sábado, 5 de novembro de 2022

Resenha #88: Era Outra Vez (Antologia)

 
Olá, pessoas! Como estão? Eu espero que bem!
Cá estou eu hoje trazendo mais uma resenha, dessa vez de uma antologia nacional chamada Era Outra Vez. Ela faz parte da leva de livros que eu comprei na Bienal de 2019... Pois é! Eu demoro muito para ler as coisas né?
Comprei ele numa promoção de livro às cegas, que dizia só o gênero e tudo o mais... Paguei incríveis 10 reais!
Então, bora para a sinopse e depois vamos a resenha, que já adianto vai ser meio polêmica.    
 
Sinopse: “Espelho, espelho meu, diga-me se há no mundo alguma Princesa com mais sono do que eu?
Pode ser que sim!
Talvez ela esteja levando bombons para a vovozinha, mas o lobo da floresta adora chocolate. Mal sabia ele que na mesma floresta um casal de crianças estavam indo para uma casa cheia de doces.
No caminho a Princesa passa pela casa do Pequeno Polegar e acaba ficando presa numa masmorra ao lado de outra Princesa (ou nem tão Princesa assim) que possuí os cabelos tão compridos que poderiam servir de corda para fugirem..."
Nesta Antologia os contos são recontados e reinventados por autores que não possuem limites para recriar histórias que fazem parte de nossa infância e do nosso imaginário.
E você? Já se perguntou o que acontece depois do: "E Foram Felizes Para Sempre?"
 
Era Outra Vez é um antologia de releituras de contos de fadas. Quando pensamos neles sempre vem aquela fofinha, talvez de romance e com certeza com um final feliz. Porém, essa antologia vem para mudar esse conceito, com novas visões destas histórias.
O livro é repleto de histórias das mais diversas, mas como em toda antologia existem os contos ótimos, os mais ou menos e aqueles que são péssimos. Alguns presentes realmente atenderam a proposta que imaginei ser da antologia, recontar histórias com personagens já muito conhecidos por nós.
Destaco os nomes dos contos que pelo eu curti em algum momento: A versão do Lobo de cada um; A bruxa e o pirata; Clarice e seus sete anões; Um desejo; Os três; O país das maravilhas chegou ao fim;
Trago seu amor de volta ou um Ipad Touch.
Porém, esses contos estão alternados com outros que são bem arrastadinhos ou que são uma mistura maluca que não dá muito certo.
Claro que temos diferentes autores, com diferentes idades e experiências. Esse tipo de coisa fica mais clara quando lemos uma antologia. Não tirando os méritos dos autores, mas alguns quiseram contar coisa demais em um conto tão curto, tornando a história massante e um pacote de apenas descrição da história e não de acontecimentos. Já outros quiseram colocar elementos na história e misturaram demais os contos de fadas, ai tem a Cinderela que também é a Rapunzel, tem as fadas que assistem a três histórias ao mesmo tempo numa paródia que parece não funcionar.
Os melhores conto da antologia são os que se propuseram a serem mais sucintos e direto ao ponto, até misturaram elementos, mas nada de forma exagerada.
Outra coisa que me incomodou muito, ai creio que foi falta de tato da organizadora, é que vários autores escreveram sobre os mesmos contos de fadas. Quantas histórias de Chapeuzinho vermelho não teve? Eu já estava ficando com raiva e acho que essa repetição de personagens foi o que fez ficam muito tempo para terminar de ler o livro. Eu lia um conto e ficava cansada.
Enfim, é uma antologia legal, com bons contos, mas com outros que simplesmente te fazem cair muito a qualidade num geral. Valeu a leitura pela oportunidade de conhecer novos autores e ver seus estilos, mas não é um tipo de livro para alguém com mais conhecimento de literatura como eu! Sendo sincera, foi quase uma das decepções do ano!
Quem gosta da temática é uma boa pedida! Mas, lembrando é só a minha opinião, pode ser que sua opinião seja diferente quando ler!
 
Avaliação:

E vocês? Conheciam essa antologia? Comentem ai!
Acho muito interessante essa coisa de releitura de Contos de Fadas.
Até a próxima!

