sábado, 11 de agosto de 2012

Cantar



Dizem: Quem canta seus males espanta! Acredito que realmente seja verdade!
Quem mesmo sendo o mais desafinado possível, não aguenta quando está ouvindo aquela música. E ela está em uma língua diferente da materna da pessoa. Seja em Japonês, Inglês ou Coreano.
Não vai querer cantar?!
Pode ser baixinho ou gritando, CANTE! 
Deixe falar que você canta mal ou tem um péssimo gosto musical. (Geralmente comigo é por causa das duas coisas.)
Afinal, pode ser que a pessoa seja um péssimo cantor que nem você ou tenha também um gosto musical "estranho". 
E retruque com um "Eu sou o primeiro a ouvir essa desgraça!".
E se for um profissional da área de música?  Corre para as colinas! (Brincadeira!)
Independente de ser um profissional, ser afinado, entre outras coisas. Basta e deixei apenas a voz soltar e seja feliz!
Aproveita e pega o microfone. Monte um palco improvisado e faça um show de uma vez!

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Números do azar


Tem gente que é muito supersticiosa, é verdade!
Acham que muitas coisas que passam por elas ou acontecem dão uns anos de azar. Exemplo: gato preto, quebrar espelho, passar embaixo da escada.
Mas os números também fazem parte das superstições.
Nós acreditamos que o 13 seja o número do azar. Ainda mais quando ele vem acompanhado de um sexta-feira.
Não sei bem por que motivo é esse número, mas é verdade é que 3 mais 1 são 4.
Agora entra uma coincidência muita engraçada...
No Japão eles acreditam que o número 4 seja um número de azar, porque a palavra Shi também significa morte.
E eles levam isso tão a sério que em prédios pulam do 3º para o 5º andar. Não tem a 4º vaga no estacionamento. Entre outras coisas!
Tudo isso de número do azar nos dois lugares leva a um comum, é o mesmo número. Só que eles são mostrados de formas diferentes.
Mas que acho que azar não existe, pelo menos não em relação aos números. É só para ficar inventando história e causando polêmica. 
Deixem o 4 e o 13 em paz, eles são dois números como todos os seus infinitos semelhantes!

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

De volta à Lagoa Azul


Eu sei que muitos vão me bater aqui, mas eu gosto desse filme. Sério!
Ele é do ano de 1991 e eu nasci em 1992. Então ele praticamente faz parte da minha vida. 
Já o vi umas 500 vezes, com a sessão da tarde colaborando com 90% delas.
Não vou falar sobre a história, afinal ela já é batida. Ela começa exatamente onde acaba "A lagoa azul". 
Com os pais de Richard e o próprio Richard sendo encontrados no barco. Os pais mortos e Richard vivo.
A mãe de Lili quem começa a cuidar dele. Surge um surto de cólera no navio e mandam os três com um marujo para o alto mar, para evitar que eles adoeçam.
O que o cara é um filho da puta! (Só falando assim.) 
As crianças ficam chorando e mesmo implorando por água, ele não dá! 
Enfim, ele ameaça matar as crianças. A mãe de Lili (esqueci o nome dela), mulher valente, mete o ferro no pescoço e mata o cara.
Sozinhos, eles chegam na ilha deserta. E passam a viver lá. (Já contei muito!)
Quando a gente é criança, não prestamos muita atenção nas coisas ou não percebemos alguns detalhes. 
Admito, muitas das piadas no filme só fui entender das últimas vezes que vi o filme. Isso é por conta da mente poluída! (Ou será que não?)
Também vem aquela sensação de nostalgia que me faz rir por metade do filme, sei lá por que.
Principalmente na parte do "O dono do coral". Aquilo é muito engraçado! 
E também mostra que homens são uns seres muito bobos. (risos)
É um filme bem parado. Mas acho que ele tem um boa história.
A trama dele entra em clímax depois que eles casam e aparece alguém que possa levá-los de volta a civilização.
Mas o clímax mesmo é quando o Richard salva a Lili do marujo estuprador. haha
É muito bonitinho ver o amor deles. Eles são uma graça!
E graças a esse filme que conhecemos a Milla Jovovich hoje. Só ator do Richard que eu nunca mais vi, mas ele é lindo, convenhamos. (Tarada MODE ON)
Eu sinto inveja da Lili, na boa...
Quem não gostaria de ter um Richard só para você? (gargalhadas)

terça-feira, 31 de julho de 2012

Mente Vazia




Não se trata de alguém especial, toda a família é importante, isso é verdade, é de mim mesma.

Sempre tive uma imaginação muito fértil e muitas vezes inventei estórias para brincar ou brincava de alguma da disney: Pocahontas, por exemplo.

Eu pegava as roupas da minha mãe e os sapatos dela e todo dia, quando chegava a casa, brigava comigo dizendo que estragara os sapatos dela.

Além de brincar bastante, eu assistia(e ainda assisto)muitos desenhos.

Na escola, quando a professora dava uma boneca para pintar, sempre a fazia morena. Uma alusão a mim? Na verdade, acho que sim.

Minha imaginação fértil também tem culpa por meu tédio. Culpa de não gostar de sentar para estudar.

Com 11 anos, eu peguei um caderno e comecei a escrever: As Super Agentes. Que é uma dessas minhas brincadeiras de infância.

Fiquei alguns anos na compainha delas apenas. Mas quando tinha 15 anos(e fui de uma das Super Agentes, nos meus 15 anos, e a que tem meu nome), tornei outra brincadeira um livro: Mago Belo.

