Tem gente que adora nos comparar com os outros, em qualquer assunto que seja. Parece que vivemos uma competição! Eterna competição!
Começa desde que nascemos e somos pequenos. Quem anda primeiro, quem fala primeiro.
Na briga pelas melhores notas da escola.
Não tem como os outros não te compararem com alguém no mesmo aspecto.
Quem está namorado, quem vai casar, quem vai ter filho. E olha só como você não conseguiu nada disso!
Ainda mais na família, quando comparam uns primos com os outros. Quem está na melhor faculdade, que está com o melhor emprego e quem está nadando em dinheiro.
Só consigo pensar nisso quando se trata de ser escritora.
Mas você não pode fazer tal coisa assim, porque a autora tal fez de outro jeito.
Mas você você não pode fazer isso, autor não se sujeita a isso. Disseram isso a mim quando viram meus cosplays, dos meus próprios personagens. Porque a JK Rowling não faria isso.
As pessoas tem que entender que não somos iguais uns aos outros. Cada um faz as coisas do seu jeito, no seu próprio ritmo.
São diferentes, não tem como comparar. Não precisa comparar! Não há porquê comparar! Isso só gera uma cobrança por nada, por querer ser melhor pelo simples fato de ser melhor. Então, por favor, parem com essa mania de comparar as pessoas. Todos agradecem!
Olá, pessoal! E sejam bem-vindos, oficialmente, a primeira postagem sobre música com este novo formato. Se quiser saber do que estou falando: Música #00 - Apresentação e Explicação.
E por que não ela? Dona da minha vida toda, minha diva suprema do universo (sagitariana exagerada): Minori Chihara.
Minorin (apelido) nasceu em 18 de Novembro de 1980 no Japão. Ela é cantora e dubladora. Uma pessoas tímida e muito ligada a família.
Começou sua carreira no ano de 2004, com o álbum Heroine e também dublando Aya Natsume de Tenjou Tenge.
Porém, só a conheci em 2007, como a Yuki Nagato de Suzumiya Haruhi no Yuutsu. Musicalmente, também neste ano, ouvindo as chara songs do mesmo anime. Como cantora solo, foi em 2008, com o single Paradise Lost e na sequência com o álbum Parade.
E daí por diante nunca mais parei de ouvir as músicas dela. Elas sempre passaram a fazer parte dos meus dias e da minha vida. São infinitos os momentos de inspiração que ela me dá.
A Minorin tem um estilo pop, algumas misturas de rock. Acredito que o estilo dela é único.
Maioria de suas música, de singles pelo menos, são voltadas para os animes, como é com a maioria dos seiyuus (dubladores).
É complicado indicar músicas dela para vocês. Mas, vou mostrar algumas das minhas favoritas.
A começar pela primeira que ouvi: Paradise Lost.
Kimi Ga Kureta Anohi é um dos primeiros singles e que é uma das músicas mais cantadas em lives, como Junpaku Sanctuary, que está ai em baixo também.
E como eu sempre digo pela internet afora, Parade é o álbum favorito dela, talvez até o da vida. Então, lembro de todas as músicas dele com muito carinho e ouço o álbum como se fosse a primeira vez sempre. Uma das músicas dele é o Voyager Train.
Um dos pontos altos da carreira dela foi quando ela pegou #3 no Rank da Oricon, que é o maior ranking de vendas do Japão, com o álbum D-Formation, em 2012.
Mas, sendo sincera, as músicas que mais gosto são especialmente as que tiveram as letras escritas pela própria Minorin. Koi e Ittousei são exemplos vivos disso! Minori Chihara é minha cantora favorita, como já disse anteriormente.
E ao observar mais atentamente, se percebe que tudo o que ela faz é por amor. Ela realmente gosta de cantar e dublar.
É maravilhoso ouvi-la cantando e dublando. Minorin, rainha! Enfim, primeiro post de música concluído. Espero que tenham gostado de conhecer um pouco mais do Minori Chihara.
Até a próxima!
Olá. pessoal! Kyon aqui novamente.
Como vão? Espero que bem!
Dessa vez, compartilharei mais um pensamento que tive nessas últimas semanas e foi algo tão forte que senti a real necessidade.
