quarta-feira, 30 de abril de 2014
Caderninho do pensamentos aleatórios
É tão bom sempre manter um caderno na sua bolsa e sempre levá-lo com você a qualquer lugar.
Eu não estranho que na rua, que é tão agitada, meus pesamentos se agitem também. São nessas horas que eu tenho boas ideias. E de nenhuma forma eu quero deixar que o se surge na minha cabeça se vá na mesma velocidade que veio. Então pego o caderninho e anota de forma bem simples, para que eu possa com uma simples frase religar aquele pensamento e poder usá-lo mais tarde.
Pode ser que eu queria escrever algo apenas para desabafar. O caderno se torna a "pessoa" mais próxima para poder contar e explicar o que sinto.
E não precisa ser escrito de uma forma tão certinha e tão bonitinha. É um caderno para escrever, escrever o que der na telha, o que der vontade.
É um caderno para jogar as coisas e ao mesmo tempo arrumar a cabeça!
sexta-feira, 25 de abril de 2014
Helter Skelter
Lá vou eu falar de filmes japoneses! haha O que falar de Helter Skelter?
Este filme é baseado no mangá de mesmo nome de Kyoko Okazaki.
Ele conta a história de Lilico (ou Ririko, se formos falar em japonês), que é uma modelo muito famosa. Ela aparece em milhares de capas de revistas, programas de televisão e outras meios de entretenimento. Ela é muito conhecida por sua beleza, que é considerada perfeita, um ideal para ser alcançado. Contudo, toda essa beleza da Lilico é comprada, totalmente artificial. Ela fez diversas cirurgias plásticas para ficar dessa forma.
O filme começa as mil maravilhas, fotos e mais fotos, programas e mais programas. Então, aparece Kozue, uma menina bem mais jovem e que tem uma coisa que Lilico não tem: Beleza natural. Lilico se sente ameaça! E um outro problema também surge, são manchas em sua pele, consequência pelas inúmeras cirurgias plásticas.
A sua tutora a leva para a clínica onde fizeram cirurgias outras vezes para consertar. Mas essa clínica está sendo investigado, pois muitas de suas pacientes estão morrendo e estão com manchas semelhantes as de Lilico. As manchas podem ser revertidas, mas com pouco tempo reaparecem. Todas as pacientes da clínica tem que se submeter a uma medicação forte para manter o corpo visualmente saudável. Muitas morreram por não tomarem o remédio.
A modelo começa a tomar uma porção de remédio para manter sua beleza, enquanto sua carreira e vida pessoal começam a desmoronar. O trabalho vai diminui, pois ela não quer que ninguém a veja daquele jeito e o seu namorado a deixa. (Sem contar o detalhe que ela dá uns pegas no namorado de um membro da sua equipe.) A situação vai piorando e um dos outros efeitos colaterais são as alucinações. Lilico acaba cometendo uma gafe na TV, no dia de seu aniversário.
No fim das contas, ela acaba sendo substituída pela Kozue como "O rosto mais bonito".
Numa última entrevista, Lilico acaba furando o seu olho. (Essa parte eu boiei legal). No final, a Kozue encontra com Lilico em um porão de bar, em uma festa pós-sessão de fotos.
Não vou ficar contando muita coisa, até porque não lembro com essa riqueza de detalhes. É um filme que eu recomendo muito! A Lilico é uma ótima personagem, e a atriz interpreto muito bem, uma eterna escrava da beleza e que a usa para conseguir o que quer.
Eu ainda tenho que ler o mangá, que deve ser tão bom quanto este filme.
segunda-feira, 14 de abril de 2014
Minha tsundere é uma agente
Bem, hoje vou contar sobre Minha Tsundere é uma agente.
Foi uma história que eu comecei a escrever por conta de um concurso em um grupo em que participo no facebook. A ideia era escrever uma história clichê não-clichê.
O termo é um pouco explicativo, mas eu explico mesmo assim... É utilizar uma ideia clichê como base e desenvolver a fim de que se torne algo fora do clichê.
Além de ter o limite de 15000 palavras, podendo ser um apenas um capítulo ou em cinco capítulos de 2500, totalizando os 15000.
Enfim, o resultado do concurso nem saiu (e nem sei se vai). Vou contar um pouco sobre o que eu pensei e como foi para escrever essa história.
Como sabem eu sou otaku e animes fazem parte da minha vida. Por que não usar um tema clichê de anime?
