terça-feira, 25 de fevereiro de 2025

Minhas Metas para 2025 (Vídeo)

Olá, pessoal! Como estão? Eu espero que bem!
Como vocês sabem bem, o vídeo onde eu comento sobre as metas do ano é mais uma tradição de início de ano por aqui no blog. Sei que ele costuma sair lá em Janeiro, mas acabou que com a minha mudança e a viagem (e as minhas "não-férias") não consegui gravar até agora.
Na real, sendo sincera, eu não tinha escrito as metas do ano até a meta deste mês.
Mas, um dos meus outros lemas é "Antes tarde do que nunca", então hoje trago para vocês a nossa tradicional lista de metas do ano de 2025.
(Não vamos contar que a maioria são só as antigas que passamos para frente!)
 

Metas Pessoais

  • Trazer aulas mais dinâmicas e participativas;
  • Regular as finanças e investir;
  • Ser mais organizada;
  • Fazer exercícios;
  • Arrumar o cafofo;
  • Acreditar mais em mim mesma.

Metas Literárias

  • Escrever: As Super Agentes e o Livro das magias e Destinos Florescentes;
  • Lançar a Contemporânea Erótica em formato digital e físico, em prensagem pequena;
  • Participar da Bienal Rio;
  • Participar de mais eventos;
  • Trabalhar mais nas coisas da Herói Editora e nos meus livros;
  •  Comemorar os 20 anos que comecei a escrever.
Logo abaixo temos o vídeo, que é o primeiro que eu gravei no meu apartamento. Não reparem no cenário diferente - e que o apê ainda está bem cru na decoração!
Como sempre, revisito as metas antigas e vejo quais eu cumpri e comento as deste ano, se bem que vai ser tudo no mesmo bolo!
Espero que vejam e gostem!
E vocês já traçaram as metas para o ano? Comentem ai!
Até a próxima!




 
 
 
  

sábado, 22 de fevereiro de 2025

Dicas para Escrever: Começar o seu primeiro livro

 
Olá, pessoal! Como vão? Eu espero que bem!
Cá estou hoje trazendo mais um "Dicas para escrever", o primeiro deste ano e de um tema que já tinha uns anos que eu queria abordar por aqui.
Imagino que muita gente tenha vontade de escrever mas nem saiba, então como sempre vim trazer minha dose de conhecimento para que está perdido. Algumas pequenas dicas para quem quiser começar o seu primeiro livro!
Lembrando, como eu sempre falo, são apenas dicas, então nada aqui precisa ser tão levado ao pé da letra; são mesmo só para dar uma ajuda e uma direção.
Enfim, sem mais enrolar! Bora lá!
 

Tenha uma ideia e faça um resumo dela

A primeira coisa é pensar numa ideia para a história, sobre o que você quer contar. Pode ser só um ponto inicial, uma inspiração e partir dai para frente. Se tiver dificuldade, pense em alguma mídia que goste e use como esse ponto para começar.
Eu costumo refletir e pensar na ideia por alguns dias, imaginando caminhos possíveis para a tal ideia. É realmente bom ir dando uma amadurecida já nesta etapa das ideias, pois pode ter alguma coisa que já "morra" nesta etapa porque não é uma ideia boa ou você nem consiga pensar em como desenvolver.
Após isso, só para não esquecer e também organizar os pensamentos, em algum lugar - poder ser num caderno ou em um documento de texto - escreva um pequeno resumo da sua ideia, da sua história.
Não precisa ser muito grande, é como se fosse uma apresentação inicial da história, contando o ponto principal do enredo e o começo dos acontecimentos.
Só para não ficar tão perdido mesmo antes de começar, porque pode acontecer de acabar esquecendo. Então, melhor anotar para não esquecer!
E só um adendo: É bem diferente de uma sinopse tá? Alias, temos uma edição bem antiga dedicada a sinopse, só entrar aqui.
 

