sábado, 21 de março de 2026

Precisamos falar sobre... #47: Autores e uso de IA

 
 
 
Olá, pessoal! Como vão? Eu espero que bem!
Cá estou hoje para falar sobre mais um tema polêmico e que é necessário atualmente. Diferente do que normalmente acontece com esse tipo de postagem por aqui, não é um acontecimento que desperta uma revolta ou uma grande reflexão. Na verdade, é algo que está em evidência e se tornando cada vez mais presente para nós. E sim, eu vou falar sobre as Inteligências Artificiais!
Já é sabido que elas são de vários tipos... Existem as mais simples de texto, passando pelas de ilustrações, chegando até às músicas e os vídeos.
E ai, como escritora e claro, parte da comunidade artística, fica a questão: O que nós podemos fazer com relação à produção de IA?
Infelizmente, esse tema recaí sobre muitas nuances e observações e pode ser até que muitas pessoas discordem da minha opinião. Porque eu sei que há alguns que são mais radicais e que pensam que não se pode usar de jeito nenhum e sob hipótese alguma!
Só que eu acabo por pensar de uma outra maneira... Acredito que a IA seja mais um recurso para poder facilitar a nossa vida, em boa parte de tarefas que dariam mais trabalho e ela é capaz de fazer em segundos.
Vou citar dois exemplos:
1º - No meu antigo trabalho, acontecia de vez em quando de eu ter que escrever algum pequeno texto sobre algum evento e para deixar o texto um pouco melhor (porque normalmente acabava sendo na hora do almoço e eu só queria acabar logo e descansar), pedia para a IA escrever o texto, dando todas as informações necessárias;
2º - Ano passado fui chamada para escrever um roteiro de uma peça, já tinham uma sinopse e uma ideia e eu quem deveria desenvolver; só que eu ainda estava num pequeno bloqueio (ainda estou, na verdade) e sinceramente, não queria gastar a minha criatividade pensando num super roteiro; então pedi a IA  para me ajudar nessa construção.
São dois exemplos em que usei a IA, mas mais como um apoio do que como uma dependência. Em ambos os casos, as coisas que a IA gerou passaram pelo meu crivo e eu fiz uma série de ajustes. Ou seja, eu usei a IA como um recurso para poder facilitar as tarefas que eu queria fazer, mas não significa que ela faz TUDO por mim... Ainda peguei e mexi em bastante coisa para não deixar tão na cara que foi ela.
E é sobre isso sabe? É saber usar esta nova tecnologia a nossa favor! Inclusive, algumas postagens mais recentes aqui do blog até fiz com ajuda da IA, só pegando algumas ideias e desenvolvendo. Porque ninguém é de ferro e tem hora que é bem complicado de pensar em temas para escrever aqui duas vezes por semana. E eu fiz a mesma coisa ao pedir alguns temas para o Boletim de Anelândia.
Porém, já adianto aqui para vocês, antes que suspeitem de mim: todas as postagens aqui do blog são escritas inteiramente por mim; sem uso de qualquer outra recurso de apoio - assim como faço na minha newsletter.
São materiais bem mais pessoais e eu realmente gosto muito de escrever. Apesar de ter auxílio com ideias do que escrever, a IA nunca escreveu nenhuma postagem por aqui.
E outro exemplo que vou citar é de quando usei a IA para coisas das minhas histórias e ambas foram até recente.
1º - As ilustrações de Essência Adormecia - o conto especial de 20 anos - e que ficou muito em cima da hora para pedir alguém para poder ilustrar e acabei usando mesmo, mas mais como algo para ficar fofinho; e eu quero depois pedir uma ilustração de verdade;
2º - Dois dos brindes do JV3 são ilustrações que a IA fez da Samira-Afrodite e do Jimmy Soldado, fiz por puro fogo e achei que seria legal essa imaginação para um brinde e sim, estão nos meus planos também pedir a ilustração depois;
3º - Descobri uma IA de música e eu resolvi brincar de criar as músicas de alguns dos meus livros, fiz apenas por pura diversão (e até devo fazer um vídeo comentando sobre isso), mas quem sabe depois não pegue alguém para criar as músicas mesmo.
E o que eu quero falar citando justamente os meus casos? Que não tem problema usarmos a IA realmente como um recurso, mas não como uma forma de substituir a arte humana, que traz muitas nuances e detalhes que nenhuma inteligência seria capaz de reproduzir.
No caso dos livros, não deixar que a IA escreva o livro tudo, mas se for usar, que seja com uma ajuda para quando estivermos sem ideias ou até para montar as tão temidas sinopses. haha 
Devemos usá-la para facilitar, mas não para nos substituir e também não fazendo uso de tudo o que ela dá como resposta, mas sim sabendo lapidar e aproveitando o que acharmos melhor.
Mesmo que muitos não queiram, as IAs chegaram para fazer parte da vida e na altura em que estamos, acho que vai difícil voltar! 
E vocês? O que acham sobre IA? Comentem aí!
Imagino que muitos vão discordar de mim hoje, mas paciência! 
Até a pŕoxima!

