sábado, 21 de outubro de 2023

Top 5 #89: Coisas da (minha) infância (algumas da adolescência)

 
Olá, pessoal! Como vão? Eu espero que bem!
Cá estou hoje trazendo mais um Top 5 e aproveitando que estamos no mês que tem o dia das crianças, resolvi trazer este tema para o nosso top.
Algumas das minhas coisas favoritas da infância, no caso exclusivamente da minha. Justamente aquelas que mais me trazem nostalgia.
Então, bora lá!

5- Tirar fotos com o flash estourado na cara / Visitar o trabalho dos pais
A primeira é mais de adolescências e da minha época de orkut. Sempre a franjinha no rosto e aquele flash super estourado para esconder as possíveis espinhas (não que eu tivesse tantas).
A segunda era praticamente um evento anual, que era quando no finalzinho do ano e a mamãe me levava para passar o dia com ela no trabalho. Certamente era um dos momentos favoritos do ano!

4- Passear
Acho que é uma das coisas que mais gosto de fazer até hoje. hahah Mas, na infância tinha um gostinho diferente, porque sempre era uma atividade mais focada para a gente se divertir e brincar. Um dos meus favoritos foi justamente quando fomos à Terra Encantada, que é a foto logo abaixo!
Mas, qualquer ida ao cinema ou ao zoológico era maravilhosa!
(Terra Encantada era um parque que tinha aqui no Rio, mas que faliu no meio dos anos 2000.)

3- Assistir desenhos
Essa aqui acho que é zero surpresas! Acho que todo criança acaba gostando bastante de assistir desenhos. Mas eu tinha o gostinho de empurrar os VHS dentro do aparelho ou até de ver na TV Aberta. De vez em quando eu ataco de rever as coisas dessa época, só pela nostalgia.

2- Brincar enrolada nos panos
Até hoje, por causa do Moda Personagem, acabo por me enrolar em uns panos. Porém, boa parte das minhas brincadeiras envolviam inventar histórias e muitas tinham personagens que usavam vestidos, mas eu não tinha nada tão longo, então apelava para enrolar um lençol na cintura ou fazer outra amarração no corpo.
O mais complicado era só sofrer de calor por causa disso. (Acho que criei resistência, sabe?)
 
1- Festas de Aniversário
Um grande evento anual, com certeza! Juntar a família, os amigos... Com uma festa temática de alguma personagem ou filme, com uma bolo gigante, saco de doces, bolão... Ai apenas saudades!
Claro que nem todos os aniversário foram dos melhores, especialmente o de 10 e o de 11 anos (traumas), mas a maioria carrega boas lembranças!
Eu até hoje amo fazer aniversário, mas a parte das festas grandes... Perdi completamente a vibe.

Bem, pessoal, é isto!
E vocês, quais eram as coisas que mais gostavam na infância? Comentem ai!
Até a próxima!
 
 
 

terça-feira, 17 de outubro de 2023

Resenha #97: Poderosa 4

 
Olá, pessoal! Como vão? Eu espero que bem!
Continuando a nossa série de resenhas sobre a série Poderosa, que é apenas uma das minha favoritas da vida e quem acompanha o blog desde o comecinho sabe que já citei várias vezes. Mas, como tinha sido um livro que li bem antes de ter este blog, nunca tinha resenhado. Mas, tinha anos que eu queria reler e escrever essas resenhas e estou aproveitando para me curar de uma ressaca literária enquanto faço isso aqui no blog.
Sem mais enrolar, trago finalmente sobre o Volume 4. Vamos primeiro a sinopse e depois para a bendita resenha em si.
Sinopse: Quem nunca sonhou estar em dois lugares ao mesmo tempo? Tal desejo pode parecer impossível, mas não para uma garota que transforma em realidade tudo o que escreve com a mão esquerda. No quarto episódio da série, Joana Dalva ficará conhecendo um artista de rua ameaçado por uma gangue, um ex-domador que não vê a hora de voltar ao circo, uma faxineira supersticiosa que teve o filho sequestrado. Para ajudar essa turma, a garota terá de conviver com amigos imaginários e inimigos reais, suportar o ciúme e a TPM, enfrentar répteis e felinos e sair à procura de um cadáver suspeito. Será que alguém é capaz de fazer tudo isso sozinho? Para dar conta do recado, talvez Joana Dalva seja obrigada a se desdobrar. Literalmente. Livro no Skoob