 
 

quarta-feira, 2 de novembro de 2022

Divulgação: Boletim de Anelândia (Minha newsletter)

 
Olá, pessoal! Como vão? Eu espero que bem!
Cá estou eu hoje para fazer uma pequena divulgação, dessa vez da minha newsletter sobre meus livros, que eu batizei carinhosamente de Boletim de Anelândia.
Eu confesso que pensei muito antes de abrí-la e até comentei no meu outro blog que estou um cadinho desanimada, mas eu ainda estou gostando muito de fazer e quero ver se a coisa vai dar certo. Então, vou manter por enquanto.
O Boletim nada mais é do que mais um espaço para falar sobre meus livros, história, experiências da minha vida de autora e outros assuntos que eu queria falar. Sobre as histórias antigas, as novas, as esquecidas, as tretas literárias que acompanho, o que sinto nessa carreira de autora. São muitos assuntos que acho bastante interessantes e que quero compartilhar!
Tento trazer as atualizações de maneira leve e simples de entender. E claro, já temos alguns bônus legais e outros programados para aparecerem.
Estamos ainda no comecinho, apenas com 5 edições no ar, mas vou deixá-las linkadas aqui, junto com um trecho que achei interessante.
Espero que se interessem a abram para ler!
 

 
"Eu tenho um grupo de leitores na rede vizinha, que está largado, só eu falo lá! Eu tenho um grupo de leitores no whatsapp e só eu falo lá… E só meu noivo me responde!
Sem contar os longos anos que tenho o tumblr e também o canal no youtube, com mais de 90 vídeos e pego dez visualizações quando posto.
Eu só não quero começar mais uma coisa para me frustrar sabe?
É sempre uma tentativa muito grande interagir com os meus leitores, mas eu continuo tentando!"

#2 - O porquê dos 4 corações coloridos? (Falando sobre As Super Agentes)
 
"ASA surgiu no ano de 2004, pois é inspirado e relembrando uma época boa, que foi antes de toda esta torrente péssima! Tanto que as personagens eram praticamente eu e minhas duas amigas do Fundamental I.
Também, era uma daquelas histórias que até brincava e inventava as aventuras delas, sendo bastantes influenciadas pelas coisas que eu gosto, como Sailor Moon e Saint Seiya.
Comecei a escrever num caderno velho e foram em mais outros três e cerca de oito anos para terminar o primeiro livro da série (a versão original). Disclaimer: escrevia por diversão e não tinha tanto compromisso, por isso demorou esse tempo todo."

 
"E não são apenas as músicas dela que me inspiram, mas a pessoa por trás da cantora. A Minorin é uma pessoa tão fofa e tão cheia de luz que nem sei descrever o quanto eu amo essa mulher!
Ver a parte - a cantora - que me fez me apaixonar por ela terminar, senti vontade de finalmente começar o projeto de contos. E foi assim que meu 2022 inteiro virou inteiro sobre Minori Chihara e suas músicas.
Se bem que "Qualquer desculpa para falar sobre a Minorin é uma boa desculpa"!"

#4 - Crenças disfuncionais e a falta de confiança na carreira
 
"Quantas vezes não me pego desanimada porque vejo o autor X que publicou um conto novo depois de um ano sem nada e eu que estou trabalhando e lançando coisa nova o tempo todo nem consigo isso? Ou quando o autor Y consegue 100% na campanha dele no catarse e eu fiz a minha e fiquei com 7%? Ou até o autor Z consegue ganhar algum concurso e quando eu participo ou num ganho ou quando  tenho uma chance é capaz do concurso explodir só para eu não ganhar? (Isso pode até parecer exagero, mas já aconteceu mais de uma vez.)
Indiretamente a gente se compara e isso não é justo, mas nós fomos ensinados a ser assim."

#5 - Avisos de gatilho e outras de forma de se proteger como autora (Falando sobre O Diário da Escrava Amada)
 
"Agora eu me pergunto, tentando ao máximo não coringar, como a pessoa pode ser tão masoquista a esse ponto? Ler de propósito só para depois poder reclamar? (Acho que isso tem a ver e muito com a forma que consumimos as mídias hoje em dia, tema que dá outro textão se deixar.)
Se bem que eu sempre penso: Se esse povo for ver a obra que inspirou, entra em surto e tem uma síncope.
Não foi a primeira e com certeza não será a última e eu já aceitei isso sabe?" 