terça-feira, 17 de março de 2026

Kyon #123: Ciclos abertos e fechados

Olá, pessoal! Kyon aqui! Como estão?
Acho que deve ser a primeira vez que eu apareço por aqui neste ano... Mas, imagino que entendam esses períodos de ausência, mas é porque realmente acabam faltando ideias para escrever.
Então, hoje quero trazer um pequena reflexão sobre ciclos, aqueles que abrem e fecham, quer a gente queira ou não. E sim, confesso que é um pouco inspirado um pouco nos acontecimentos recentes com a dona deste blog!
Sabemos muito bem que a vida que a vida é feito de ciclos e uma coisa que eles fazem é começar e também terminar... Seja porque se escolhe assim ou por eles mesmo se fecham.
Viver cada uma das etapas da infância, adolescência... Passando também pelos estudos, cada uma das fases do colégio e da faculdade. São todos ciclos muito claros de início e de fim!
Enquanto alguns ciclos nós mesmo escolhemos começar e terminar... Ainda mais quando estabelecemos uma meta ou algum projeto que precisa concluído!
Coisas também que conhecemos a fazer, até gostamos e somos felizes com isso, porém no meio do caminho acaba por perder o sentido e a melhor forma de terminar bem é simplesmente acabar com ele, fechando-o.
E já tem outros que começam muito bem, estão muito bem, somos felizes e se deixasse dava para ficar tranquilamente bastante tempo, só que ai, totalmente fora de controle e até de previsão, o ciclo simplesmente se fecha sozinho.
Quando a idade e a maturidade chegam, a gente entende que é assim mesmo e o que resta é compreender isso e aceitar, porque não se tem muitos mais o que fazer.
Claro que isso não anula o direito de sentir tudo, como se fosse um pequeno luto compulsório daquele ciclo que se encerrou. A negação, o choro, ficar preocupado ou ansioso ou até feliz também e claro, aceitando no final de tudo... Só que realmente depende!
Ciclos são assim mesmo e tá tudo bem! Quem sabe, às vezes, ele não só terminou para que outro pudesse se iniciar. Um que, com certeza, vai trazer coisas bem melhores e bastantes novidades, apresentando uma brisa fresca na rotina e fazendo muita coisa ser mais leve!
O sacode e a mudança assustam sim, só que, no final de tudo, o início de um novo ciclo vale super a pena! 
A vida é feita de ciclos e eles tem início e final, cada um à sua forma.
Enfim, vou terminando essa reflexão por aqui hoje. E ai? Concordam ou discordam?
Comentem aí!
Até a próxima! 
Beijos do Kyon!
 

sábado, 14 de março de 2026

Tag: Meus livros 54321...

 
Olá, pessoal! Como vão? Eu espero que bem!
Cá estou hoje trazendo mais uma tag e deste vez é só mais uma trend de rede social, ou melhor do instagram, e como eu não valho nada, gosto de passar a tag para cá. Acredito que as coisas se perdem nas linhas do tempo e, mesmo que coloque a tag oficialmente nas redes do blog, prefiro uma postagem para deixar registrado e eu poder achar depois se eu quiser.
Enfim, é algo bem simples em que temos que indicar livros para cada um dos tópicos que vão descendo a quantidade de livros, mas com temas diferentes.
Seguem as perguntas com as devidas respostas! 
 