Poderosa 4 é mais uma continuação das aventuras e do diário de Joana Dalva e onde conhecemos mais um faceta do poder dela, assim como todos os outros da série.
Logo no começo do livro, Joana, Xandi e o seu pai estão voltando do passeio habitual de domingo e acabam parando num sinal e lá aparece um dos personagens importantes deste volume, que é o Dragão. Talvez ele seja mais novo que o irmão da Joana, mas seu apelido vem da forma que ele se apresenta, usando brasas e expelindo fogo pelas narinas. Eles ainda se encontram algumas vezes durante a história.
Já no asilo municipal, administrado pela Vó Nina, uma das moradoras está perto de fazer aniversário e os outros já sabem como o comportamento dela acaba mudando nessa época, ficando lúcida e pedindo para chamar a sua filha Isadora para a festa. Mas, ninguém acaba acreditando muito nessa história, pois a Alice sabe pouco sobre antes de estar ali, apenas se recorda desta filha.
Porém, Joana e João acabam ouvindo este pedido e ficam encarregados de descobrir o paradeiro da filha e lhe entregar o convite. Essa busca leva o casal a ir ao cemitério e a uma mansão de um milionário que tem animais exóticos como bichos de estimação e uma série de câmeras observando tudo.
Por outro lado, Xandi começa a ter amigos imaginários e acreditam que seja fruto de a separação dos pais, onde ele tenta suprir alguma coisa.
E a história vai desenvolvendo a partir deste ponto, com Joana tentando descobrir as tramas que envolvem esses personagens.
Em certo momento, Dragão acaba parando de se apresentar por conta de impedirem isto e também de roubarem o seu dinheiro.
Já a filha de Alice está muito bem viva, pois a primeira teoria era de que ela já tinha falecido, mas Joana e João descobriram que, na verdade, existe uma Alice falecida e que tem como data de aniversário a mesma da que eles conhecem... Ou é coincidência ou a Alice foi dada como morta!
E um dos amigos imaginários de Xandi tem o nome de Maique, mas este não é tão imaginário assim.
Em certo momento, apenas a Joana Dalva não é o suficiente para resolver isto tudo e decide tomar a medida mais radical nessa série... Se tornar Joana e Dalva. Cada uma indo para um lado, o que dificulta a comunicação entre ambas - lembrando que são anos 2000, então nem tinha celular direito - e tem um grande custo, que só depois elas irão descobrir.
Mais um vez a história é sempre bem amarrada e que entrega um clímax muito bem feito e que a gente fica ansioso e desespero para saber se vai dar tudo certo, como que vai terminar e tudo o mais.
Esse livro é mais um com uma história ótima, trazendo só que essa série é capaz de proporcionar. Claro, que muitos personagens ainda aparecem, como a Bia, Leninha, Danyelle - que dessa vez inventa de cortar a língua no meio -, João, Vó Nina, Henrique, Sônia (mãe da JD) e muitos outros. E conhecemos outros como a Bernadete, Maique, Isadora, Romero, etc.
Alias, por causa deste livro que vez em quando eu chamo a Joana Dalva apenas de JD, parafraseando o melhor namorado de todos que é o João.
E eu descobrindo mais uma vez como esse livro me influenciou muito como leitora e como escritora também! Mais um volume provando o quanto é uma das melhores séries literárias que temos!

 
Avaliação:
 
Bem, pessoal, é isto!
Falta só a resenha do 5º livro da série para finalmente termos todos aqui no blog! Estou ansiosa, mas ao mesmo tempo num quero que acabe, poxa!
Até a próxima! 