Quem se interessou, pode ficar à vontade para se inscrever, só entrar no link!
Em breve, teremos mais atualizações, então fiquem ligados por lá!
Até a próxima!
 

sábado, 29 de outubro de 2022

Música #36: Black Veil Brides

 
Olá, pessoal! Como estão? Eu espero que bem!
Cá estou hoje trazendo mais uma postagem sobre música e seguindo a nossa regra de sempre, teremos uma banda. E a escolhida da vez é uma das minhas descobertas mais recentes: Black Veil Brides.
Confesso que não conheço muito também, então essa postagem vai ser vir bastante para mim também.
A banda de rock americana surgiu lá em 2006, Cincinati, Ohio. Já teve diversos membros, mas os atuais são: Andy Biersack (vocalista), Jinxx (guitarrista rítmico e violinista), Jake Pitts (guitarrista), Christian "CC" Coma (baterista) e Lonny Eagleton (baixista).
Surgiu como uma ideia do vocalista e graças a divulgação na internet na época, já colocando a banda dentro do Top 10 de artistas de rock mais tocados do MySpace.
Por um tempo, a banda ficou um tempo seguindo carreira independente e com gravadoras menores, até vir oficialmente o single de estreia: Knives and Pens, que puxou posteriormente para o álbum We Stitch These Wounds,  de 2010.



A banda no começo seguia um visual bem da época, com bastante maquiagem, roupas diferentonas e a cor preta, seguindo o estilo emo em alta neste período.
Com a caminhada pro segundo álbum, a música Set the World on Fire - que é o nome do álbum também, de 2011  - seria usada para o filme Pânico 4, mas a coisa foi descartada e eles lançaram a música separada.
Já o terceiro single deles Fallen Angels foi mais uma para divulgar o álbum.




Posteriormente, a canção Unbroken foi usada na soundtrack de Os Vingadores, culminando no terceiro álbum Wretched and Divine: The Story of the Wild Ones, de 2013.
E para não ficar chato, a banda foi alterando seu estilo, tanto musical quanto visual, trazendo os seguintes álbuns com o passar do anos: Black Veil Brides IV (2014); Vale (2018); Re-Stitch These Wounds (2020); The Phantom Tomorrow (2021).
Mas, eu conheci a banda através de uma recomendação do youtube, que simplesmente jogou o clipe de Born Again pra mim.




A banda tem um estilo rock bastante variado e que estou aprendendo a gostar, então acabo ouvindo uma ou outra música ali. Mas, a voz do Andy é maravilhosa (sem contar que acho ele um gostoso também) e combina muito com as melodias!
Dentre as que conheço estão In the End, Goodbye Agony, Scarlet Cross, Fields of Bone e Crinsom Skies (que é uma das minhas favoritas deles).




O lançamento mais recente da banda foi o EP The Mourning, trazendo como música principal Sauvior II, que é muito boa, tem um tom dramática diferente de outras músicas que ouvi. Porém, ao ouvir o EP inteiro as outras músicas se destacam bastante.



Black Veil Brides é mais uma daquelas descobertas ótimas que simplesmente são jogadas pelo algoritmo para nós e tem sido uma das coisas que mais tenho ouvido nos últimos meses. Com certeza vou acompanhar os lançamentos por vir e escutar as músicas mais antigas.
E vocês? Já conheciam a banda? Comentem ai!
Até a próxima!
 

 
 

