terça-feira, 18 de outubro de 2016

Resenha #28: Pseudônimo Mr. Queen



Olá, pessoal! Mais uma resenha aqui no blog. E mais um livro de uma Book Tour.
Dessa vez de Pseudônimo Mr Queen da autora Loraine Pivatto.
E temos resenha em vídeo e em texto também. Lembram que eu faço isso de vez em quando? Pois é! Achei mais um livro que merece!
Após a sinopse, falo o que achei do livro.

Sinopse: O ano é 2012,
Dia 21 de dezembro,
E a temida profecia maia acaba de se cumprir.

Cidades devastadas,
Ruas vazias,
A população mundial bruscamente reduzida,
E a história dos sobreviventes começa a ser contada.

Os escolhidos iniciam um novo mundo, baseado nas novas regras passadas através dos sonhos.

Agora serão 2 vidas:
A primeira até os 70 anos,
A segunda, a partir dos 20 e até os 100.
150 anos no total.
Nenhum segundo a mais.

A nova sociedade começa a surgir:
Sem desigualdade,
Sem dinheiro,
Sem doenças,
Sem possibilidade de mortes prematuras,
Exceto por uma maneira.

Uma única maneira de morrer, mas que não pode ser revelada.
Um segredo que precisa ser guardado.
Para salvar a sociedade de si mesma.

O livro começa no fim do mundo, em 21 de Dezembro de 2012. Sim, o famoso dia que apavorou muitos na época. (Mas para quem passou por 1999, 2000 e 06/06/206, não foi nada. haha)
Mas, na história do livro, aconteceu algo nesse dia. O mundo foi resetado, acho que se pode dizer assim.
Algumas pessoas foram escolhidas para começarem este novo mundo e uma delas foi Regina Brandão. E é em sua família que a história vai focar. Ironicamente, seu aniversário foi no dia do fim do mundo.
Várias pessoas acordaram dentro de uma quadra de basquete sem entender nada do que ocorrera. E uns dias depois a sociedade foi se arrumando.
E como ficaria a sociedade a partir de então? Algumas pessoas, incluindo Regina, sonharam com as regras deste novo mundo. Seriam duas vidas a partir de agora, uma do nascimento aos 70 anos e outro dos 20 aos 100. Sem doenças, sem acidentes, todos os segundos de vida seriam iguais para todos. E também haveria igualdade para todos. O direito a moradia, comida, entre outras coisas, desde que trabalhem seis horas em uma função, servindo a nova sociedade.
O processo de envelhecimento era só físico, não havia os "problemas" da velhice.
Porém, nos primeiros dias algo estranho acontece: Uma pessoa tenta cometer suicídio. Só que a cabeça da pessoa cresce e o resto do corpo é sugado e ela some, reaparecendo uns dias depois sem que nada tivesse acontecido e sem recordar nada, assim como as pessoas que assistem a cena e logo esquecem.
Só que com Regina foi diferente, ela não esqueceu e achou estranho isso. Uma outra sobrevivente, Lúcia. Também tem o detalhe que ela é capaz de ver objetos de todas as vidas.
E assim a história vai correndo. Com as duas e futuramente os seus descendentes, tendo que proteger os segredos desse mundo, especialmente o segredo da morte. No início, nem algo tão problemático, mas se torna após a ambição de um dos personagens aparece mais a frente.
Além da história de Regina, seguimos também a neta dela, Larissa e a filha de Larissa, Vitória. Três gerações de uma mesma família. (Sendo que Regina não teve filhos, mas criou a filha da grande rival como sua.)
A passagem da primeira para a segunda vida é algo bem tranquilo. Ao dar a hora de nascimento, a pessoa simplesmente desaparece e reaparece já na outra vida, rejuvenescido. E as vidas conseguem se comunicar entre si, passando inclusive que as penas judiciais possam ir de uma vida a outra.
As cidades e locais se mantiveram os mesmos, apenas com mudanças de nomes para o de alguém importante de lá. Alberto Pereira, por exemplo, que é a antiga São Paulo. Alguns prédios foram desaparecendo e qualquer coisa de luxo e que diferenciasse uns aos outros, sumiu em poucas horas. Apenas casas semelhantes e locais públicos permaneciam.
Com o passar dos anos, surge a tal pontuação TUV, que classifica as pessoas de acordo com as suas capacidades. E aquilo se torna a nova obsessão do mundo: Uma boa pontuação na TUV significava ter um ótimo status social. As pessoas brigavam pelos seus pontos, com tudo o que se possa imaginar. Inclusive com a rede social: o happiness book (Livro da felicidade, em tradução literal.)
E os artistas são os mais consagrados deste mundo, pois sua obras aumentam suas pontuações na TUV, podendo usar até pseudônimos. Caso fracassassem, não haverá problemas. E com o passar dos anos surge um artista excelente, o Mr. Queen apareceu. Suas letras e músicas viraram uma febre e ninguém sabia quem era por se tratar de um anônimo.
E toda essa "treta" gira em torno dos ex-namorados de Larissa: Paulinho e Júnior. Uma obsessão e briga entre os dois, especialmente pela Larissa. Júnior quem escreveu a letra da música, mas Paulinho, que era empresário a usou sob o Pseudônimo. E deixaram para revela a identidade na segunda vida. E claro que foi o maior evento que o mundo já viu.
E esse é mesmo a maior trama do livro, junto com o tal segredo da morte que tem que ser protegido a todo custo.
O livro não tem uma leitura cansativa, apesar de ser bem extenso. Algumas partes são até desnecessárias, eu diria, mas não é o fim do mundo lê-las, pois não chegam a ser massantes. Cada passagem acrescenta alguma coisa, mesmo que não seja relevante a parte principal, contudo faz com que nos liguemos bastante aos personagens.
Todos eles são cativantes e tem suas peculiaridades. Cristiano anjinho, Ciça louca, Vitória determinada, entre outros. E claro, temos uma pessoa que realmente mereceu morrer no final de tudo. Bem feito! Eu fiquei em choque quando descobri o plano dele. Sério!
Pseudônimo Mr. Queen é um dos melhores livros nacionais que já li. Trata de um tema até bastante explorado, apocalipse, mas de uma foma diferente e que nos bota para pensar. Por exemplo: Talvez seja muito difícil de mudar algumas essências da sociedade, como a competição.
A autora, Loraine Pivatto está de parabéns pelo livro. Agradeço a ela por ter aceito o blog na book tour e ter me dado a opotunidade de ler esse livro maravilhoso. (E também a Gih, que indicou a book tour. haha)