 
 

sábado, 14 de outubro de 2023

Assistindo, Lendo, Etc... #74: Setembro 2023


 
Olá, pessoal! Como vão? Eu espero que bem!
Poderia dizer que é mais um mês começando, mas já estamos na metade dele. Acabei me enrolando um pouquinho, mas antes tarde do que nunca e trago a nossa atualização mensal sobre séries, filmes, livros, música... De tudo um pouco do que andei consumindo neste último mês.
E finalmente temos um mês agitadinho por aqui, pois quem me acompanha lá no outro blog - Garota Zodíaco - já sabe que comecei um tratamento e a cabeça está aos poucos voltando ao lugar.
Enfim, se mais enrolar, bora começar de uma vez.
Primeiro com as séries...
Continuo acompanhando os dois episódios semanais de Chegou a Hora da Verdade! e sinceramente, ainda estou curtindo o dorama, mas chegando num ponto de ficar irritada com a maldita enrolação. Mudamos de fase na história, pois houve um pulo no tempo e finalmente nasceu o bebê da Yeon-doo, mas ela estava escondida por causa do traste do pai biológico. E como o clichê manda, ela se reencontrou com o Tae-kyeong e voltou toda a pataquada e briga para eles ficarem juntos, mas ninguém aceita só porque a filha dela num é dele. Olha, só me cansa mesmo. Imagino que seja algo cultural da Coreia, mas o que aprendi em todos esses episódios é: Pai é quem cria!
Estou vendo a última temporada de Sex Education também. Eu devo ter visto só um uns quatro episódios. Confesso que não quero me despedir dessa série maravilhosa, mas prefiro que acabe no auge do que vá ficando ruim e acaba sendo cancelada. E vamos ver com os casais vão terminar, se bem que já recebi uns spoilers disso, porque o povo não se segura.
A Amazon resolveu soltar a segunda temporada de A Roda do Tempo. Incrível como é um serviço que produz menos séries, mas as que ela faz são muito boas. Vários personagens tiveram destaque e terminou pedindo um pouco mais. Só que como é série do prime vai levar dois anos para sair a terceira temporada.
E chegou o final de Meu Casamento Feliz, deixando um gancho para a continuação - que com certeza tem no mangá. O anime não me prometeu nada e me entregou muito! Achei que ia ser só um shoujo e recebi elementos e fantasia e sobrenaturais. Devo falar melhor aqui no blog.
Continuo acompanhando ZOM 100, mas está com um atraso horrível no lançamento dos episódios, pois o estúdio que está produzindo o anime está muito mal financeiramente. Uma pena, já que o anime é bastante divertido e estou amando acompanhar! (Espero que não sofra como o remake de Ai no Kusabi.)
Nem sei se todo mundo sabe, mas finalmente estreou o Drag Race Brasil e como eu num valho nada, estou acompanhando. Estou amando a temporada e sentindo um frescor que há muito não sentia na versão original. Trago considerações quando a temporada terminar! 
 
 
De filmes foram apenas dois, sendo que um deles eu reassisti.
O primeiro foi Um ano inesquecível: Verão, que é uma série de filmes baseados no livro de mesmo nome, que contém 4 histórias de 4 autoras diferentes. A versão do Verão é da Thalita Rebouças e se passa no Rio na época do carnaval. É aquele clichê gostosinho e valeu muito a pena ver!
Já o segundo foi Volta ao Mundo em 80 dias, que é do Jackie Chan e baseado num livro do Julio Verne. Ai gente, filmes dessa época que tem uma energia que falta muito nos filmes atuais.

Quanto ao livros, bom, se vocês acompanharam o blog neste último mês viram que eu comecei a reler a série Poderosa, umas minhas favoritas e que é nacional.
Só em Setembro, eu li quatro dos 6 volumes da série. No comecinho deste mês li o quinto e estou no sexto e último, que já tinha resenha no blog.
Está sendo maravilhoso reler esta série que é a minha formadora como a leitora que sou hoje. Joana Dalva é a maioral! (Em breve, sairão as duas resenha que estão faltando!)
E se preparem que teremos mais alguns conteúdos sobre a série aqui, vou aproveitar o bonde.