Estabeleça alguns pontos-chave para a sua história

Aqui eu falo mais como autora jardineira - assunto que precisa ser um dos temas dessa sessão do blog - mas imagino que essa dica também sirva para quem é arquiteto.
Junto daquele resumo inicial, outra dica que eu dou é estabelecer alguns pontos-chave para a história; alguns acontecimentos que são essenciais, ou melhor, importantes demais para a o segmento da história.
Não é necessário fazer da história toda de uma vez - eu mesma não faço isso, afinal jardineira né? -, se funcionar para você, tudo bem! Mas, se não, pode ir fazendo conforme for avançando na escrita e no enredo da história.
Os pontos-chave são para te guiar nesse caminho, para acabar não acontecendo de escrever a mais sem necessidade e se perder na história. Porque se você não tiver ideia de onde vai, como vai chegar lá?
Para mim, estes pontos são só para realmente saber o que eu quero fazer com a história, como se fossem checkpoints sabe? Não importa como se chega lá, desde que chegue!
Imagino que se eu não tivesse, eu realmente ia me perder muito. Por isso que eu deixo essa dica dos pontos-chave, pois sei que são de grande ajuda!
 

Não fique se preocupando com o que pode te atrasar

Sei que muitas das pessoas que começam a se aventurar nessa coisa da escrita acabam com muitas preocupações na cabeça, ainda mais vendo tantos outros autores por ai. Eu mesma, já com anos de experiência fico com a cabeça cheia sabe?
Eu me preocupo da história estar boa, dos personagens serem cativantes, de fazer sentido, dar nomes pros personagens, enfim, coisas demais e que me perturbam em vez de me deixar escrever!
Alguns pequenos detalhes, como os nomes de personagens e até o título da história, podem ser deixadas para depois, porque se a gente realmente ficar se matando e só se permitir continuar quando resolver isso... Ai num vai sair livro nenhum em hora nenhuma.
Digo por conhecimento próprio - como em 90% das coisas que falo nessas dicas: quando fiz o "12 Meses com Minorin", que foi um projeto de contos onde eu escrevia um por mês, acabava só por decidir alguns pequenos detalhes só quando eu realmente terminava de escrever e ia dar uma revisada para poder postar - porque foi um projeto que lancei gratuitamente - que eu decidia o título ou os nomes dos personagens.
Então, se este detalhe estiver te travando e ele não for algo crucial para a história, dá para deixar para lá por um tempo e decidir depois.
Afinal, escrever também é revisar e pode ter certeza que o seu primeiro rascunho não vai ser a coisa que você vai lançar logo de cara; o texto precisa ser lapidado e muito lapidado.
Ou seja, algumas coisas podemos mesmo resolver na parte de rever o texto e acabar mudando ele.
 

Só senta e escreve

Sei que essa dica parece da bem maluca, ainda mais depois de "tanta preparação" que eu disse para fazer... Mas, realmente, a melhor forma de se aprender a escrever é... Escrevendo! Sério mesmo!
As coisas de escrita que eu aprendi em todo esse tempo foi justamente sentando e indo escrever meus livros. Claro que nunca foi aquela coisa que dava 100% certo, mas fui aprendendo a fazer a coisa um pouco de cada vez!
Realmente é uma coisa de prática, porque você vai entendendo como funciona; como funciona para você, entender qual é o seu processo de escrita, os personagens, a história. Vai tudo se encaixando conforme se desenvolve!
E talvez o medo da maioria que tem a vontade de escrever é justamente esse: Começar.
Mas, uma forma de encarar um medo é enfrentando-o, então nada melhor do que realmente encarar aquela página em branco e ir colocando as palavras nele.
Pode demorar, mas uma hora dá para chegar lá e até mesmo a página em branco não vai te assustar mais.

Devagar e sempre, um pouco de cada vez se vai longe

Outro dica muito importante, principalmente para quem está começando, mas para todos os autores é: Devagar e sempre!
Não precisa se desesperar se você não conseguir escrever duas ou dez mil palavras num dia só; vai fazendo um pouco todo dia. Uma certa quantidade de palavras - umas 500 ou 1000 - ou separar uma meia hora para poder escrever.
Até porque muitos de nós tem muitas outras tarefas e afazeres, acaba até sobrando pouco tempo. Digo isso, pois eu tenho um outro trabalho que me sustenta, já que não ganho muito com meus livros.
Não se preocupe de estar indo devagar, vá no seu ritmo; escreva um pouco todo dia, da forma que for possível. O importante não é a quantidade, mas sim a constância! De pouco em pouco, quando for ver lá no final, se chega bem longe.
Faço assim e já tenho um bocado de coisas escritas! É meu lema: devagar e sempre!
 