Eu me pego, em minhas longas observações, se realmente a maioria das pessoas se importam de verdade com a gente.
Não quero dizer gente da família. Pelo menos não do lado mais próximo. Esses sim se importam com você, por conta de muito fatores, a proximidade e afinidade são alguns deles.
Refiro-me a pessoas de ciclos sociais mais distantes.
Sempre percebo isso quando, por exemplo, nas redes sociais. Especialmente: Anelise.
Engraçado perceber as pessoas a parabenizando pelo livro publicado e coisa e tal, mas realmente quantos foram mesmo e compraram?
E não foi só no caso de As Aventuras de Jimmy Wayn - O Menino Virgem, foi também com as antologias dos anos anteriores. Tanto que na última ela simplesmente resolveu não comprar para revender. Está com livros destas antologias parados até hoje por aqui.
E por isso, ao observá-la, noto que algumas coisas as pessoas apenas falam da boca para fora. Apenas fingem se importar, se mostrar felizes por você. Quando, na verdade, elas querem mais é que você se dane. Para não dizer algo mais baixo!
E daí que você cortou a franja de novo? E daí que você publicou conto novo? E daí que você fez Moda Personagem? E daí "insira algo aqui"?
Eu não quero saber, não me interessa.
Não que seja querendo alguma espécie de aprovação ou só alguma atenção da pessoas. Mas, é uma ironia perceber que justamente estas publicações específicas serem as mais curtidas. (Quem sabe só não seja o próprio algoritmo do facebook.) E mesmo assim é muito difícil divulgar um livro.
A questão é que, de verdade, as pessoas realmente não se importam com o que você conseguiu ou qualquer coisa que você estiver fazendo. No segundo caso, é até bom, ninguém merece fofoqueiro.
Já no primeiro, é justamente por não saber disso que as pessoas lhe criticam.
Então, fiquem com esta reflexão.
Até a próxima!
Beijos do Kyon!
Olá, pessoal! Como vão? Espero que bem.
Hoje estou aqui para anunciar mais uma mudança do blog. A esta é referente as postagens de música. Elas serão feitas de outra maneira a partir de agora.
Antes, eu fazia apenas umas reviews de álbuns e eu sentia que dava um pouco de trabalho e mesmo assim, acho que era uma das coisas menos visualizadas do blog, mesmo que eu amasse fazer.
Então, por conta disso, decidi mudar o modo de postagem de música aqui no blog.
Não posso mesmo parar de falar de música aqui, é uma das coisas que mais faz parte da minha vida e que muito me inspira, tanto como pessoa e como escritora.
Maioria das minhas sessões de escrita são embaladas por algo no fundo, desde uma OST de filme ou jogo, algum álbum ou só o aleatório do player mesmo.
Minha mente funciona muito melhor com música. Não consigo imaginar minha vida sem uma música. Acho que tem cada uma para um momento. haha
Enfim, sem mais enrolar vocês: Como serão os novos posts sobre música, Anelise?
Bem simples, na verdade!
Como meu gosto musical é, digamos, diferente e até inusitado, por que não apresentar os cantores e bandas que gosto aqui?
Seguiremos esta linha, a da apresentação. Contando sobre a história do cantor/banda, quando fez sucesso e claro, para deixar mais pessoal, quando eu conheci e com qual música.
Acho que ficará mais divertido para mim e para vocês também. Porque eu gosto de falar do que gosto e vocês vão descobrir coisas novas. Não sei vocês, mas eu gosto muito disso!
E claro, quero fazer com tudo bonitinho, como foto, com perfil completo e compartilhando algumas das músicas no final.
Vou me empenhar em trazer o melhor para o blog. E estou muito animada.
Na semana que vem já começa. Tentem chutar quem vai ser. haha
Até lá!
Beijos!
Que saudade que eu estava de falar de algum anime aqui no blog. É algo que gosto muito de assistir, mas como em 90% das vezes, eu tenho muita preguiça. (Alias, difícil dizer para o que eu não tenho preguiça né?)