 
E em Setembro tivemos a Bienal do Rio e mesmo que eu tenho sei lá quantos livros para ler, a gente não resiste e acaba comprando mais. Acabei indo em vários para divulgar a editora e meus livros. Claro que eu arrebentei meu cartão de crédito, porque comprei mais do que devia - e boa parte foi para a revender na feira do trabalho.
Aproveitei e fiz um vídeo mostrando as comprinhas e deixarei linkado aqui.

E quanto as músicas, saíram bastante músicas dos artistas que eu amo. E tivemos álbum novo do Santiano, minha banda da 3º idade. Segue a lista:
  • Nana Mizuki -Sugar Doughnuts
  • Yuuma Uchida - Hope
  • Yuuma Uchida - Monotannai
  • Tasuku Hatanaka - Good Luck
  • Santiano - Doggerland (Álbum)







 
Bem, pessoal, é isto!
E vocês? O que consumiram no mês que passou? Comentem ai!
Até a próxima!
 
 
 

sábado, 7 de outubro de 2023

Resenha #96: Poderosa 3

 
Olá, pessoal! Como vão? Eu espero que bem!
Cá estou eu aqui hoje, de novo, continuando a série de resenhas de uma das minhas sagas literárias favoritas e que sempre que tenho a oportunidade de citar acabo falando mesmo.
Para a surpresa de absolutamente ninguém, trago a resenha de Poderosa 3. Chegando na metade da série e confesso que estou amando entrar em contato com tudo isso de novo.
Bom, já estou enrolando! Bora para a sinopse e depois falo sobre o livro mesmo.
 
Sinopse: Apenas parentes e pessoas mais próximas sabem que Joana Dalva transforma em realidade tudo o que escreve com a mão esquerda. Esse segredo, porém, acaba escapando entre os dedos.
Enquanto luta para se livrar das ameaças de uma dondoca terrorista, a garota ajuda uma colega de sala a domar o pai autoritário, ensina à avó a linguagem da internet e tenta sobreviver às implicâncias do irmão caçula.
Diante de tantos desafios, Joana Dalva corre o risco de perder o poder... Mas nem assim ela perde a graça!

Poderosa 3 continua trazendo o que essa série e a Joana Dalva tem de melhor.
E aqui finalmente acontece algo realmente preocupante e que, com certeza, todo mundo pensou em algum momento até agora: E se alguém desconhecido descobrisse sobre o poder da Joana? Pois é, mas vamos por partes!
O livro já começa com o casamento da Vó Nina com o Henrique, que acontece no asilo municipal, agora administrado pela avó. Tudo parecia ótimo e maravilhoso, até que a Joana começa a ser ameaçada por uma das clientes do salão da Salete: Matilde. Acontece que ela é um mulher encalhada e que está doida para se casar, com quem quer que seja. A princípio ela só pede uma frase para poder pegar o buquê e Joana a atende... Sendo que ai começa tudo a se complicar. (Só não conto por que é um baita de um spoiler!)
Vó Nina e Henrique saem para a Lua de Mel e o resto segue a sua rotina normalmente. Joana fica todos os dias ansiosa esperando os e-mail da avó - que se recusa a escrever em internês - contando sobre o grande passeio na Europa, onde Henrique tocou por longos anos.
Por outro lado, as ameaças de Matilde tomam proporções maiores, inclusive ela quer como seu marido o deus grego que é o Apolo, ou melhor, Paulo, professor de história e namorado da Salete. Só que a Joana não vai mesmo ceder tão fácil para destruir o relacionamento da sogra e isso acaba tendo consequências em escala muito maior.
Enquanto na escola, surge uma aluna nova, Maria Beatriz ou só Bia, que logo se prova uma gênio da matemática e resolve um desafio proposto pelo professor com poucas linhas, impressionando a todos. Joana logo se aproxima dela e as duas se tornam amigas. Pedindo ajuda para estudar matemática e ajudando no interesse romântica da nova colega. Contudo, Bia tem seus próprios problemas em casa, com um pai extremamente controlador e uma mãe que é uma pintora talentosa, mas que se esconde dentro de casa por causa do marido. Bia é muito tímida pessoalmente, mas virtualmente se corresponde bastante com Joana. Alias, um dos melhores pontos deste livro são as trocas de mensagem das duas e as trocas de e-mails com a Vó Nina.
Inclusive, o climax do livro é muito bem feito, porque acontece tanta coisa junta e a gente só fica querendo o que vai acontecer logo. Joana acaba sendo tratada como santa - assim como sua xará - ao ter o seu poder exposto pela Matilde, o que lota a sua rua e para escapar da maluca vai ter que "emprestar" o seu poder a uma nova amiga, que obviamente usa o poder um pouco para resolver os próprios dilemas.
Como sempre, este livro aborda questões importantes e de uma maneira mais leve. Falando sobre machismo, sobre exposição demais e outras coisas mais.
E mais uma vez também, o livro fica em alguns momentos revisando os acontecimentos dos anteriores, o que é bom se você já leu tem um tempo, mas que irrita se você lê os livros em sequência.
Essa série realmente tem um clima bem gostoso de adolescência e eu vou passando pelas páginas e ficando imersa na história se nem perceber, acabo a leitura.
Quero destacar só a cena do final, com o casal mais lindo do mundo - João e Joana - dançando juntos. A timidez e fofura do João sempre acabam comigo!
E a cada livro da série vamos aprendendo e descobrindo mais sobre como poder da Joana funciona, junto com ela inclusive. (E arrumaram o nome do pai dela que tinham errado no 2.)
É uma sensação maravilhosa ler essa série!


