100 ou até 500 palavras, foi o que saiu ali no momento. Não se pressione, faça no seu ritmo!
Quando o alarme apitar, fique feliz por seu tempo em foco ter funcionado.
  • Estabeleça metas para sua escrita
Escrever com alguma meta a vista, nos ajuda a focar mais. Seja uma quantidade X de palavras por dia, ou terminar tantos capítulos em uma semana. São metas suas com você mesmo. Metas suas com a sua história. Assim, pode ter aquele dia que você está mais cansado, ou com um pouco de bloqueio e saia um pouco menos. Ou um dia que você está mais animado, mais empolgado e acabe saindo mais.
Eu já escrevi com meta de palavras diárias - especialmente em NaNoWriMo - e para funciona bastante, porque eu não tenho um certo padrão para escrever. (As dicas dessa postagem realmente servem pra mim!)
Tem dias que batemos a meta de palavras bem no limite e paramos. Tem dias que a gente ultrapassa a meta e até escreve o dobro dela. Ou vai ter dia que você não vai conseguir escrever. e TUDO BEM!
Mas, outra coisa, estabeleça metas que você possa cumprir. Nada de começar com mil palavras por dia se você tem consciência que não consegue. Vá com calma, coloquei uma meta pequena, apenas para pegar o ritmo e se funcionar bem, vá aumentando gradativamente.
Comigo, por exemplo, ficou entre 500 e 600 palavras, porque é o que é bom para mim,m porque também não sou uma pessoa que escreve capítulos grandes por exemplo. E eu prefiro escrever de pouco em pouco, mas sentir que estou indo a algum lugar.
  • Tenha sua história planejada
É importante você saber onde se quer chegar com a história. Nem sempre é bom escrever o que acha que vai ficar bom, sem nem saber onde se quer chegar com a história.
Eu já falei um pouco sobre isso aqui no Dicas para Escrever, na postagem sobre Planejamento da História e dos Capítulos. Porém, vou aproveitar aqui para reforçar!
De vez em quando, confesso que a história vai tomando rumos que eu não controlo, mas alguns pontos eu tenho planejados, eu sei bem onde quero chegar com a história.
Costumo fazer isso como uma lista de tópicos, apontando os acontecimentos que eu quero que sejam importantes, chamo de pontos-chave, justamente para acabar não me perdendo. Ou até em que pequenos resumos das ideias que eu tenho até o final. É importante saber onde a nossa história vai, senão a gente vai escrevendo, escrevendo e não acaba nunca.
E essa dica acaba se complementando com a anterior, ter o planejamento da história te ajuda a cumprir as metas estabelecidas, justamente porque vai haver um ponto a se chegar.
E claro, sem esquecer de usar a estrutura do Apresentação, Complicação, Clímax e Desfecho.
  • Organize o resto do seu dia
Se organizar para escrever também é organizar o seu dia. E também não ficar o seu dia todo escrevendo, a não ser que você queira focar maior parte do seu dia em escrever, mas isso não pode ser, por exemplo, uma rotina. Sei que a realidade da maioria dos autores aqui é ter algum trabalho além da escrita, mas se você viver dos seus livros, pode com certeza separar boa parte do seu dia para a produção dos livros. Mas, é o que falei no começo da postagem, vai de cada um com suas necessidades e realidades.
Mas, tenha minimamente organizado seu horário de escrever, de divulgar - no caso de autores independentes, horário de comer, de tomar banho. Separe seu dia, organize sua semana, levando em conta suas próprias metas, seja quais elas forem, não necessariamente relacionadas aos livros e escrita.
Essa dica serve para todo mundo, até para mim, porque eu não o faço, justamente porque não consigo por algumas circunstâncias! É bom ter uma organização! Por mais mínima que seja.
  • Se dê um tempo de descanso
Tão importante quanto trabalho, é também descansar.
Não adianta ficar num desespero querendo escrever sem parar, porque a nossa mente uma hora pode cansar sim, ai é pior ficar forçando e acaba querendo continuar e depois acabar descartando tudo porque não dá para aproveitar nada.
É bom tirar um tempo de descanso. Seja para ler, ver um série, ouvir música, qualquer coisa. Só se desligue da escrita por um tempo e depois volte.
Sempre faço isso quando sinto que a coisa não está fluindo e estou me forçando para escrever.
Cabe sempre de você entender como funciona para você. Mas, por favor, descansem, porque tenho certeza que ninguém aguenta ficar fazendo uma mesma coisa por muito tempo.
Nem que seja por apenas meia hora, tire um tempo para respirar. É importante!