Bem pessoal, é isto!
Espero que as dicas de hora lhes sirvam para ajudar no começo do primeiro livro ou até de um novo livro.
Se quiserem compartilhar mais algo, só comentar aqui!
Até a próxima!

 
 

sábado, 15 de fevereiro de 2025

Wicked: Parte 1 (Filme)


Olá, pessoal! Como vão? Eu espero que bem!
Cá estou eu hoje para falar sobre mais um filme que eu assisti durante a viagem. Não sou a maior fã de musicais, mas têm alguns que eu encaro ver e acabo até por gostar.
Como já leram bem no título, hoje falarei sobre Wicked. Eu não vivo embaixo de uma pedra e sei que se trata de um musical da Broadway e que teve este filme mais recente. Confesso que até vi alguns conteúdos sobre, mas não cheguei a pegar nenhum grande spoiler, por incrível que pareça.
Hoje vou falar sobre o primeiro filme, primeira parte que eu assisti particionado em uns dois dias durante a viagem (e confesso que eu odeio ver filme por partes), mas vamos lá que vou comentar o que eu achei.
Wicked se passa dentro do universo de O Mágico de Oz, contando a história de tudo antes da chegada da Dorothy àquele lugar.
Na verdade, o filme já começa num futuro, justamente na cena em que dizem que a Elphaba morreu, ou melhor, que a Bruxa Má do Oeste morreu!
Só depois que a história retorna para o início, mostrando que nem tudo é o que parece!
Conhecemos a história de Elphaba Tropp, que é filha de um governantes de um dos lugares em Oz. Ela nasceu de uma relação da sua mãe com outro homem, este que lhe dava uma poção com a cor verde, fazendo com que ela nascesse com a pele verde.
Boa parte da sua vida, para não dizer toda, é bastante complicada, por conta de todos os preconceitos que ela acaba sofrendo, tanto pela cor da pele quanto pelos "surtos" que ela tem, que nada mais são do que a sua magia.
Muitos anos passam e a irmã mais nova da Elphaba vai para a universidade e neste dia, acaba acontecendo mais um de seus episódios mágicos e acaba por chamar atenção de uma professora, que insiste muito para que ela estude magia por lá e que também quer apresentá-la ao famoso Mágico de Oz, na Cidade das Esmeraldas.
Nesse mesmo ínterim, conhecemos os outros personagens, como a Galinda (que depois vira Glinda), que é de uma família rica (e toda patricinha) que sonha em ter aula de magia; só que ela, como a maioria das pessoas tem zero aptidão para magia.
(Ainda tenho a teoria de a Elphaba é uma feiticeira brabíssima e que tem magia natural e os outros são magos que precisam estudar magias para conseguir acompanhar).
Acaba que a Elphaba fica na universidade e se torna colega de quarto da Galinda e elas não se dão nada bem no começo.
A história vai desenvolvendo e um dos pontos-chave é o preconceito com os animais, já que neste universo os animais são capazes de falar e possuem inteligência; só que no decorrer a história os animais vão perdendo essa capacidade e sendo ainda mais isolados. Tudo isso acaba sendo pessoal até demais para a Elphaba, que passa por quase a mesma coisa.
Em certo momento, sem querer dar muito spoiler, ela e a Galinda acabam se tornando mais próximas, ouso dizer, até amigas. (Isso acontece meio rápido, visto que é um filme longo.)
As coisas começam a dar errado justamente quando elas vão para a Cidade das Esmeraldas e nós percebemos que na verdade o mágico é só um charlatão e no final de tudo, a pessoa que não é a vilã acaba por receber este título.
Mesmo sendo já uma história conhecida, não quero contar muito para não estragar para quem não conhece.
E eu não esqueci que é um filme musical e nem preciso dizer que eu gostei bastante das músicas e elas realmente dão algo a mais para contar a história, sendo que elas até foram cantadas ao vivo no set de filmagem.
Os cenários e figurinos são lindos demais e sinto que o filme não correu em nenhum momento e ficou realmente um gostinho de quero mais e ainda bem que vem a parte dois.
Então, sim, Wicked foi uma grata surpresa! Eu amei o filme e vou com certeza assistir a continuação!
E vocês, já assistiram Wicked? Comentem ai!
Até a próxima!