Avaliação:
 
Bem, pessoal, é isto!
Oficialmente chegamos na metade das resenhas, faltando agora só do 4º e 5º volumes. (Do 6 já tem, mas vou reler no off para ver umas coisas.) Espero que estejam gostando de conhecer essa série e personagens que eu amo tanto!
Até a próxima!
 
 

terça-feira, 3 de outubro de 2023

Divulgação de Destinos Florescentes

Olá, pessoal! Como vão? Eu espero que bem!
Parando um cadinho a nossa programação normal aqui do blog para poder espalhar a palavra - com a perdão da piada - da minha história nova: Destinos Florescentes.
O Kyon chegou a falar sobre ela por aqui, ainda em Abril deste ano, mas nessa última semana finalmente saiu o primeiro capítulo da história e vim divulgar aqui... Pois essa autora precisa de toda divulgação necessária, até no blog próprio.
E ainda nesta semana - no dia 6 de Outubro - vai sair o segundo capítulo da história.
A postagem dos dois está sendo um teste para ver mais ou menos como vai ser a recepção da história (e também para movimentar um pouco minhas redes que estão largadas nesses últimos tempos).
É óbvio que eu vou continuar a história, mas aqui é para saber se continuo com a postagem dela ao mesmo tempo em que escrevo ou não. Vou dar o meu melhor para continuar essa história que estou tomando carinho ainda, mas sei do potencial que ela tem.
Enfim, vou deixar as informações dela aqui, como capa, sinopse e onde vocês podem ler.


Sinopse: Ana Maria é apenas mais uma pessoa entre tantas, ela se mistura e se perde na multidão. Veio de uma cidade do interior de Minas e se mudou para o Rio em busca de melhores oportunidades de trabalho, conseguindo uma vaga numa das maiores empresas de cosméticos do país. Na festa anual da empresa, por ser a ganhadora do sorteio especial, ela acaba sendo a grande convidada de honra do dono da empresa: Dimas.
E este encontro vai trazer consequências que vão cruzar seus destinos para sempre!
 

E vou deixar também aqui o vídeo que saiu na última semana no meu canal de autora, onde eu finalmente falei melhor sobre a história, as inspirações dela e tudo o mais. E confesso que ficou bem divertido!


Bem, povo, é isto. Caso alguém leia a história, espero que goste e por favor, deixa algum comentário, só fala comigo viu?
Até a próxima!

 

sábado, 30 de setembro de 2023

Resenha #95: Poderosa 2


Olá, pessoal! Como vão? Eu espero que bem!
Cá estou eu trazendo mais uma resenha, num intervalo bem curto de tempo, mas porque é praticamente a continuação da última resenha que saiu por aqui.
Sim, estou me referindo a série de Poderosa, que desde que comecei este blog vivo falando e só agora tomei vergonha na fuça e finalmente resolvi reler e resenhar - aproveitando enquanto me curo de uma ressaca literária ferrada.
Quem quiser ler a resenha sobre o primeiro volume, só clicar aqui!
Sem mais delongas, bora para a sinopse e depois a resenha mesmo!
 