De lá para cá, foi só aumentando e já tem sete no total. E todas são frutos “do meu tédio”.

Eu observo muito as coisas e as pessoas, e as uso para criar outras pessoas e lugares na minha cabeça e se deixar, essas coisas caem nas minhas mãos.

Acho lindo entreter as pessoas com as palavras e deixá-las com interesse e   fazê-las ler.

É muito bom ocupar uma mente vazia com um belo romance, que aguça a imaginação.

E pelas palavras que escrevo e dou vida, que faço o que estou fazendo agora.

E quero ser lembrada no futuro por ter feito as pessoas sentirem.

Recordações



A recordação pode ser uma coisa ruim ou boa, mas independente disso, é algo que nos marca de alguma maneira. Sejam coisas que faziamos ou um dia especial ou um dia terrível.

Pode ser aquela sua brincadeira de infância, algo que fazia nela. O seu melhor aniversário, o natal, o ano novo. Ou um dia que levou um fora de alguém, ocorreu alguma violência com você, o filme de terror que te deixou apavorado ou aquilo que falaram da sua pessoa, que não gostou. Até aquele amor perdido ou não correspondido.

As lembranças nos fazem ser quem somos e lembrar do que já fomos no passado. E o que nos aconteceu nele.

Impossível, durante seu dia, não ter alguma recordação, nem que seja de ontem. Do que conversou, viu ou comeu.

Quem vive sem recordações, vive uma vida vazia.

Pois, o hoje será o passado de amanhã.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Feminista eu?

Quem percebeu esse detalhe nas minhas histórias foi meu namorado!
Eu tenho personagens dos dois sexos. (E existe um 3º sexo, Anelise? Gênia!) Tanto como protagonistas ou secundários.
O detalhe é que minhas personagens femininas sempre tem algo a mais do que os masculinos. São mais inteligentes, mais fortes, são "os príncipes" da histórias em alguns casos.
Uma coisa é verdade: as minhas mulheres lutam na mesma frequência que os homens. Elas vão para a porrada mesmo!
Não sou muito adepta da ideia de que mulher é sexo frágil e só fica assistindo o cavaleiro lutar por ela ou fica gritando por socorro.
É como a frase que postei no Tumblr: Princesa de verdade não é aquela que espera o príncipe salvá-la. É aquela que luta ao lado dele!
Minhas personagens são exatamente assim. Nenhuma delas é fraquinha e fica de frescura. Elas vão por amor, dor e por missão. E batem com força! (Onomatopeias de socos.)
Isso não menospreza os meninos, eles também tem seus fortes. Eles lutam muito bem também!
Mas convenhamos, não é otimo poder contar com mais um? Mesmo que seja mulher e "fraca".
O problema é que geralmente as meninas tem mais experiências de vida.
As Super Agentes treinaram desde a infância.
A Sabrí, nasceu no mundo mágico e pratica desde que nasceu, diferente de Dimitri. Ele mal descobriu seus poderes, mas ele domina um elemento a mais que Sabrí.
Caterine perdeu a família toda praticamente bebê e foi criada por homens em maioria.
Isto são apenas alguns exemplos.
Claro que existem as exceções, as que são mais ou menos fortes. Samira, de Jimmy Wayn, por exemplo. Ela mal defende direito, quem briga por ela é o Jimmy.
E eu nem toquei no assunto do título...
Não que seja feminista. Se eu fosse mesmo, não terei protagonista homens, porém eu tenho.
Eu só não gosto dessa imagem de mulher dependente de homem. Acho que ela tem que estar ao lado dele, brigando junto dele.
E de igual para igual! Como os direitos iguais que falam por aí!


segunda-feira, 23 de julho de 2012

Mutsu Ike: a prova do que um sonho estranho te leva a fazer


Vamos falar sobre a minha sexta história: Mutsu Ike.
Eu gosto muito da história do Ike, assim como todas as outras.  Mas o jeito como ela surgiu é um tanto engraçado!
Um belo dia, eu fui dormir como sempre. Eu já sou uma pessoa que tem tendência a ter sonhos estranhos e neste não foi diferente. Por um outro lado, além da escala do estranho.
Foi exatamente assim: Um robô grávida e assim que o filho dela nascesse, ela morreria. E foi isso que aconteceu no final: Ela morreu!
E sim, a minha mente é um lugar muito maluco. É difícil lidar com ela!
Esse foi só o estopim para eu criar a história.
A base mesmo foi a coisa de: as mulheres tem filhos e morrem.
Mas a causa da morte delas é uma doença. As mulheres acabam morrendo porque uma coisa no sangue dos filho faz isso. Esse mundo procura uma cura, mas em vão.
Existe um casal que faz pesquisas para tentar encontrar essa cura, mas nunca conseguiram cobaia alguma para testar as teorias. 
Então aparece uma jovem que quer ajudá-los, porém sua história até chegar é longa.
Ele faz um tratamento, baseado em uma das teorias do casa, seu filho Mutsu Ike nasce e ela morre um mês depois. O récem-orfão fica aos cuidados do casal e acaba por viver na ideia da cura.
Sua mãe lhe deu a missão de encontrar a cura, que está em uma garota humana. Ela vê o futuro!
E daí se desenrola.
Acreditar que foi um sonho que me fez criar esse mundo todo.
Isso é ser muito Anelise, sinceramente. Sem contar o meu histórico de cinco histórias antes desta.
Eu espero que Ike consiga encontrar a cura e salvar todas as mulheres de seu mundo.