E fiquem com a resenha em vídeo.


Bem, pessoal, essa foi a resenha de hoje. Espero que tenham gostado.
Até a próxima!

Avaliação:


sábado, 15 de outubro de 2016

Top 5 #22: Músicas OST Undertale


Sejam bem-vindo a mais top 5 aqui no blog!
E vamos falar de vídeo game? E de música?
Quem me conhece sabe que eu adoro ouvir OST de qualquer coisa. E vamos falar sobre um dos melhores pontos desse jogo maravilhoso que é Undertale. (Um dia falarei sobre ele melhor aqui no blog.)
Resolvi fazer a lista das músicas favoritas do jogo. Bora lá!

5- Pathetic House
Um dos meus personagens favoritos do jogo é o Napstablook. Que é um fantasma meio deprê e que adoro música. (Clara referência ao Napster.)
Essa é a música que toca quando a gente entra na casa dela. É muito divertida!

4- Hopes and Dreams / SAVE the world
Essas música são meio que um combo, por isso estão juntas. Ela tocam quando você enfrenta o chefe final do modo pacifista do jogo. É uma música épica e que dá uma inspiração forte quando a gente precisa. Sério, não para escutar isso, sem ao menos sentir alguma coisa.

3- Ghost Fight / sans
A primeira é a música que toca quando encontramos pela primeira vez com o Napstablook, na batalha com ele. Ai gente, é muito divertido, porque tem uma hora que ele vai atacar e só aparace assim: "Eu não estou a fim no momento. Desculpe!". Totalmente eu!
A segunda música é tema do personagem favorito acho que do fandom inteiro (Incluindo eu): Sans. E não é para menos. Referência a minha fonte favorita da vida, Comic Sans MS, e leva bem a sério o "comic" no nome. E claro: "Do you wanna have a BAD time?"