Sinopse: Joana Dalva é uma adolescente que dá vida às palavras quando escreve com a mão esquerda. Mas, nem tudo é tão mágico assim... Sua avó acaba de falecer.

Ela tenta se conformar com a situação ao visitar um asilo para a aula de história, mas faz duas descobertas inusitadas: as doações feitas aos idosos estão sendo roubadas e se depara com ninguém menos... que sua avó!

Esse é só o começo da novas aventuras de Joana Dalva, muitos perigos e até sequestro, a aguardam.

Poderosa 2, como o próprio nome já diz, é a continuação da história de Joana Dalva logo após o final do primeiro.
A descoberta do poder dela ainda é recente, mas JD continua fazendo seus testes e usando este poder para ajudar seus amigos e atender pequenas vontades diárias.
Só que este livro já começa com uma pancada, porque a Vó Nina acaba falecendo. Não é surpresa de que a saúde dela não estava boa e só era questão de tempo. E
Joana passa o início do livro contando sobre a história dos avôs e o detalhe de que foi a o "ç" da palavra coração que fez a Vó Nina dar uma chance ao Vó Plínio.
Durante o velório, um senhor acaba aparecendo e sabendo o nome de Joana Dalva e diz que queria muito ter sido o avô dela. E a menina fica com pulga atrás da orelha de quem ele seria!
E três coisas me incomodaram nesse começo de livro. Primeiro que acontece uma enorme recapitulação do que ocorreu no livro anterior, em principal a história da Joana D'arc e fica uma coisa ruim quando você pega o 2º logo depois do 1º livro, pois é algo que você acabou de ler e já sabe.
Segundo que simplesmente do nada, o nome do pai da Joana é Renato, quando na verdade é Nélson. Não sei por quantos revisores o livro passou, mas como que ninguém percebeu?
Terceiro que em alguns momentos, talvez por conta desse comecinho de pautas de minorias entrarem em evidência, a personagem costuma se corrigir, mesmo estando no próprio diário, colocando um termo "mais politicamente correto", como se estivéssemos evitando o cancelamento. São poucas vezes que isso acontece no livro, mas incomoda. O exemplo é quando ela vai se referir a uma personagem como negra, mas se corrige falando afrodescendente. Só que usar o termo negro nem é tão errado assim, afrodescendente é o fedor dos anos 2000.
Voltando a falar da história em si...
A família vai atender ao último pedido de Vó Nina, que é ser cremada e ter suas cinzas jogadas num campo de rosas. Porém, a mãe de Joana quis que a filha escrevesse uma frase para colocar no epitáfio, ao lado do túmulo do avô, apenas sendo simbólico. Mas, meio que acaba tudo dando errado para cumprir esse desejo, primeiro porque o túmulo está sem a frase e depois porque alguém acaba fazendo vitamina com as cinzas. (Rendendo uma das cenas mais engraçadas do livro!)
Joana acaba também pelo encontro inesperado com um senhor que fica parado em frente ao túmulo tocando uma canção numa gaita. Descobre que aquele senhor é o Henrique, que sempre foi apaixonado por sua avó, mas nunca conseguiu revelar seu amor e a canção se chama Choro para Nina.
Além disso, a professora de literatura, junto com o professor de história - que agora é o namorado da Salete - fazem um trabalho onde a turma de Joana visita o asilo municipal, conhecendo as histórias de pessoas que viveram em outras épocas. Aquilo podia ser demais para Joana e até era mesmo, mas como a escritora que é, sempre quer contar uma história, ainda mais quando encontra uma personagem de histórias que sua avó contada... Só que agora ela é uma senhora que vive acompanhada do seu gatinho de pelúcia. A turma também traz doações para o asilo e esperam que aquilo ajude aos idosos que moram ali, só que não é bem assim.
Reencontramos também outros personagens, como a Danyelle; a Leninha; e o João, que agora é o namorado de Joana; Salete, Xandi. E conhecemos outros, como o Henrique e a Adalgisa.
É uma ótima continuação para a série, trazendo mais sobre os poderes da Joana... Porque a cada livro vamos conhecendo cada vez mais sobre os limites da literatura dela.
O livro aborda sobre alguns temas importantes (até pesados) e mesmo sendo datados da época, ainda recaem sobre questões que temos hoje em dia, como o encaixe num padrão de corpo ou sobre abuso de poder.
Poderosa 2 traz mais uma vez um gostinho da minha adolescência, acompanhando as aventuras de Joana Dalva e seus amigos, dessa vez fazendo o trabalho da escola.
É uma das minhas séries literárias favoritas mesmo, não tem como!