terça-feira, 11 de fevereiro de 2025

Trapped in a Dating Sim (Anime)

 
Olá, pessoal! Como vão? Eu espero que bem!
Cá estou hoje para falar sobre mais um anime que eu acabei por ver neste início de ano, que é mais um isekai da vida - porque tem muito disso atualmente -, mas ele é até um bocadinho diferente.
Falarei sobre sobre Trapped in a Dating Sim, que me surpreendeu de uma forma bem legal. (Até que digníssimo curtiu o anime um pouco.)
O começo dele é daquele bem clichê, com o personagem principal jogando um Otome Game; só desta vez este personagem é masculino - normalmente é feminino - e o jogo que ele está jogando é por causa da irmã, que não conseguia passar das partes. Quem nunca não é?
Ele vai se matando de jogar e consegue zerar. Ai sai de casa, já completamente revoltado e acaba por morrer de uma forma patética, caindo da escada.
Então, ele acorda num outro corpo, com toda uma outra vida, com o nome de Leon Fou Bartfort. Preso num mundo onde as terras são ilhas flutuantes e as mulheres são as mais importantes; uma coisa meio valores trocados com os nossos. Sua família é rica, mas o seu núcleo junto com o pai é humilhado pela baronesa (se não me engano) com quem o pai é casado.
Quando o Leon junta os pontos e percebe que está reencarnado no mundo daquele jogo que ele jogou para a irmã e o pior... Ele é só um personagem aleatório, um pobre de um figurante. Ou como ele diz, um mob.
Com todo o conhecimento que tem, tanto da outra vida quanto daquele mundo, ele vai tentando deixar a vida dele mais de boas e tranquila; só que ele acaba conquistando terras para si, um título, dinheiro e acaba por ter que estudar na academia onde se passa a história do jogo.
A partir dai, que meio que tudo começa a dar errado! Quanto mais ele tenta não se envolver e só seguir a vida dele em paz, mais ele acaba por se envolver com os personagens principais do jogo e com os acontecimentos também.
O anime desenvolve de uma maneira interessante, a começar pela garota nova que conquista os protagonistas namoráveis do jogo... Em vez da própria protagonista do jogo fazer isso! A Olivia - que é a protagonista original - acaba por seguir um outro papel, junto também com a vilã original do jogo.
O mais engraçado é que o Leon odeia os namoráveis, acha eles sem sal, sem graça, chatos!
Gente, tem até robô gigante e batalhas no anime, porque tinham no jogo também.
Como falei antes, este anime foi uma surpresa, sendo ao mesmo tempo divertido e com uma história que até parece clichê, mas que trabalha coisas diferentes.
Não quero contar muito mais para não estragar a experiência de quem se interessar pelo anime.
Deixo a minha recomendação para quem quiser uma coisa diferente e mais leve para assistir.
E ai? Conheciam este anime? Já viram? Comentem ai!
Até a próxima!

 