quarta-feira, 26 de outubro de 2022

Kyon #89: Tempo para projetos paralelos

Olá, pessoas! Como estão? Eu espero que bem!
Eis eu, Kyon, aqui trazendo mais uma postagem para vocês.
Na verdade, queria fazer uma mais uma reflexão e sim, como sempre, é relacionado a dona deste blog. Até porque as questões que eu falo acabam permeando a vida dela, pois sou um dos grandes observadores dela e de tudo o que ela faz, precisa ou até inventa de fazer.
E por que estou dizendo isso? Pois se tem uma coisa que Anelise gosta de inventar é de fazer projetos paralelos e o mais novo deles é a Newsletter que ela batizou carinhosamente de Boletim de Anelândia. Nem vamos entrar no detalhe da pequeno frustração que ela está sentindo por ter poucos assinantes - vou deixar esse tema para ela fazer no Garota Zodíaco -, mas sim em como é preciso manejar o tempo para conseguir manter algo assim atualizado.
Para quem não sabe, newsletter nada mais é do que mais um lugar onde alguém pode postar novidades sobre qualquer tema e para escritores isso serve para falar de novos projetos ou até postar sobre coisas exclusivas.
Claro que ela refletiu bastante tempo até decidir abrir oficialmente. Mas, ai, por um lado fico me perguntando... Como arrumar tempo para estes tipos de projetos paralelos?
Quem acompanha mais ela nas internet, sabe a quantidade de coisas que ela mantém ativas, como este blog e mais um, está com o projeto de contos que só acaba em dezembro e também oficialmente tem o trabalho com a editora e o trabalho como professora.
E eu fico pensando em como é possível administrar tantas coisas assim ao mesmo tempo, mas ela consegue.
Obviamente que com o tempo, ela foi abrindo mão de alguns desses projetos paralelos - como aconteceu com o Seiyuu World - para poder seguir com outros e faz parte da vida.
É bastante normal vemos o que não vai funcionando e ir acabando umas e começando outras. O complicado mesmo é arrumar tempo - tanto para fazer, quanto para respirar/descansar - quando você é uma louca eu não consegue controlar o fogo de começar algo novo e que vai ocupar um período de tempo e uma certa dedicação.
E a mesma acontece com o trabalho, é preciso dedicar um tempo para preparar aulas e também poder lançar tudo certinho no sistema. Às vezes vai na loucura, em cima da hora, mas vai!
Enfim, apesar dos pesares, com bastante jogo de cintura e também muitas horas vagas no trem e outros transportes sendo usadas para tal, Anelise consegue fazer as coisas funcionarem. Bom, por enquanto elas funcionam, mas sempre rola dela sentir que está fazendo coisa demais e que vai surtar qualquer dia desses. Enquanto isso, a gente respira fundo e vai levando.
Bem, pessoal, é isto!
E vocês pessoas, como fazem para manejar seus outros projetos?
Comentem ai!
Até a próxima!
Beijos do Kyon!      

sábado, 22 de outubro de 2022

Top 5 #78: Livros Nacionais favoritos, dos colegas autores!

 
 
Olá, pessoal! Como vão? Eu espero que bem!
Cá estou aqui trazendo mais um Top 5, dessa vez repetindo um tema, porque tem hora que as ideias acabam, então a gente pode fazer de novo.
Hoje vou listar quais são meus livros nacionais favoritos, lembrando que já tivemos uma parte 1, que vocês podem ver aqui.
Mas, dessa vez, quero aproveitar que eu acabo lendo um monte de livros de amigos autores e resolvi listar quais estão dentre os meus favoritos. É difícil ranquear, então não fiquem tristes se não forem o número 1. Eu sou indecisa e amo todos igual!
E claro, como sempre, divulgando as amigues!
Dito isso, bora lá!
 
5- Últimas Luzes - Juliana Leite
Acho que a Juliana dispensa apresentações aqui no blog, acho que só falta um livro dela para completar todas os dela. E a dualogia futurista dela se tornou um dos meus favoritos, sem dúvidas. E tem resenha no blog, dos dois volumes!


 
4- Garota X - Costanza Batalha e Karla Castelli / O que roubar de uma pirata - Carol Coutinho
Garota X eu não cheguei a ler completo ainda, mas eu li quando estava nos primeiros rascunhos e eu já amei. Ainda vou ler completo para dar minha opinião! Mas, como um livro inspirado no Ben Barnes num é bom né?
O que roubar de uma pirata eu simplesmente engoli e eu fiquei morrendo de amores pelo casal principal. Leon é o amor da vida!


3- Destinos Interligados - Lena Guimarães
Livro da minha amiga Lena/Smurf, que é aquele romancinho clichê e fofo inspirado em doramas e em k-pop. Lisa e Chen são tudo para mim!
E eu estou super feliz que vai ter edição nova em breve dele.