Aproveitei que saiu One Punch Man na Netflix, e dublado inclusive, aproveitei a minha vontade de assistir ao anime a praticidade de só ligar a Netflix e assistir. A começar que não é um anime tão novo assim, mas não menos divertido.
One Punch Man conta a história de Saitama, um cara de 25 anos, que aos 22 decidiu treinar para se tornar um herói. Era isso o que ele queria fazer, mesmo apenas como um hobby que não desse dinheiro. Como ele mesmo diz: Ser herói por diversão.
Saitama treinou por três longos anos, correndo 10km, fazendo 100 flexões, abdominais e agachamentos, todos os dias. Assim, ele acabou adquirindo poder de vencer qualquer um com apenas um soco. (Daí o nome do anime: Homem de um soco, em tradução livre.) E claro, ficou careca. haha
O mundo de One Punch Man é repleto de Super Heróis, dos mais diversos tipos e níveis, com o mapa-mundi semelhante a Pangeia. Existe a Academia de heróis, que classifica e controla todos os superpoderosos.
E sinceramente, não fique esperando um anime sério. É shounen, é, mas com a dublagem br que o anime recebeu quando foi para a Netflix deixou um feels total do Yuyu Hakusho, que também é shounen e é repleto de falas engraçadas.
Além do ponto forte da dublagem, também temos as lutas do Genus, que é o ciborgue que praticamente idolatra o Saitama. As lutas do Saitama mesmo, longa, só a do final, isso porque ele enrola mesmo.
Anime repleto de ação, comédia e que rende muito entretenimento.
E venhamos e convenhamos que um dos melhores pontos deste anime é o próprio protagonista: Saitama. Ele faz tantas caretas engraçadas durante que não tem como não rir. É uma pessoa apática porque o poder dele o deixou assim, sem ver graça na vida. (Alias, o pior inimigo dele é uma mosca.) Enfim, super recomendo One Punch Man. (Dublado. Assistirei em japonês ainda só para saber como é.)
"Oi gata. Quer TC?" "Olá! O que você achou de mim?" "Nossa, adorei a sua nova foto de perfil. Muito sexy." "Linda D+++!"
Isso parecem mensagens "normais" para você? Mensagens que você receberia de alguma pessoa que tem alguma intimidade?
Acredite, desde os meus 14 anos, chegam mensagens assim para mim.
Não sei o que há com alguns homens, esse desespero, não sei, de ter que te elogiar. Ou melhor, que eles pensam ser elogio, mas na minha humilde impressão quando acontece, trata-se de assédio. Da forma mais pura e descarada.
E sabe por quê? Porque é algo que praticamente chega do nada, vem do além. A pessoa não dá nem bom dia, as vezes nem um oi se dá ao trabalho.
E sério gente, não querem que a gente reclame? Realmente eles não fazem ideia do que é estar andando na rua - com qualquer roupa, porque isso não é motivo e nem brecha para nada - e um cara te manda beijinho, te canta, te olha de cima a baixo só faltando despir você ali mesmo e "fazer o que interessa".
E claro, isso passa para as redes sociais. Se você posta foto nova, altera a de perfil, não falta muito para chorar - no meu bom palavreado - macho escroto e carente para te cantar, querendo inflar sei lá o ego de quem, porque o meu que não é. Eu me emputeço mesmo!
E o pior de tudo foi nesta última semana, quando veio uma leva - sim, uma LEVA, ENXURRADA - de caras de me adicionando no facebook. Em sua maioria eram autores. Mas, a gente sendo mulher sempre fica com o pé atrás quando se trata de um homem adicionando. E olha, eu estava certa!
Um deles, nesse último final de semana, nem deu oi direito e já mandou foto e perguntou: O que você acha de mim?
E sinceramente, eu dei block mesmo. Com muito louvor. (Não que eu seja religiosa, é só um meme.) Não tenho paciência para isso não? Na boa!
Ninguém acorda domingo e tá disposta a recebe foto gratuita? Eu que não! Enfim, este caso me despertou e me deu inspiração para este texto um tanto diferente. Mais sincero, nada muito poético, nem nada. Só desabafo e sinceridade! Porque olha, é difícil, muito difícil ter que aguentar essas coisas.