sábado, 8 de fevereiro de 2025

Assistindo, Lendo, Etc... #90: Janeiro 2025


 
Olá, pessoal! Como vão? Eu espero que bem!
Mais um mês começando e com ele trago mais uma das nossas atualizações mensais sobre séries, livros, filmes, músicas e quaisquer outras coisas que eu consumi no mês que passou.
Começando pelas séries, que boa parte daquilo que comentei na última, acabei parando de ver tudo daquilo, só porque eu parei mesmo; por diversos motivos. Enquanto outros eu terminei e comentei por aqui, como os animes - tirando o da Myne.
A única coisa de lançamento de anime que eu estou assistindo é a segunda temporada de Diários de uma Apotecária; que eu estou ficando maluca de tão boa que está! Quando terminar, quem sabe não comente aqui.
Uma série que eu vi um episódio no ano novo e acabei indo assistir sozinha foi The Marvelous Mrs Maisel; que é sobre uma mulher que quer seguir na carreira de comediante, tudo isso sendo ambientado nos anos 50, o que dá uma carinha toda especial para série e eu estou amando!
Outra que eu e digníssimo começamos a ver junto é The Mentalist. Estamos bem no comecinho ainda, mas a série tem coçado uma coceirinha nossa, ainda não descobri qual.
Estou vendo também a segunda temporada de Com Carinho, Kitty; uma série adolescente que dá uma saudade e um gostinho dessa minha fase da vida... E passar raiva também!
Por último, na viagem, cheguei a assistir alguns episódios de Perfect Marriage Revenge, que já tinha meses na minha lista e já começou valendo a pena, mesmo que tenha um enredo até previsível!
 
 
 



 
Quantos aos filmes...  Bem, lá na viagem, a gente acaba vendo alguns filmes juntos. Por isso que a lista tá maior do que se for comparar com os outros meses.
Durante a viagem vimos A Noviça Rebelde, que eu já até comentei por aqui; e também a primeira parte de Wicked que e vou comentar em breve. Mas, já deixo um spoiler de que eu gostei!
Os outros filmes foram o primeiro do Sonic, que eu e digníssimo resolvemos começar a ver, pois ambos têm vontade e foi uma ótima experiência.
E o último foi o nacional Fazendo Meu Filme, que é baseado num livro; o filme é divertido, mas é só um filme legal mesmo e eu curti ter assistido.

 
 
Quanto aos livros, eu tenho lido pouco... Ou seja, só continuo lendo Filha da Tempestade mesmo! Acho que a última vez que eu parei mesmo para ler - que é o que me faz demorar muito nas minhas leituras - foi durante a minha viagem.
 
Quanto as músicas, no começo do ano acaba até sendo mais lento ou costumam vir os primeiros singles para os álbuns que saem em fevereiro (e uma música de anime). Segue a lista:
  • Hyakka Ryouran - Lilas Ikuta;
  • Electric Trick - Nana Mizuki;
  • Mayu - Mamoru Miyano;
  • Battle Cry - Majestica.



E para fechar, depois de 84 anos - pois eu pedi o livro em novembro - finalmente chegaram os livros impressos de As Aventuras de Jimmy Wayn, que foram o 3º Volume - Reviravolta na Família - e a 2º edição do 1º Volume -  . Eu testei uma gráfica nova e confesso que ainda estou bem chateada, pois pensei no meu bolso e houve uma queda de qualidade. (Isso sem contar que cortaram um pedaço da capa.) Sério, eu nem consegui ficar empolgada... Mas eu já gastei dinheiro né? Depois eu vou colocar nas devidas lojas e tudo o mais.

 
Bem, pessoal, é somente apenas tudo isso para este mês.
E vocês, o que assistiram neste período de "quase"  férias? Comentem ai!
Até a pŕoxima!

 
 

terça-feira, 28 de janeiro de 2025

Finalmente Assisti: A Noviça Rebelde /The Sound of Music

 
 