2- Megalovania
E por falar em Sans. E por falar em "BAD TIME". Essa música toca na pior batalha do jogo, sério. O mundo passou a maior raiva da vida nessa parte.
Mas a música ficou marcada em todos e acredito também ser a favorita de muitos. E ela também está entre as minhas favoritas!
Quem jogou Undertale e não gosta dessa música... Sério... Para tudo agora e repensa sua vida! haha

1- Spider Dance / Spear of Justice
E sim, temos duas na primeira posição e ironicamente são músicas de personagens femininas.
A primeira é a música de Muffet, que é a líder das aranhas no mundo do jogo. Ela luta com a gente porque acha que não ajudamos a causa das aranhas. Essa música é mara!
A segunda é música de uma das melhores personagens do jogo: Undyne. (Alias, todos os personagens desse jogo são só amor.) Undyne é a guerreira mais forte do reino e adora cozinhar. (Também treina o irmão do Sans: Papyrus.)

Bem, pessoal, esse foi o top 5 de hoje.
Ainda farei uma postagem sobre o jogo aqui, mas posso dizer que todas as músicas do jogo foram feitas pelo criador: Toby Fox. O cara é muito foda! Só falando assim.
Vou ficando por aqui hoje.
Até a próxima!

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Kyon #13: Uma fã surtada

Olá, pessoal! Kyon aqui.
Eu sei, eu sei, tava sumido do blog. Realmente sem muitas ideias do que postar para vocês. Mas, estou de volta para alegria geral da nação. (Ou quase né?)
E hoje vou ressuscitar um post no estilo antigo do meu blog. Falando sobre alguma característica da Anelise. haha
Hoje falaremos mais sobre o lado "fangirl" dela, ou de fã surtada, como preferirem chamar.
A começar pelo fato que ela tem muitas, mas muitas coisas mesmo que considera como favoritas. Seja de animes, mangás, filmes, músicas, livros, em todos os campos. Anelise é alguém eclético!
E as coisas que ela gosta, é com vontade. Ela é assim. Sagitariana, sincera e energética.
Sério, gente, vocês nunca viram essa garota cantando algo dentro de casa. Ou o surto que ela dá quando tem alguma música/clipe nova. Ela grita mesmo! Surta mesmo, sem pena. Claro que quando não está em público, só em casa.
Se bem que na faculdade teve um dia que ela finalmente encontrou uma música que tanto queria para baixar. Ela só pode abraçar o monitor e suspira e pensar: FINALMENTE VOU OUVIR ESSA MARAVILHA.
Sem contar que em muitos dos seus momentos de escrita, os surtos também estão envolvidos. Seja na maior cena de treta, na maior cena de romance. Maior parte das vezes, é na faculdade, imaginem você querer gritar e sentir da forma mais louca aquilo e não poder? É assim que ela fica!
Só lhe resta soltar um comentários a si mesma e ficar rindo histericamente em modo mudo.
Ela é assim, porque é fã! Fã é doido! Grita!Em alguns momentos, quando vê algo que quer muito, dá pulinhos, bate as mãos no rosto. Altos "micão memo"! (Eu fico imaginando como a Luciane Rangel, autora de Tenshi, deve ter ficado: Nossa, gente, quem é essa louca?)
Enfim, é uma das coisas que a faz ser quem é. Ela é surtadinha e feliz!
Fiquem com um trecho do conto mais recente dele, onde ela mesma representou isso:

"Então, mais duas parecidas comigo chegaram. Uma trajava calça jeans, tênis e uma camisa escrita "Eu amo Anime e Yaoi". Já a outra, usava uma camisa diferente, com diversas fotos de cantores, atores e outros autores que sou fã. (E com a Chihara Minori bem grande no meio.)
-Ah, vocês apareceram. Pessoal, estas são a Otaku Fujoshi - apontou a de camisa "Anime" - e a Fã Surtada.
Então, a Fujoshi olhou para Mark e Dimitri e ficou imóvel, piscando várias vezes seguidas. Ninguém entendeu nada, até que ela falou:
-Ah, Mark, Dimitri. Ahhh... Meu Shipp! Tão canônico. - e saiu um fio de sangue escorreu de uma das suas narinas
-Ela sempre faz isso! - a Fã reclamou, pegando um lenço no bolso e dando a ela - Limpa logo isso, garota.
-Vou precisar de uma transfusão depois disso. - falou limpando-se
-Não vai. Não aconteceu nada. Eles estão só parados na sua frente. - e foi a vez dela - Ah, caramba! Olha só. As quatro melhores agentes do mundo bem na minha frente. - pulinhos e apertos de mãos em sequência - Que prazer conhecer vocês!
-Viu? Não sou só eu a maluca aqui!
-Fã surtada, pare. Chega! - Determinação colocou a mão na testa - Eu não aguento vocês duas. Eu vou ficar doida um dia com esses fangirling attacks.
-Miga, sua louca. Apenas pare! - Otaku puxou a outra para perto de si"

Espero que tenham gostado no post de hoje. Até a próxima! 
Beijos do Kyon!

sábado, 8 de outubro de 2016

Uma garota que sempre teve um ciclo menstrual problemático


Ai, Anelise, que foto nojenta é essa do post e você vai falar de menstruação? Nossa, você é nojenta!
Olha só, isso é apenas uma coisa normal do corpo feminino, mesmo que algumas optem por deixar de ter por N razões. Aliás, até fiz um post sobre o mesmo tema: Menstruação não é palavrão.
E hoje falarei sim da minha própria relação com esse "evento" na vida de uma mulher. Digo com essas palavras porque quando ocorre da primeira vez é praticamente isso. Nunca entendi muito o porquê de parabenizar, mas ok.
Eu me lembro com exatidão da data da minha, foi em 24 de Dezembro de 2005. Sim, era véspera de Natal. Papai Noel me deixou um belo presente. -sqn
Recordo-me de ter ficado triste e até ter chorado. Nem faço ideia do porquê.
Mas, desde então, tenho convivido todos os meses com ela. E sabe de um coisa: Eu nunca tive na minha vida tive um ciclo menstrual regular.
Meus cálculos sempre foram contando uns cinco dias a mais. Já fazia parte ter alguns dias a mais mesmo. Sabia muito bem disso!
E uns meses atrás, depois de ir a ginecologista e depois de uma bateria de exames de sangue para todos os hormônios para descobrir que estava com alguns deles elevados. Por consequência disso, foi-me passado um anticoncepcional para controle hormonal.
E aconteceu outra coisa, eu nunca tive o ciclo tão correto na minha vida. Sabe você falar com toda a certeza do mundo qual será o dia que vai menstruar? Pois é, fui ter essa sensação aos 23 anos.
Isso porque me disseram que ia levar dois anos para regular. NUNCA REGULARIZOU!
Foi só com o remédio que aconteceu isso. Claro que ele já faz isso, mas você entenderam em relação a tudo o que disse acima.
E de uns tempos para cá começaram a aparecer casos de pessoas que tiveram efeitos colaterais por conta do anticoncepcional. E como agora estou tomando e isso me assusta e muito. Mas, estou tomando-o por questão de saúde e isso não é bobeira.
Tem garotas que tomam anticoncepcional por vários motivos, não só para não engravidar. Claro que todas nós sabemos dos efeitos deles, mas, por favor, não fiquem nos dando motivos para ter medo. A gente agradece!
(Esse foi meu minha depoimento e desabafo do dia.)

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Parceria: Autora Gislaine Oliveira

É com muito prazer que anuncio a primeira parceria do blog com uma autora e também uma grande amiga de profissão: Gislaine Oliveira. (Para os íntimos, tipo eu, é só Gih.)
Ela abriu parcerias com blogs e claro que fiz questão de me candidatar.
Bem , vocês só conhecem um pouco a Gih aqui no blog porque eu falo dela. Ela vive me indicando para tag e até já leu alguns livros só por minha causa. E claro, já li uns dois livros dela também.
Pode-se dizer que estamos oficializando algo que já existia! haha
Enfim, segue uma apresentação da Gih e alguns dos livros dela.