Bem, pessoal, é isso! Gostaram das dicas? Espero que sim!
Tem alguma coisa que eu citei que vocês já fazem? Tem alguma dica que vão tentar seguir?
Lembrando que não sou dona da verdade ok? Minha única função com essas postagens é ajudar autores, porque é o que mais precisamos fazer: Se apoiar!
Até a próxima!

sábado, 20 de junho de 2020

Kyon #65: Conexão com os livros

Olá, pessoas! Tudo bem? Espero que sim!
Cá estou eu de volta. Dessa vez para falar de um tema relacionado aos livros, tanto aos que lemos e também para os que escrevemos. Coloco-me neste barco porque eu já escrevi uma história, não a terminei ainda - eu quero - mas eu tenho conhecimento de causa para falar.
Quando estamos consumindo uma obra, creio que precisa sim haver uma conexão entre nós e os personagens dessa história. Pode ser que nem simpatizemos tanto assim com o protagonista, ou que não simpatizemos com alguns dos personagens, mas deve haver algum elo desse tipo.
Creio que o que nos prende e nos conecta aos livros são justamente os personagens - e não só eles obviamente - e esse é um dos pontos que acaba fazendo com que gostemos tanto de livros.
Outra ponto que cria conexão é a premissa da história e como ela é contada. Se o início vai ser interessante e o decorrer também. Se vai ser um tipo de livro que vai te deixar louco para saber o que vai acontecer e não se tem paz até se saber o final.
E acredito que seja isso a maravilha da leitura, é se conectar com algo. Há um encanto em quem lê, porque você acompanha a história daqueles personagens, todos os desafios pelo quais passam.
Mas, o escrever é bem mais profundo. Porque você acaba vivendo aquilo tudo junto com os personagens, vai acompanhando e descrevendo cada um dos passos que eles dão. E sente tudo intensamente como eles. O autor é um outro personagem, mas o personagem de fora, que só observa.
E é isso, pelo menos do pouco que aprendi enquanto escreviam, é que os personagens são partes de nós e nós deles.
Essa é a conexão que existe com as história, é essa sintonia que acaba por nos ligar.
Dar a vida, passar por tudo com eles e contar suas histórias. Estar junto deles sempre, mesmo bastante tempo após o "Fim" de suas aventuras.
E pode ter certeza que é intenso, é frenético tanto para leitor quanto para o autor.

terça-feira, 16 de junho de 2020

Divulgação Herói Editora


Olá, pessoal! Como estão? Eu espero que bem!
Cá estou hoje para fazer uma pequena divulgação. Lembro de ter comentado em algum dos posts passados sobre a abertura da minha editora, então vim apresentá-la a vocês.
Na verdade, desde a bienal do ano passado, já estava com essa ideia - junto com meu namorado e meu irmão - de abrir a editora. Então, finalmente e meio que no susto, abrimos a editora.
O nome dela é Herói Editora.
Vou colocar aqui o textinho de apresentação:
A ideia de abrir uma editora surgiu por conta das experiências não ideais com a publicação em outras agências.
Após a vivência de publicar uma obra de forma independente, decidimos aplicar o ditado: Se você quer algo bem feito, faça você mesmo.
Com a junção de uma equipe bem diversa, porém próxima, decidimos dar os primeiros passos dentro do mercado editorial e a favor da Literatura Nacional.
A origem do nome da editora é uma homenagem a um pequeno herói que em sua curta passagem neste mundo salvou uma vida e mudou várias.
E, de certa forma, é o que esperamos ser para nossos autores, sendo um escudo para o sonho de publicar suas obras.
Além das publicações dos livros, também vamos oferecer alguns serviços editoriais para os autores que quiserem.
São elas:
  • 📝Revisão Ortográfica: a fim de corrigir os elementos textuais, como a própria ortografia, concordância e pontuação.
  • 📚Leitura Crítica: a fim de analisar a coesão, coerência, assim como a verossimilhança, para perceber as forças e fragilidades do texto e no que ele pode ser melhorado.
  • 📖Diagramação: distribuir os elementos gráficos no espaço delimitado de uma página impressa ou de Ebook. (Vulgo: Formatação do livro)
  • ✍️Ilustração: Artes exclusivas tanto para a capa quanto para a parte interna dos livros.
  • 📙Capa: Parte exterior do livro, onde vão o nome da obra e do autor.
Por enquanto, estamos preparando o primeiro livro a ser publicado pela editora, mas vamos divulgar sobre isso na próxima semana. E também estamos preparando o edital de uma antologia, que também deve sair em breve.
As publicações vão seguir o formato digital, até a pandemia passar, porque não estão tendo eventos e realmente o ebooks digital é mais acessível num primeiro momento. Mas, calma, talvez daqui um tempo tenhamos já alguns livros em formato físico também.
E claro, a nossa equipe, é composta de três pessoas, que são:


  • Anelise Vaz: Gerente de Comunicação e sócia-fundadora
  • Elias Vaz: Diretor de arte e sócio-fundador
  • Marcus Almeida: Editor-chefe e sócio-fundador
Fiquem ligados nas nossas redes sociais, pois estamos atualizando diariamente para não perderem as informações sobre os lançamentos.
O links estão abaixo!
É isso! Até a próxima!

sábado, 13 de junho de 2020

Escritora de Romances?


Ontem foi dia dos namorados. E bem, pelo título já dá para perceber que não é sobre isso que vou falar. Na verdade, vou falar um pouco – de novo – sobre essa vida de ser escritora e também estereótipos em cima das mulheres que escrevem.
Muita gente pensa que por eu ser mulher, menina, do sexo feminino que eu necessariamente escrevo romances. Romances românticos que eu quero dizer. Confesso que realmente tenho algumas das minhas histórias que se caracterizam dessa forma, até porque é realmente um gênero que gosto tanto de consumir quanto de escrever. Porém, não significa que eu só escrevo isso.
Quantas vezes já não vieram para mim, depois de descobrirem que sou escritora, e me perguntaram quais eram os romances que eu escrevia? Por que necessariamente esse tipo de pergunta pra mim? Porque sei bem que com um homem essa pergunta seria bem diferente. Seria algo como: E você escreve o quê? – perguntando sobre o gênero.
Não sei em que universo tiraram que só homem pode escrever diversas coisas e mulher só uma? Estou falando aqui de uma opinião e pensamentos bem arcaicos e antiquados. Enfim, talvez esteja sendo a “feminista chata”, mas é algo a se refletir.
Sim, eu escrevo Romances – com R maiúsculo – que é uma coisa bem diferente do com R minúsculo. São histórias com gêneros diversos – seja aventura, fantasia, sci-fi, juvenil -, com múltiplos personagens, cenários e tramas. Histórias que vão muito além de um casal que se apaixona e termina junto. O que eu escrevo tem a ver com a multiplicidade que eu mesma sou! Escrevo desde criança, então escrever é praticamente me conectar com aquele meu eu infante e que tinha todos os sonhos e brincadeiras do mundo. A última coisa que naquela época pensava era em namorar e casar e tudo mais. Na real, eu só queria era ser um Super Agente (e até hoje eu quero).
E claro, não generalizando também, tem as escritoras que realmente escrevem seus romances e se é isso que elas gostam, está tudo certo. Cada escritor escreve o que quer, desde que não fique cagando regra no livro dos outros. Ninguém é melhor ou pior do que ninguém porque escreve o tema X ou o tema Y. E parem de rebaixar o romance e dizer que é um “gênero feminino”, porque é feio e ridículo. Deixem as moças escreverem os Romances que elas quiserem, com elementos fantásticos, com elementos espaciais, com o próprio romance em si – mesmo que bem implícito. Só não menospreze o nosso trabalho por sermos que somos! 
Já chega do mercado literário machista. Apenas deem espaço não só para as moças, mas para todas as outras minorias!