 
Avaliação:
 
Bem, pessoal, é isto!
Acho que quando terminar de reler a série toda, vou acabar ou fazendo uma tag sobre ela ou um vídeo e listar quais são meus volumes favoritos. haha (O último é o 6 mesmo!)
Em breve, teremos a resenha de Poderosa 3. Eu já terminei de ler!
Até a próxima!

terça-feira, 26 de setembro de 2023

Dicas para Escrever: Coisas que se deve evitar na hora de escrever

 
Olá, pessoal! Como vão? Eu espero que bem!
Cá estou trazendo mais um "Dicas para escrever", que é uma das sessões do blog que mais gosto de fazer. Só porque eu falo pouco sobre escrita e ser autora nessa internet afora né?
Eu gosto pelo menos de oferecer a minha migalha de conhecimento para os outros. E bem, é uma das coisas que está com mais acessos aqui no blog.
Hoje separei para vocês uma ideia antiga - da época em que estava mais envolvida com os sites de fanfic - que é sempre bom de se falar: Coisas que devemos evitar na hora da escrita.
Lembrando que são apenas dicas e nada aqui é uma grande verdade absoluta tá?
Então, se mais enrolar... Bora lá!

Personagem Mary Sue/Gary Stu

Por conceito, Mary Sue (termo usado para as personagens femininas) ou Gary Stu (para os masculinos), são personagens que são perfeitos em tudo o que são, fazem ou irão fazer. Ou seja, o personagem é bonito, inteligente, divertido, legal, bom de briga, um mago natural... Enfim, ele é perfeito! E cá entre nós, não é meio chato uma pessoa perfeita? Imagina um personagem ser assim? O livro acaba se tornando chato porque o personagem é tão perfeito e não tem nada para evoluir.
Não existe ninguém perfeito e muitos personagens são criados para nos identificarmos, especialmente com as falhas que eles têm e a questão de eles trabalharem isto durante a história e irem se transformando e mudando.
É uma coisa a se evitar porque deixa o personagem bem irreal e as pessoas que leem podem não se relacionar com ele.
Não signfica que você não posso fazer um personagem assim, mas tem que saber trabalhar com ele. Por exemplo, a Phryne, da série Miss Fisher's Murder Mysteries, é uma Mary Sue, mas mesmo assim é uma personagem muito legal e muito carismática. Só que a mulher é uma ótima detetive, pilota avião e até sobe prédio de salto. Pois é!
E teve um livro que eu li que o personagem era Gary Stu e isso o tornou muito chato, pois em muitos momentos ele passa por treinamentos e muitas vezes acaba sendo até fácil demais para ele e isso acaba tornando o livro muito maçante e me arrastei para terminar.
Enfim, só mostrando os perigos de um tipo de personagem assim.
 