Olá, pessoal! Como vão? Eu espero que bem!
Cá estou hoje, trazendo uma pequena sessão quase-semi-fixa aqui do blog, onde eu falo sobre alguma coisa clássica que eu nunca tinha assistido. O filme sobre o qual falarei desta vez, que eu vi durante a minha última viagem, foi A Noviça Rebelde.
Claro que eu conhecia o filme porque sempre acaba aparecendo em referência em diversos lugares, mas eu só realmente nunca tinha assistido ao próprio filme em si.
Confesso que é uma coisa meio complicada eu gostar de filmes musicais, eu tenho que assistir e tirar cada um a prova individualmente, porque é um gênero complicado para mim.
Enfim, para quem viveu em baixo de uma pedra nos últimos - sei lá - 50 anos, A Noviça Rebelde com a história de Maria, que é uma Noviça num convento na Áustria, no finalzinho dos anos 30. A pobre ainda tem muitas dúvidas sobre querer ou não seguir o caminho de se tornar Freira e acaba sendo designada pela Madre e ser governanta - ou melhor, Babá - dos sete filhos de um militar do país.
Ela faz uma longa viagem e ao chegar na casa, conhece a família e tudo o mais. As crianças no começo não são nem um pouco fáceis, mas com o tempo ela conquista o coração de todos. Principalmente que o aquela casa era muito triste e sem música, justamente por causa da morte da mãe.
E o filme desenvolve a partir dai e eu nem preciso explicar muito porque eu amei! Não só as músicas, mas como tudo o que faz parte do filme, que é uma atmosfera e uma energia diferente, talvez por ser um filme mais antigo. Ele não corre e não fica chato em nenhum momento, dá para sentir o enredo todo amarradinho e claro, pegando justamente a parte histórica da época e mostrando... Que dá justamente uma tensão enorme no final!
Depois de tantos anos, eu entendi porque este filme é um clássico e sinceramente, faz jus a tudo o que sempre ouvi dele. Sem contar que a Maria nada mais é do que a Julie Andrews, que a maioria de nós conhece como a Rainha de Genóvia em O Diário da Princesa.
Imagino que muitos acabem nem dando a oportunidade pois é algo mais antigo, mas sério, se puderem, parem para assistir, pois tudo nesse filme é muito lindo e bem feito.
Então, fica aqui a recomendação para quem realmente quiser sair de coisas mais atuais e quiser ver uma coisa diferente.
E ai? Já conheciam A Noviça Rebelde? Se viram gostaram? Comentem ai!
Até a próxima!

 
 
 

sábado, 25 de janeiro de 2025

Kyon #113: Entrevista com Anelise - Sobre os 20 anos com os livros

Olá, pessoal! Kyon aqui!
Como passaram o natal e o ano novo? Eu espero que bem!
Primeira vez que apareço aqui no blog neste ano e para já começar com uma pequena abertura - junto com a newsletter - das comemorações um cadinho atrasadas dos 20 anos de autora da Anelise, ou melhor, o 20th Writer Anniversary.
Como já deu para ver no título da postagem, teremos uma nova edição de Entrevista com Anelise, dessa vez para falar sobre os 20 anos como autora, é claro.
Tem um bom tempo que eu não faço postagens deste tipo, acho que até perdi um pouco do jeito. Mas, vamos ver como dá.
E antes de começarmos, para quem quiser ler - apenas a título de curiosidade - a versão de 10 anos atrás e que eu fiz até no meu antigo blog (e repostei) está disponível aqui.
Então, sem mais enrolar... Bora lá!

Entrevista com Anelise - Sobre os 20 anos com os livros

1- Qual é o sentimento de alcançar a marca dos 20 anos, mesmo sendo só uma data/marca pessoal?
Qualquer marca, independente de qual for, é importante. Como eu sempre falo, a escrita se tornou uma parte de mim e perceber que já faz 20 anos que eu faço isso, fosse por hobby ou por profissão, é ao mesmo tempo maravilhoso e até surreal. Porque eu nem sinto que tem tanto tempo assim, mas tem!
São 20 anos que eu invento histórias e as compartilho com o mundo (ou só comigo mesma, algumas vezes) e sou muito feliz com isso!
 
2- Se tirarmos o tempo de publicação, a conta reduz em 10 anos. O que aprendeu nos 10 anos de "publicada"?
Quem nem sempre é fácil, na verdade, a parte mais fácil e justamente só o escrever, porque todas as outras etapas demandam muito mais. Imaginar o livro como um produto e não só como uma história, tentando torná-lo atrativo para que as pessoas leiam e se interessem.
E que existem muito caminhos para poder publicar seu livro que não só aquele "tradicional" de livro físico e tudo o mais... Sendo até mais barato e sem sofrer em mão de editora.
E por que não abrir a própria né?