Podia fazer do protagonista fortão e o vilão, ou um harém. Mas como eu sou uma fã declarada de shoujo, resolvi usar o clichê da tsundere e do garoto popular. Quantos shoujos não são assim, não é mesmo?
E para fazer o não-clichê? Bem, acabei me apoiando em um conceito das minha primeira história, aquela que eu comecei quanto tinha onze anos: As Super Agentes. Pois é, adoro essa coisa de agentes secretos. haha
Então, coloquei a nossa querida tsundere como uma agente. E o nosso protagonista masculino tem uma paixão secreta pela garota, o que também é clichê. Dai que vem o título! (Só eu para ficar explicando título.)
E como foi escrever a história?
Ah, foi bem divertido. Trabalhar o estereótipo da tsundere é a melhor coisa que tem, você pode fazer a personagem soltar as piores asneiras do mundo, xingar palavrão e manda o mocinho ir a belos lugares. (risos)
Não vou ficar aqui contando a história toda. Só posso dizer que foi muito divertido escrever. Levei quase um mês para isso.
Uma coisa que me pegou mesmo foi o limite de palavras. Tive dificuldades no meio da história, tanto que tive que dividir o terceiro capítulo e colocar boa parte dele no quarto.
Apesar disso tudo, eu fiquei muito satisfeita com a história. (As Super Agentes ainda me dão muitas boas inspirações.) É uma história digna de mangá/shoujo e ele realmente atingiu a sua proposta. É clichê, mas não é clichê ao mesmo tempo.
Quem sabe não possa levar essa história mais para frente? Escrever um dois ou sei lá?
Segue a sinopse!
Se gostaram, podem ler a história aqui e aqui. Espero que se divirtam com a Chikayo e o Hiryu. (E comentem por favor!)
domingo, 6 de abril de 2014
O lindo mundinho isolado
É noite agora e estou aqui, sentada a escrever.
Tudo a minha volta se mexe, têm pessoas andando, carros passando, as luzes noturnas acesas.
Mas tem um mundinho, em meio a todas essas vozes e sons. É também um lugar barulhento, porém ninguém ao redor pode escutar. É o som dos pensamentos que se sobrepõem um sob o outro.
Existe uma outra conversa, entre a mão e o papel. A conversa deles é o desenho das palavras. Tudo está em sintonia nesse lugar, é um ciclo infinito que produz textos, histórias e contos.
E há uma pessoa que é dona de tudo isso. Donda da maior propriedade imaginária que só ela conhece. Ela apenas se senta e começa a rabiscar e todo o mundo isolado começa a dançar por conta da enorme alegria de ter vida. Esta que foi feita por uma pessoa maravilhosa!
terça-feira, 25 de março de 2014
Não dê limites a um escritor
Um escritor é conhecido por dar asas a sua imaginação e colocar para fora o que de mais louco e surreal que venha da sua cabeça.
Mas sabe quando se participa de um concurso? Seja ele de contos ou de livros completos, até de um grupo de fanfic.
Eles tem que estipular regras e uma delas é a quantidade de capítulos ou máximos de palavras que se pode usar ou até que tipo delas usar.
Isso para um escritor é muito ruim!
Ter que desenvolver uma ideia dentro de todas essas limitações, também num determinado tempo. Pode ser uma coisa fácil ou complicada, depende de qual for o escritor.
Pode ser que ele não consiga desenvolver da maneira detalhada que queria. Ou tenha uma ideia bem simples e que pode ficar curta demais.
Ele fica aflito, nervoso com a quantidade e não com a qualidade do que está escrevendo.
"Eu tenho que terminar em XXX palavras".
A cada parágrafo que escreve, atualiza a contagem e vai continuando assim. Controlando a sua vontade de acabar fazendo demais. Acaba cortando e não explicando algumas coisas.
No final, a história sai. Mas não necessariamente do jeito que queria, não completamente.
Limitar um escritor é limitar sua criatividade, sua vida, suas vontades e suas inspirações.
Dê liberdade a ele para fazer o que lhe dá vontade. Sem se importar com a quantidade, mas sim com o que as palavras querem dizer.
segunda-feira, 17 de março de 2014
Por que falam mal da dublagem?
Sempre vejo por ai pessoas falando mal e como odeiam assistir a coisas dubladas.
Mas por que será que ela pensa assim?
Ela pode simplesmente gostar de assistir em idioma original e legendado, isso é pura preferência dela. Só que isso não lhe dá o direito de condenar a dublagem, só porque não gosta e pronto acabou.