Apresentar muitos personagens ou coisas de uma vez

Uma coisa muito comum com autores que estão começando e que acontece até naqueles filmes adolescentes, é fazer uma apresentação bem expositiva do personagem principal e de todo o contexto que ele vive.
Quantas fanfics já não li que em apenas um parágrafo o autora já tinha falado do personagem principal, da família toda dela, dos amigos e até dos inimigos. E me refiro a um parágrafo de cinco linhas.
Não significa que esse tipo de apresentação seja ruim, mas o cuidado que se deve tomar é - além do contexto do livro, porque essa ideia eu fiz no meu livro As Aventuras de Jimmy Wayn - para não carregar a cabeça do leitor com tantas informações e nomes e outras coisas tão de cara.
O processo de apresentação faz parte da história sim, pois é preciso conhecer sobre o enredo e quem está envolvido nele, mas isso pode ser trabalhado de uma forma melhor... Talvez usando um capítulo inteiro para isso e oferecendo esses detalhes em pequenas pitadas.
E claro, essa dica não serve só para as apresentações de personagens e histórias, mas para qualquer parte que houver a necessidade de mais explicação ou exposição, como mostrar um sistema de magia ou um modo de luta.
No meu livro, O Diário da Escrava Amada, por exemplo, muitas coisas do contexto e sobre os personagens são mostradas no decorrer e desenvolvimento da história. Porém, por conta de alguns leitores, tive que criar um prólogo para a história explicando sobre o contexto histórico e social em que os personagens estão inseridos. Só que eu trabalhei isso usando um capítulo inteiro antes de realmente a história começar, mas confesso que - por ser jardineira - gostava das coisas aos pouquinhos.
Mas é bom sempre ter atenção para não sobrecarregar com detalhes e informações todas de uma vez e deixar o pobre do leitor confuso e perdido e sendo obrigado a voltar algumas páginas para lembrar tal pessoas ou tal informação.
 

Misturar muitos pontos de vista de uma vez

Costuma ser mais fácil uma escrita com o personagem narrando sua própria história, tecnicamente isto se chama Narração em 1º pessoa. Mas, ela tem algumas limitações que diferem bastante do outro tipo mais comum de narração, que é em 3º pessoa, geralmente com narrador onisciente - que sabe até sobre os sentimentos dos personagens. E alguns podem apelar para a mudança do ponto de vista para poder cobrir mais da história que apenas um personagem não conseguiria fazer.
O problema não é ter vários pontos de vista numa mesma história. São recursos que podemos usar mesmo. O cuidado que se deve tomar é não querer que esses pontos de vista acabem se atropelando entre si. E eu já vi acontecer algumas vezes e isso pode acabar deixando a leitura bem confusa.
Minha dica para isso é que cada personagem pode ter o seu próprio capítulo para contar sua visão ou até dá para brincar com os dois ao mesmo tempo, mas com moderação, fazendo eles até discutindo como tal fato aconteceu ou não. Deixa uma cara interessante para a história!
Só que é preciso atenção para saber qual personagem está narrando e em qual momento, evitando que um se misture muito com o outro e o leitor não vai fazer ideia de quem é que está contando o quê ou quem está sentindo o quê.
 

"Internetês"

Sei que atualmente estamos muito presentes na internet e ela apresenta a sua própria linguagem, que se chama Internetês (um nome bem anos 200, eu sei)!
De vez em quando, pelo puro costume, acontece de acabar escrevendo abreviando tudo né? Mas, infelizmente, a maneira que escrevemos na internet não é aceita na gramática e bem, pensando que estamos trabalhando com livros, é necessário que eles sejam escritos no língua formal certinho. Salvo, é claro, quando formos representar alguma característica regional do personagem ou até que algum trecho do livro se passe através de mensagens ou outras coisas relacionadas a redes sociais e internet.
Alias, é uma dica que dou até para os meus alunos: procurar sempre escrever o mais correto possível em qualquer lugar, porque ai evita essa confusão que abreviar tudo pode causar, como acabar esquecendo como tal palavra se escrever normalmente.
Não significa que não possamos conversar com os amigos do jeito que acharmos melhor, mas é saber separar os contextos.
Quantas vezes já num peguei texto em site de fanfic abreviado ou até alunos meus que abreviaram palavras no texto em sala de aula? Pois é!
 
Bem, pessoal, é isto!
Espero que tenham gostado das Dicas de hoje e espero que elas ajudem vocês a prestar atenção nesses pequenos detalhes que devemos ter sempre atenção e até evitar.
E uma pergunta antes de encerrar: Tem algum temas que vocês querem ver no "Dicas para escrever"? Só comentar ai em baixo!
Até a próxima!