segunda-feira, 8 de junho de 2020

Falando sobre os projetos de escrita atuais - Junho 2020

Olá, pessoal! 
Como estão? Eu espero que bem!
Cá estou hoje trazendo uma postagem diferente. Até porque esse tipo de coisa eu falaria no "Assistindo, Lendo, Etc..." que saiu na última semana, mas resolvi, dessa vez ao menos resolvi separar porque tem bastante coisa legal para comentar. Bora lá logo. Sem enrolar!
Enfim, que não me acompanha tanto em outras redes, não deve saber, mas eu estou reescrevendo a minha primeira história. Eu já até fiz uns textos sobre essa experiência nos últimos tempos, mas falar do livro em si, ao menos essa versão nova nunca. São as já conhecidas - porque já citei sim - As Super Agentes e o livro das magias.
Enfim, estou mexendo muitas coisas para poder dar as meninas a história que elas merecem.
Haja cálculo para fazer, é de aniversário, é de ano, é de tudo. haha Alias, alguns dos aniversário terão que ser trocados porque eu dei o signo de elemento errado.
Outra coisa que ainda estou aprendendo a lidar é com as mudanças de nomes dos personagens, ainda estou aceitando que boa parte deles vai mudar de nome depois de 15 anos.
A história se trata de um profecia que dá poderes a adolescentes e também um ritual onde esses poderes podem ser roubados deles. Basicamente, os poderes elementais dos garotos, nas mãos erradas podem destruir o mundo. Pode não ser o melhor enredo do universo, mas se tratando de um livro infantil, acho válido.
Enfim, apesar da ansiedade em escrever, ainda estou com poucos capítulos escritos. Esse começo tem sido bem mais de planejamento e releitura dos escritos antigos e vendo se algum ponto posso aproveitar.
Recentemente, até fiz uma Thread no twitter falando um pouco sobre minhas meninas. Vou deixar ela aqui!

E a outra história que estou escrevendo - e me divertindo muito, devo confessar - é a Contemporânea Erótica.
Mais uma erótica e mais uma vez inspirado em algum anime e devo confessar que esse é hentai mesmo. Enfim, está sendo uma história leve e bem divertida de escrever. Já consegui escrever alguns capítulos e confesso que estou ansiosa até para colocar nos mesmo sites em que publiquei outras histórias, mas quero escrever mais um pouco antes de fazer isso, porque eu realmente aprendi a minha lição com o DEA onde eu atrasava e muito as postagens por fazer tudo manuscrito e demorava muito para digitar e postar. Então, vou adiantar alguns capítulos antes de começar a postar, porque é sempre bom deixar um pouco adiantado para não me enrolar.
E esse história envolve coisas que eu gosto, especialmente um blog, que é onde a protagonista escreve seus contos. Estou adorando escrever a história do Gustavo e da Helena. (Resolvi dar uns nomes nacionais dessa vez, para até ficar bem brasileiro mesmo.)
Vou deixar a capa e sinopse aqui para vocês. E já tem a página no Contos Anê Blog. Quando começar a postar, pode deixar que vou avisar na página do facebook do blog.
Sinopse: Duas entregas que foram ao destinatário errado. Duas caixas trocadas.
Gustavo recebe sua encomenda que fez pela internet, mas ao abrir vê que não é  nada daquilo que ele pediu. Logo percebeu a troca e foi ao apartamento  da vizinha que devia estar com a caixa e fazer a troca. Tudo isso seria  normal, se a caixa de Gustavo não estivesse cheia de produtos eróticos e  ainda piora (ou será melhora?) pois ele descobre que sua vizinha Helena  é a autora anônima de um blog que ele acompanha, chamado Contemporânea  Erótica.
Imediatamente, para não revelar a identidade da  blogueira, ele oferece um acordo: Ajudá-la com o blog. Porém, Helena  reverte a situação a seu favor e Gustavo acaba virando a cobaia para  testar alguns dos produtos que recebeu naquela caixa.
Suas  experiências juntos serão transformadas em contos eróticos para o  Contemporânea. Mas, tudo isso irá muito além do que simples contos!