3- Como você enxerga sua carreira como autora?
Hoje eu tenho uma visão mais profissional dela. Desde 2019, acho eu, que já não enxergo apenas como um hobby como era antes, mas vejo que realmente sou uma autora nacional e eu tenho uma carreira - pequena, com poucos leitores, mas tenho.
Tanto que eu tomo bastante cuidado com as coisas eu eu falo na internet porque eu tenho uma quase imagem - como se as pessoas já não soubessem que eu sou doida mesmo - a zelar.

4- Sente que a sua escrita também amadureceu com você com o passar dos anos?
Claro que sim!
Junto com a experiência que eu fui adquirindo ao escrever (experimentando desde sempre), como também com as minhas formações. Acho que tudo isso ajudou a minha escrita a se transformar no que é hoje e que sempre muda para melhor.

5- Mesmo com tanto tempo, ainda acha que é possível escrever boas histórias?
A criatividade é uma fonte infinita, mas a gente precisa cuidar bem dela porque senão seca.
Mas sim, depois de muito tempo e mesmo com os afazeres de adulta, ainda é possível escrever boas e criativas histórias.
Ainda devo falar sobre este tema em uma edição futura do Boletim de Anelândia.

6- Pergunta meio clichê também, mas como manter a inspiração depois de tanto tempo?
Esse tema, ironicamente, cheguei a falar sobre na newsletter também. haha
Mas, manutenção de inspiração e de criatividade é saber justamente a hora para descansar e se dar um tempo quando sentir que as coisas não estão fluindo.
Nesses 20 anos escrevendo aprendi e muito a respeitar o meu tempo para muitas coisas e meus momentos de inspiração são um exemplo! Entender que não sou uma máquina e que tem dia que não rola mesmo e está tudo bem.

7- Uma pergunta meio repetida, mas você se vê sem seus livros ou a escrita?
Até cheguei a comentar lá em cima bem brevemente, mas não! Não consigo me imaginar vivendo num mundo onde eu não esteja escrevendo uma história ou pensando outra.
Não é nem a questão de publicar, mas só de contar em algum lugar, seja num caderno ou em arquivo de texto.
Quando escrevo eu entro em um mundo só meu e onde as possibilidades são sem limites e isso é tão gostoso!

8- Alguma coisa que você falaria para a Anelise de 2004 que começou As Super Agentes?
Nossa! Essa é difícil! haha
Eu diria para ela que vai ficar tudo bem e que vale a pena continuar a contar aquela história do caderno velho, porque esse pequeno hobby vai crescer de uma forma que ela nem imagina.
Terão altos e baixos, mas no final vai valer a pena! Seus livros vão alcançar pessoas de todos os lugares.
E não se deixe levar pelas pessoas que querem te botar para baixo e te fazer desistir, porque o que incomoda é justamente você ter um sonho, então não se anule por causa de pessoas assim.
A família vai levar bem mais tempo para entender isso, mas vão te apoiar da maneira deles.

9- Alguma dica para os autores que estão começando nessa vida de escritor?
Também é uma pergunta complicada viu?
Apenas continue! Não quero iludir ninguém, mas para ser escritor é preciso muita persistência. Mas, se é o que você quer e gosta, pode ter certeza que vai ter alguém que vai ler a sua história e amar.
Seja cauteloso e faça tudo pensando no melhor para você e seus livros.
São nos pequenos momentos que tudo vai valer, seja um comentário, uma foto num evento, uma sessão de autógrafos. Os pequenos passos são os maiores dentro do coração!

10- O que você espera para os próximos anos como escritora/autora?
Nem quero falar que eu sou péssima com planejamento. ahah
Mas eu espero que eu consiga publicar mais livros e participar de mais eventos e fazer minhas histórias e euzita sermos mais conhecidos dentro do mercado nacional.
Fazer também a minha editora crescer ainda mais.
Continuar também a interagir com os meus leitores e poder compartilhar das loucuras juntos.
 
Bem, pessoal, é isto!
Eu sofri para elaborar as perguntas, pois quis fazer uma coisa diferente do que da outra vez.
Espero que tenham gostado da entrevista e nos vemos na próxima!
Beijos do Kyon!