"Eu já era escritora, antes mesmo de aprender a ler."   (Gislaine Oliveira)

Gislaine Oliveira é uma gaúcha nascida em outubro de 1993. Essa garota viu na literatura uma forma de salvar o mundo. Não apenas dos dragões ou das bruxas malvadas, mas também de todos os estereótipos e preconceitos presentes na sociedade. Desde que ela descobriu isso, vem lutando para proteger o mundo através das palavras.




 Sinopse: Déia vai trabalhar em uma grande empresa e conhece Diego, o senhor multinacional. Ele é lindo e ela se apaixonaria fácil por ele se não fosse apaixonada pelo Lucas seu ex. E se, o chefe não fosse tão arrogante. O que acontece porém é que os dois terão que dividir o mesmo escritório e no meio de tantos papéis e documentos acabam descobrindo que tem muito em comum.

Minha Resenha  / Leia no Wattpad


Sinopse: Prever o futuro em sonhos era um dom divertido para Rita. Até ela sonhar com o próprio casamento, cujo noivo não é Felipe, seu amado namorado. Ao saberem disso, os dois partem junto com os amigos numa jornada para mudar esse cruel destino. Mas tudo se complica quando Rita conhece Thiago, o noivo.

"Minha vida tinha se transformado numa tentativa desesperada de não perder Rita. Nem mesmo por um segundo." - Felipe.

Minha Resenha



 Sinopse: O que você faria se tivesse a oportunidade de viver um conto de fadas? Pois Cinddy não fica nada feliz com essa situação e acaba arrumando grandes confusões em uma das histórias mais famosas de todos os tempos. "Cinddy é uma garota normal, mas que um dia se encontra perdida dentro de um conto de fadas. Esse poderia ser o sonho de muita gente, mas não o dela. Por que isso tinha que acontecer justamente com Cinddy? Logo ela, que não suporta essa história de príncipe e princesa.
É claro que a menina vai aprontar grandes confusões neste clássico infantil. Afinal, ela é a Cinddy, uma menina forte e independente, que não se deixa abater nem pelas implicâncias das meninas na escola. E agora, levará toda a sua personalidade para a pobre gata borralheira.
Cinddy foi criada com esse propósito: mostrar como uma menina atualizada e decidida iria enfrentar as situações de uma das mais conhecidas princesas. " Gislaine Oliveira

Ainda terei a oportunidade de ler Se eu fosse a Cinderela e vou fazer uma resenha. Mas eu estou mesmo com as expectativas altas. A Gih tem escritos maravilhosos. =D

E para quem não sabe, está rolando um sorteio deste novo livro. Vocês podem participar até o dia 15 de Outubro. Corre lá e não perca essa chance! Sigam as regras e boa sorte! :3

E seja mais que bem-vinda a parceria com o Blog, Gih. Alias, agradeço a confiança e também ter aceitado esta parceria. Tenho certeza que isso só vai dar boa coisa! haha
E claro, não percam a oportunidade de visitar o blog dela: Profissão Escritor.