Pode ter assistido a uns ou dois filmes que não ficaram muito bons dublados (sim, estou sendo realista) e resolve condenar todos os outros. Ela toma esse um ou dois como a verdade absoluta e ninguém a faz mudar de ideia.
Só que tem um pequeno porém...
Existem animações por ai a fora, melhor dizendo, desenhos tanto em 2D ou 3D. Eles tem um idioma original obviamente. Só que estes filmes também foram dublados, os personagens ganharam vida por via de atores que os interpretaram. Quando se passa esse mesmo filme para uma outra língua, é basicamente isso que se faz também, baseando-se na dublagem original.
Opa, mas não é totalmente contra a dublagem?
De uma certa forma, esta animação é dublada e você ainda assiste.
Eu sei que a pessoa se referiu a filmes em português brasileiro. (Nosso idioma)
Só que tem um outro problema...
Esse pessoa não soube inglês (ou qualquer outra lingua) ou ler durante toda a sua vida. Quando ela tinha uns três ou quatro anos, o que ela fazia? O que ela sabia falar? Apenas a sua língua nativa.
Consequentemente, nessa época consumia coisas dubladas. Inconscientemente, querendo ou não.
Então, por favor, não condene algo que um dia foi uma das suas formas de adquirir cultura e sem dúvida, te auxiliou a ser o que é hoje!
sábado, 15 de março de 2014
Resenha #2: Garota Replay
Mais uma review de livro aqui no blog.
Não me acho uma crítica literária, então só dou a minha mera opinião.
E no dia de hoje será sobre um livro que tinha tempos, mas bastante mesmo, que eu queria ler: Garota Replay.
Eu vi o livro uma vez sendo vendido em Bangu, mas não pude comprar, tava meio que com o dinheiro contado. Guardei o nome dele para poder comprar depois.
Só na bienal do ano passado que, em um desses estandes pequenos cheias de livros baratos, me veio uma intuição: Olha naquele lugar ali. Fui lá! Dei de cara com o quê? Pois é, esse livro! Pela bagatela de dez reais.
Eu sou uma pessoa que protela bastante coisa, então enrolei um pouco mesmo para ler o livro. Só que já tinha esperado tanto por ele, não faz mal!
Sinopse: Thizi é uma garota do bem, apaixonada pela vida. Mas, após uma madrugada trágica, sente que tudo à sua volta desmorona. Descobre que Tadeu, seu namorado, beijou uma garota em uma noitada e quebrou o nariz de Tito, melhor amigo de Thizi, quando soube que ele fotografou a prova da traição. Na mesma noite, Tadeu dirigiu bêbado e causou grave acidente, que deixou o amigo Gabiru em coma. Em meio a tanta decepção, Thizi encontra uma Replay de si mesma, uma igual. Agora, não mais a única do planeta, ela se sente a pessoa mais solitária do mundo e precisa entender que só o amor tem o poder de provocar as melhores mudanças. Garota Replay trará reflexões para desvendar os segredos da vida de Thizi. E da sua também...
Como maioria dos livros atuais, pelo menos dos que ficam famosos, é contado em primeira pessoa e por nosso protagonista. No caso deste é a Thizi.
Ela é uma menina feliz ou achava que era assim. Os pais dela vivem viajando, mas ela já até se acostumou com isso, a empregada é a sua única família.
O namorado dela é um grande babaca porque traiu diversas vezes a Thizi. A garota só foi acreditar quando o melhor amigo, Tito, mostrou provas do flagrante. E seu amigo até apanhou por causa disso.
No início da história, Thizi vai a uma balada/festa sozinha, apenas para espairecer. Era muita coisa ao mesmo tempo!
Nessa festa ela se encontra com um replay dela mesma, ou seja, ela mesma. Na real, está mais para uma ela do futuro, uns três anos. Então, se relaciona com o seu replay e esta lhe conta muitas coisas. Dá um choque total de realidade na protagonista.
A história vai passando de um jeito bem leve e legal, com Thizi tentando terminar o seu namoro, contudo com Tadeu hospitalizado a situação complica. E também tenta se resolver com o melhor amigo. Meio que eles passaram por uma crise.
Não vou contar mais muita coisa. Acho que já dei bastante spoiler!
É uma boa pedida! O livro tem uma leitura fácil e bem fluida. Eu entrei na história. (Isso sempre acontece.)
Só digo mais uma coisa: A reviravolta do final me deu um mindfuck sem tamanho. Eu não acreditei.
Mindfuck = quando sua cabeça fica doida, meio que toma um choque.