5 Favoritos

 
 
 
 

4 livros que quero ler

Scarlet; Altered Carbon; Da Tua Rosa, Brazilie
 

3 livros que nunca vou parar de recomendar

 
 
 

2 recentes 5 estrelas

 
 
 

Minha leitura atual 

Orgulho e Preconceito
 
 
 
 
Bem, pessoal, é isto! E vocês? O que responderiam em cada uma dessas? Comentem aí!
E não deixem de ir nas redes do Shizen para curtir a postagem viu? A foto é a mesma que está no topo no post! 
Até a pŕoxima!



 
  

terça-feira, 10 de março de 2026

Top 5 #111: Clichês que nunca me cansam (em animes, séries, filmes, livros, mangás, etc)

   
 
 
Olá, pessoal! Como vão? Eu espero que bem!
Cá estou hoje trazendo mais um Top 5 para vocês por aqui. Confesso que existem horas em que as ideias acabam ficando escassas, mas tem horas que - com uma forcinha mental - até saem alguns temas legais.
Hoje falarei um pouco sobre algumas temáticas clichês - que a maioria chama de tropes literárias - e que eu gosto bastante. Admito que são coisas que faço como leitora e como autora também, porque eu trabalho escrevendo livros. 
Então, sem mais enrolar. Bora lá! 
 
5- Isekai de vilã
Esse aqui é um dos mais recentes, mas eu tenho caído muito em ler algum manhwa ou até ver algum anime em que a protagonista reencarna no corpo da vilã. Acreditar que tudo isso começou com o anime da Bakarina. (Otome Game no Hametsu Flag)
Destaco também I Thought It’s a Common Possession, que foi um vício no ano passado.
 
4- Ele se apaixona primeiro / Found Family
Acredito que esse primeiro seja culpa de um dos que está no primeiro lugar nessa lista. Ou até culpa de eu ser a escritora dos personagens masculinos... Só me lembra meu Makotinho (sem perceber) que gosta da Kazuko. (No meu livro: O Diário da Escrava Amada)
O outro é uma temática que amo, especialmente em grupos de amigos que se tornam tão próximos que são realmente uma outra. Ouso dizer, que é culpa das minhas queridas Super Agentes.
 
3- Releitura de Cinderela (ou outros conto de fada)
Em homenagem a temporada 4 de Bridgerton e também a toda série de filmes "A Nova Cinderela" (que eu podia fazer um top 5 também, porque eu já vi todos!) 
Gosto muito de versões dessa história, ainda mais as modernas.
Destaco aqui a série "As Crônicas Lunares", que se trata de muitas releituras de contos de fadas, mas num cenário cyberpunk (e o primeiro livro é Cinder e é maravilhoso!).
 
2- Slowburn / Fake Dating
Como boa amante de shoujo e otaka/dorameira que gosta de sofrer pelo casal que eu sou, obviamente que eu amo um relacionamento em que só se recebem migalhas e a gente surta porque os personagens deram as mãos. As pessoas não sabem apreciar como isso é apenas uma DELÍCIA!
Diários de uma Apotecária tá de prova quanto a isso.
E o outro eu gosto tanto que até em alguns do meus livros acabei colocando essa temática. Simplesmente amo quando os personagens precisam fingir que estão juntos e no meio do caminho acabam se apaixonando. 
 
1- Enemies to lovers / Friends to lovers
Esses dois aqui são os realmente campeões... E de longe!
Aqueles personagens que simplesmente se odeiam e a história acaba se desenvolvendo e eles acabam se apaixonando e é simplesmente tudo! JUROOOO!
Alguns dos meus casais favoritos são justamente desse clichê, como Quinn e Logan de Zoey 101.
E junto temos o outro espectro desse tipo de clichê, que são os personagens que são amigos e se apaixonam e eu amoooo! Não posso não citar meus querido Jimmy e Samira de As Aventuras de Jimmy Wayn. (Eles são sem tirar nem pôr esse clichê todinho!)
 
Bem, pessoal, é isto!
Adorei fazer este Top 5 e comentar sobre meus clichês favoritos de mídia.
Quem sabe não tenhamos um com os que eu mais odeio em breve né?
E vocês? Quais são seus clichês favoritos? Comentem aí! 
Até a pŕoxima!