2- Um quê de magia em minha vida - Helo Amatto / O Legado do Outono - Vitor M. Santos
O livro da Helo foi a minha leitura mais recente e a última resenha que saiu aqui no blog. E eu amei demais, como dá para ver na resenha. Personagens maravilhosos e história também!
E O Legado do Outono tem uns bons que li, mas ainda lembro de bastantes coisas da história e estou esperando a continuação dele. Sofro!


1- Réplica - Lari Lourenço
Esse aqui acabou comigo e olha que eu só oficialmente li a primeira parte, preciso ainda ler a segunda.
Mas a Cora e o Nero acabaram com o meu pobre coração, ainda porque ficam num chove num molha.
Sem contar que a temática de mafia, arte e falsificação é tudo de maravilhoso!

 
Bem, pessoal, é isto! 
Já conheciam algum desses livros da lista? Comentem ai!
Até a próxima!


 

quarta-feira, 19 de outubro de 2022

A Fera do Mar (Filme Netflix)

 
 
Olá, pessoas! Como vão? Eu espero que bem!
Cá estou hoje para falar um pouco sobre mais um filme, mais uma animação (que é um gênero que eu amo, vocês sabem), mas dessa vez é um filme mais recente e da plataforma de streaming bem famosa: a Netflix.
É tão bom ver que eles sempre arriscam em filmes de diversos gêneros. Bom, a maioria acaba sendo mais ou menos, mas as animações sempre entregam. (Quem sabe um dia não fale da Família Mitchell né?)
A Fera do Mar se passa num império que tem bastantes mares, que são assolados por criaturas marinhas enormes. (Pior que os visuais e as cores deste império lembram e muito as cores do Brasil.) Conta a história da Maisie, que é uma menina órfã e que vive fugindo do orfanato. Seus pais eram caçadores de criaturas, mas morreram durante uma das tantas missões. Ela vive fantasiando sobre também ser uma caçadora e vive acompanhada de seu livro que conta as aventuras de diversos caçadores e suas façanhas.
Ela foge do orfanato de vez e já na cidade portuária acaba encontrando com a tripulação do maior navio de caçadores (que eu esqueci o nome) e dá de cara especialmente com Jacob Holland, que é um de seus ídolos.
O homem dispensa a menina, mesmo com toda a animação da garota e de ela ter uma idade bem parecida com quando o caçador foi encontrado perdido em alto mar, depois de mais um ataque de criatura.
Mas, é claro que a menina não ia voltar para o orfanato e no meio desta bagunça, ela acaba se infiltrando no navio. O capitão está há anos na caça da fera vermelha (que também esqueci o nome) e eles precisam desviar o curso para ajudar outro navio que estava sendo atacado.
A fera vermelha ainda aparece e tanto a Maisie como o Jacob acabam sendo engolidos por ela.
E é partir daqui que o filme se desenvolve e segue para a sua parte fofinha, pois vamos percebendo que os monstros marinhos não são tão ruins assim e que os humanos tem uma parcela de culpa na história.
Lembrei muito de Como Treinar o Seu Dragão, por conta da dinâmica que vai se construindo durante o filme, a menina que vai se tornando amiga da fera.
É um filme leve, divertido, com tudo de clichê que tem em animações, mas nem por isso se torna algo ruim.
A Fera do Mar é um filme mesmo para relaxar, para ver naquela sexta-feira a noite, depois de uma semana de trabalho cansativa, só para consumir uma coisa mais simples e sem muito compromisso.
Recomendo este filme para ver com crianças ou até para alimentar aquela criança no seu interior, porque tem bichinhos fofinhos e uma história de amizade.
Bem, pessoal, é isto! 
Já viram este filme? Se sim, comentem ai! Se não, ficaram interessados?
Até a próxima!
 

domingo, 16 de outubro de 2022

Resenha #87: Um quê de Magia em minha vida

 
Olá, pessoal! Como vão? Eu espero que bem!
Cá estou hoje trazendo mais uma resenha pro blog, dessa vez de mais um livro nacional, da minha amiga Helo Amatto: Um Quê de Magia em minha vida.
Eu cheguei a ler este livro lá em 2020, durante uma maratona de leitura, mas não cheguei a ler tudo. Depois comprei o livro físico com a autora e eu finalmente li o livro.
Primeiro vou deixar a sinopse e depois comento o que achei da leitura.
 
