Bem, hoje vou contar sobre Minha Tsundere é uma agente.
Foi uma história que eu comecei a escrever por conta de um concurso em um grupo em que participo no facebook. A ideia era escrever uma história clichê não-clichê.
O termo é um pouco explicativo, mas eu explico mesmo assim... É utilizar uma ideia clichê como base e desenvolver a fim de que se torne algo fora do clichê.
Além de ter o limite de 15000 palavras, podendo ser um apenas um capítulo ou em cinco capítulos de 2500, totalizando os 15000.
Enfim, o resultado do concurso nem saiu (e nem sei se vai). Vou contar um pouco sobre o que eu pensei e como foi para escrever essa história.
Como sabem eu sou otaku e animes fazem parte da minha vida. Por que não usar um tema clichê de anime?
Podia fazer do protagonista fortão e o vilão, ou um harém. Mas como eu sou uma fã declarada de shoujo, resolvi usar o clichê da tsundere e do garoto popular. Quantos shoujos não são assim, não é mesmo?
E para fazer o não-clichê? Bem, acabei me apoiando em um conceito das minha primeira história, aquela que eu comecei quanto tinha onze anos: As Super Agentes. Pois é, adoro essa coisa de agentes secretos. haha
Então, coloquei a nossa querida tsundere como uma agente. E o nosso protagonista masculino tem uma paixão secreta pela garota, o que também é clichê. Dai que vem o título! (Só eu para ficar explicando título.)
E como foi escrever a história?
Ah, foi bem divertido. Trabalhar o estereótipo da tsundere é a melhor coisa que tem, você pode fazer a personagem soltar as piores asneiras do mundo, xingar palavrão e manda o mocinho ir a belos lugares. (risos)
Não vou ficar aqui contando a história toda. Só posso dizer que foi muito divertido escrever. Levei quase um mês para isso.
Uma coisa que me pegou mesmo foi o limite de palavras. Tive dificuldades no meio da história, tanto que tive que dividir o terceiro capítulo e colocar boa parte dele no quarto.
Apesar disso tudo, eu fiquei muito satisfeita com a história. (As Super Agentes ainda me dão muitas boas inspirações.) É uma história digna de mangá/shoujo e ele realmente atingiu a sua proposta. É clichê, mas não é clichê ao mesmo tempo.
Quem sabe não possa levar essa história mais para frente? Escrever um dois ou sei lá?
Segue a sinopse!
Se gostaram, podem ler a história aqui e aqui. Espero que se divirtam com a Chikayo e o Hiryu. (E comentem por favor!)