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Vídeo: Questão de Opinião


sábado, 24 de setembro de 2016

Precisamos falar sobre... #5: Uniforme sem gênero e Novo ensino médio


E lá vamos nós de novo com mais um post deste tipo. Eles sempre se fazem necessários! :3
Polêmicas e mais polêmicas nessa última semana. E serão sobre dois assunto que falarei.
A primeira delas foi sobre o uniforme do Colégio Pedro II, uma escola super tradicional e antiga finalmente tirou o gênero dos seus uniformes.
Ano passado até ocorreu um protesto dos alunos, onde todos usaram saias para apoiar uma menina transsexual que foi proibida de utilizar o uniforme conforme o gênero que se identificava. Enfim, a escola fez o que devia ter sido feito tem anos: deu liberdade aos alunos utilizarem o que quiserem, seja calça ou saia. Não há mais a classificação de gênero no uniforme.
E claro que teve gente no facebook que deu aquela reclamada básica. Dizendo ser um absurdo! Sendo que as pessoas esquecem o que a palavra "liberdade" significa. E ainda querem usar do argumento de que homens não podem usar saias. Mas e os escoceses, gente? Eles usam saia.
E isso me levantou uma questão na cabeça: Roupa precisa de gênero? Ou determina o gênero?
E esse levantamento de "homem não pode usar saia" me fez pensar em como deve ter acontecido quando as mulheres queriam usar calças. Deve ter sido algo bem semelhante, mas hoje é absolutamente normal.
Enfim, nem saia, nem calça, nem rosa, nem azul, vai definir quem você é, vai ser uma representação disso. Homem pode usar saia e rosa, e mulher usar calça e azul. É só uma peça de roupa e uma cor como qualquer outra. E quem se incomoda, é só usar o que mais lhe convém e deixe que os outros usem o que querem. Não lhe diz respeito! Por que é tão complicado para alguns entenderem isso?
O segundo tema é sobre o "novo ensino médio" e eu faço parte do clube que está agradecendo de já ter se formado. Achei até bem legal tem essa dos alunos poderem escolher as disciplinas que mais lhe atraem, porém não gostei da retirada de artes, educação física, filosofia e sociologia.
Admito que reclamava e muito de ter as duas últimas quando estava no ensino médio. Porque eu realmente não via uma utilidade para aquilo, não naquele momento. Só atualmente que eu percebi o quanto essas disciplinas me foram importantes. Eu só consigo fazer posts desses tipo porque eu penso bastante antes de fazer e foi isso que elas me deram: Capacidade de pensar detalhadamente e analisar uma situação seja pessoal ou da sociedade.
E já com essas disciplinas, lá na época em que fiz estágio de letras, em 2011/2012, eu percebia que os alunos não tinham lá tanto pensamento crítico, imagine agora que essas matérias serão retiradas? Quero nem ver!
Ainda lembro uma vez, alias, da vez em que eu fui expulsa do estágio que fazia, porque incentivei os alunos a fazer um abaixo-assinado, pois eles realmente tinham um pedido pertinente. Vou explicar!
Por motivos de evitar que os alunos colassem, os donos do colégio colocaram todos os alunos para fazer prova no pátio, todos juntos e misturados lá mesmo. Assim todos supervisionariam melhor. (Sinceramente, eles não confiavam nos alunos.)
E perto da época de provas seguinte, havia uma obra na rua, onde literalmente abriram a rua para trocar a tubulação e era bem em frente a escola e por conta da poeira e do barulho das máquinas os alunos se preocuparam por conta de pessoas com alergia ou até do barulho tirar a concentração. Eles reclamaram na sala durante a aula e sim, na minha humilde opinião, eram bons argumentos. Então "dei a ideia". E uns dias depois do furdúncio (tudo naquele lugar dava merda, sinceramente), comentavam na secretaria sobre e eu, na minha inocência, falei que fui eu quem "deu a ideia", mas claro entenderam do jeito errado, como se eu quisesse prejudicá-los, mas não era isso.
Acabou que eu fui expulsa do estágio e me senti culpada por ter sido honesta. (O mundo cobra honestidade, mas não aceita lá tão bem.)
No fim das contas, pensei no quanto isso que eles fizeram comigo era o que eles pensavam sobre como os alunos deveriam ser: pessoas alienadas, que só acatam as decisões, mesmo que estejam na pior merda possível. Porque não verão na merda em que estão porque não pensam e nem analisam.
São pessoas que passaram a vida na decoreba e nunca realmente pararam para pensar.
Na real, tinham bem mais problemas naquele colégio, como muitos alunos que deviam ter reprovado umas três vezes foram aprovados por pena do dono da escola. Na cabeça dele: Pobres dos pais que pagaram o colégio o ano todo o filho ser reprovado.
E assim acontecia da criança chegar ao 9º ano sem saber coisas do 6º direito.
Mas, ter saído daqueles estágio foi a melhor coisa, porque fui para o melhor de todos depois.
Desculpem ter falado demais, mas queria ilustrar com o que me aconteceu os meus pensamentos.
Até a próxima!