  

sábado, 7 de março de 2026

Assistindo, Lendo, Etc... #103: Fevereiro 2026

 
 
Olá, pessoal! Como vão?
Eu espero que bem!
Mais um mês começando e com ele, trago mais uma das nossas atualizações mensais sobre o que consumi no mês que passou. Aproveitando que teve carnaval no meio, então acaba por aumentar um pouco a quantidade de coisas.
Enfim, começando pelas séries... 
Primeiro que eu terminei de ver a 4º Temporada de Bridgerton e ainda vou falar numa postagem separada, mas foi a melhor temporada que tivemos desde a primeira. (Confesso que sou suspeita para falar sobre releituras de Cinderela.)
Continuamos vendo a série de almoço 2 Broke Girls; não sou a maior fã de sitcom, mas a série é bastante divertida, talvez porque é focada para o público feminino mesmo.
E a minha fase de otaka fedida continua acompanhando a temporada atual de animes. Primeiro com o outro anime isekai de vilã The Villainess Is Adored by the Prince of the Neighbor Kingdom; que tem seguido um caminho interessante, mas ainda clichê.
Enquanto temos Tamon B-side para poder saciar a vontade de personagens 2d e de idols; no anime tem comédia e romance na medida certa.
Também continuo assistindo com dignissímo, um dos animes que se tornou um dos meus favoritos da vida, que é Frieren. A temporada ainda está lenta nessa comecinho, mas logo ela deve acelerar de novo! Mas, assistir este anime é saber que existem esses momentos de slice of life mesmo.
E por último, começou a nova temporada de Pesadelo na Cozinha, que tá meio morna ainda. É realmente algo para ver bem longe de comida, porque senão a gente não come mais nada em lugar nenhum.
 
  
 
Quanto aos filmes, não teve nenhum que eu vi. Porque para poder ver um filme, preciso de toda uma vibe e eu detesto ver qualquer coisa pausando demais. Enfim, não teve!
Quanta às leituras, terminei de ler o primeiro volume do mangá de Frieren e continuo lendo Orgulho e Preconceito - só para não dizer que eu parei porque a vida virou um caos!
 
 
 
Quanto às músicas, saíram algumas coisas dos estilos que eu gosto. Destaco o Best álbum do Hirotan e que estou citando o novo lançamento do Blackpink só por citar mesmo (porque eu meio que cansei delas lançarem as mesmas coisas sabe?).
Segue a lista:
  • Deadline - Blackpink
  • Save Me - Chungha 
  • Share Magic - Hiroshi Kamiya
  • Best Album Hirotan 




 
 
Vou ficando por aqui hoje. E vocês, o que consumiram no mês que passou? Comentem aí! 
Até a pŕoxima!



 
  

terça-feira, 3 de março de 2026

Para Sempre Cinderela/Ever After (Filme)

 
 