Sinopse: O que você faria se sua vida mudasse de uma hora para outra?
Amanda era uma menina comum, ou achava que era, mas, depois que um garoto chamado Luke apareceu em sua escola, ela vê sua vida e suas crenças virarem de ponta cabeça. Descobrir ser princesa, ter poderes, aprender coisas que ela nunca nem imaginou, parece mais fácil do que lidar com o forte sentimento que tem por Luke, um amor proibido e inapropriado que fará com que tudo pareça pior.
Será que Amanda conseguira enfrentar tudo para ser feliz? Livro no Skoob / Livro na Amazon
 
Um quê de Magia em minha vida com a história de Amanda Wolf, que é só uma menina normal e que é criada por suas duas mães. Amanda tem 17 anos e é realmente como toda adolescente normal, tem a sua vida na escola, família e uma melhor amiga, que é a Megg.
A história começa quando os irmãos Luke e William simplesmente aparecem na escola. Amanda sente uma atração avassaladora por ele. De repente, na entrada da escola, simplesmente sem explicação o tempo fecha e um raio cai no pátio, assustando todo mundo. Amanda se assusta e corre para dentro junto com todo mundo. E ao correr pro banheiro, ela encontra com o Luke e rola um clima entre eles lá.
Depois fica um clima estranho entre os dois e logo descobrimos o motivo: Luke e Amanda são irmãos. Só que Luke e William se revelam como príncipes de um reino chamado Zoráfia e que na verdade a Amanda é a princesa perdida deste tal reino e é herdeira do trono por direito.
Na verdade, tudo isso é revelado a pobre da Amanda quando ela e o Luke se embrenham na floresta durante o acampamento da escola. Descobrindo também que o raio daquele dia foi causado por ela e por seus poderes.
Então, a jovem conversa com as duas duas mães - que ironicamente não são um casal - e descobre que ela foi deixada ali ainda bebê e a pessoa apenas disse que deviam cuidar dela, pois era alguém importante e que viriam atrás dela.
Amanda então vai para Zoráfia, passa por um treinamento com uma leoa - que ela dá o nome de Kirara (referências) - e em pouco tempo consegue já usar melhor seus poderes.
E é a partir daqui que a história se desenvolve, pois Amanda tem que lidar com um mundo novo e ainda com uma paixão avassaladora pelo irmão dela.
Este livro se caracteriza perfeitamente como um Romantasia (Romance + Fantasia), pois o foco da história é muito mais no romance do que realmente nos elementos mágicos, que são mais um complemento dela.
O livro é ótimo e eu me diverti bastante lendo. É repleto de personagens maravilhosos, como a Megg, a Vivi, a Jenny e muitos outros. Todos eles acompanham o crescimento da Amanda como pessoa e como rainha, cuidando do reino que foi deixado por sua mãe para ela.
Senti só falta de algumas cenas importantes no livro, como a Coroação da Amanda. Daria tudo para ter visto a Rainha entrando de vestidão e receber a coroa dela. Mas, não significa que a falta da cena deixou o livro ruim, só é uma reclamação minha como leitora.
E olha como a Amanda e o Luke sofrem para ficar juntos, quando tá quase dando certo e eles se resolvem, acontece algo para eles não conseguirem. Eu juro que quase bati na autora com isso. Mas, quando finalmente vai, ai a gente fica super feliz!
É uma leitura longa, o início demora a pegar um pouco no tranco, mas quando a história pega o ritmo ela fica maravilhosa. A leitura é leve e a gente nem sente passar, só escorreu uma ou outra coisa de revisão, mas como é livro independente a gente perdoa.
Um Quê de Magia em minha vida traz aquele misto de romance e fantasia que eu amo, com personagens cativantes e uma história que te prende do início ao fim!
E eu fiquei mega feliz de prestigiar o trabalho da minha amiga!
 
Avaliação:
 
Bem, pessoal, é isto!
E vocês? Conheciam este livro? Comentem ai!
Até a próxima!