E também tem a parte do lançamento da minha editora, mas deixa que na próxima postagem eu falo um pouco sobre ela. Vamos separar a minha parte de escritora e a minha parte de dona de editora. haha
Espero que tenham gostado de saber um pouco sobre o que eu ando escrevendo. 
E vocês, autores? Quais são os seus projetos do momento? Falem ai nos comentários!
Até a próxima!

terça-feira, 2 de junho de 2020

Assistindo, Lendo, Etc... #34: Maio 2020


Olá, pessoal! Como estão? Eu espero que bem!
Mais um mês começando e com ele mais uma das nossas atualizações mensais sobre minha séries, filmes, livros e até música. Lembrando que é sempre referente ao mês que passou.
Nem tem tanta coisa este mês. Apesar de estar mais em casa, estou fazendo outras coisas, como escrever - que vou separar uma postagem para isso esse mês.
Então, bora lá!
Começando pelos filmes...
Foram dois nacionais que assisti. Um foi Gostosas, Lindas & Sexies que tinha tempos que queria ver. É um filme de comédia e é até legal, mas ela mais vale pela diversidade e empoderamento das personagens do que pelo roteiro em si. Curti o filme, mas não veria de novo!
O outro foi romance Ricos de Amor, que é o cara rico e a menina pobre. Eu gostei e me diverti muito com o filme, mesmo sendo o mais clichê. Valeu para relaxar!
E por último, um filme que vi no domingo, que já estava na minha lista há tempos: O Castelo Animado. Eu sou suspeita para falar, amo animes e amo o Ghibli. Eu amei o filme e estou apaixonada pelo Howl. É isto!


Quando as séries e consequentemente animes, continuo assistindo vários.
Otome Game no Hametsu Flag que está saindo episódios todos os sábados. Eita anime divertido! Eu morro de rir quando assisto porque a protagonista é muito tapada.
E continuo maratonando InuYasha, cheguei na terceira temporada e tô surtando porque na Amazon tem até todas as temporadas, mas aqui no Brasil só tem até o final da terceira.
Tomei vergonha na cara e finalmente voltei a ver She-ra e as Princesas do Poder. Terminei a quarta temporada e comecei a quinta. Eu não tô preparada para o desenho acabar!
Também comecei a assistir Dorohedoro com meu namorado, parei no Episódio 3.
Assisti também a Eu Nunca... da Netflix, é uma série teen bem divertida e é legal ver a representatividade nas protagonistas, mesmo que Devi faça muita merda durante a série e a minha vontade era fazer ela conversar direito com a terapeuta dele.
Por último, porém não menos importante, comecei a ver The Man in the High Castle, que é série da Amazon Prime, que se passa num mundo em que os nazistas ganharam a 2º guerra. Sei que a série está na 4º temporada, mas eu vi só até o Episódio 4 da 1º temporada.





Quanto aos livros, são de colegas autoras, já que estou participando da Lista de Leitura do blog Pecadora Literária. (O que me lembra que eu tenho que ir ler o livro dessa semana.)
Foram dois livros: Um café e você, para viagem da Raquel Rasinhas; Coração Ferido da Nathali Lima.
Gostei muito de conhecer as obras e valorizar um pouco mais a literatura nacional.

E quanto as músicas...
Duas são novas e uma mais antiga.
Beyond the black tá na divulgação do álbum novo que sai esse mês e saiu mais um single: Wounded Healer. E dos single que saíram, esse é o melhor se longe.
A próxima, foi apenas citar, porque gostar mesmo, não gostei. É a música nova da Lady Gaga feat BLACKPINK: Sour Candy. Eu não gosto de música estadunidense, não adiante.
E por último, eu descobri que tem mais uma versão do álbum de cover da Ayahi Takagaki: melodia 4.
Ele é de 2018 e dentro da lista de músicas tem nada mais nada menos do que Journey to the Past do filme da Anastasia. O surto foi grande, porque a versão é maravilhosa!


Bem, pessoal, é isso!
O que consumiram nesse mês que passou? Comentem ai!
Até a próxima!