Olá, pessoal! Como vão? Eu espero que bem!
Cá estou hoje para falar finalmente de um dos meus filmes favoritos e que eu ainda estou me perguntando como que eu nunca falei sobre aqui. Lembro que cheguei a citá-lo em algumas tag e só!
Enfim, falarei hoje sobre Para Sempre Cinderela - Ever After, em inglês - que é mais uma das tantas releituras de Cinderela que existem e é apenas a minha favorita de longe.
No começo do filme, temos os irmãos Grimm - aqueles que compilaram famosos contos de fadas em livros - que vão conversar com uma mulher - que adulta descobri que era a Rainha da França - e ela vai contar a verdadeira história da Cinderela e neste momento que a real história começa. 
Passando para Daniele de Barbarac, que vive sua vida muito feliz com apenas o pai - pois sua mãe faleceu quando ela era bem pequena - e com os empregados da casa.
Seu pai era um aristocrata e ela acaba ficando mais feliz ainda porque o pai acaba se casando novamente com uma baronesa, então Daniele ganhou uma nova mãe e duas irmãs.
Logo nesse começo do filme, notamos o quanto ela é bem moleca e bastante inteligente, pois seu pai incentivava isto ao trazer livros. (Destaque para Utopia que é fonte de conflitos durante o filme.) 
Passa mal uma semana, o pai vai sair para um viagem, só que ela simplesmente cai do cavalo e acaba morrendo. Deixando Daniele órfã de pai e a Baronesa viúva novamente.
Então, temos um pulo no tempo e Daniele acabou sendo reduzida como criada na própria casa, enquanto a madrasta se preocupa apenas com duas duas filhas.
Do outro lado, temos o príncipe da França, Henry, que está na época para se casar e quer de todo jeito correr de uma aliança com o reino da Espanha. Discutindo com pai, acaba que os dois fazem uma aposta e ele tem alguns dias para poder encontrar uma noiva. Esta data acaba por ser no mesmo dia de um baile grande! Senão achar uma noiva, ele deve se casar com a princesa espanhola.
Só que o Henry é jovem e inconsequente - ou ele só não quer casar com uma mulher que ele nunca viu. Numa noite, ele acaba fugindo de casa e dorme fora, acaba por roubar uma cavalo da casa de Daniele e ela só taca uma bela maçã na cara dele. Este é oficialmente o primeiro encontro dele, mesmo que o Henry nem a reconheça depois.
Outro detalhe é que a situação da família de Daniele está bem ruim, pois a Baronesa, para manter as aparências, acaba por gastar mais dinheiro do que deve e por consequência ela começa a vender as coisas, inclusive alguns empregados.
E lá vai a Daniele se disfarçar de nobre, colocando um vestido e se arrumando (só esquece dos sapatos, mas ninguém olha para o pé). Sai com uma sacola de dinheiro, a cara e a coragem para resgatar o criado já idoso. Henry acaba encontrando-a nesse momento de novo e consegue convencê-lo a libertar o homem, só que ai ela mente que seu nome é Nicole de Lancret, usando o nome de sua mãe.
A partir deste ponto que a história se desenvolve! Vemos os conflitos da Baronesa e umas irmãs com Daniele, pois a madrasta tem interesse em casar a filha com o príncipe. Enquanto a outro irmã é deixada de lado e discorda e muito das atitudes das outras duas.
Enquanto a mãe a filha mais velha se esforçam para conquistar Henry; do outro lado temos Daniele/Nicole se encontrando às escondidas e construindo um amor a cada dia.
Apesar de ser um filme mais antigo, não quero contar muito, pois realmente é uma ótima experiência conhecer a história.
Vemos conflitos que vão além de ir atrás de um homem e temos uma protagonista que faz tudo o que é necessário, ela se arrisca e luta pelo que quer.
O filme é tão bem feito em tantos aspectos que nem tem como descrever numa postagem tão simples. Realmente é um dos meus filmes favoritos da vida e é desde a infância, sempre que eu posso acabo por reassistir para rever essa releitura de Cinderela.e que ouso dizer que é a melhor (ou uma das melhores) já feita!
Vou deixar uma cena do final que achei para ilustrar a perfeição desse filme. (É a cena da declaração do Henry para ela!)
 
E vocês? Já conheciam esta versão da Cinderela? Comentem aí!
Até a próxima!
 

terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

Minhas Metas para 2026 (Vídeo)

Olá, pessoal! Como vão? Eu espero que bem!
Trazendo mais uma das postagens tradicionais de início de ano por aqui no blog.
Dessa vez, eu até gravei em Janeiro, mas acabou atrasando de sair porque foi um vendaval maluco de confusões justamente no final desse mês. (E que tem a ver com o texto que eu escrevi na postagem anterior!)
Muitas mudanças nesse início de ano também acabam causando mudanças no nosso planejamento anual. Mas, não podia mesmo ficar devendo este vídeo à vocês, já que é uma tradição por aqui no blog.
E mesmo com as mudanças, acabou que as próprias metas não vão mudar muito.
Eu falo no vídeo, mas acabou que fui demitida do meu trabalho, só que eu arrumei outro na mesma área, dando aula numa escola perto de casa. Então, não vai mudar muita coisa.
Outra coisa de praxe é de que 90% das metas só passam de um ano para o outro!
Como sempre, fiquem com o texto das metas! 
 

Metas Pessoais

  • Trazer aulas mais dinâmicas e participativas;
  • Trabalhar com freelas (para renda extra);
  • Regular as finanças e investir;
  • Juntar pontos no cartão (para viajar); 
  • Fazer exercícios e entrar em forma;
  • Terminar de arrumar o cafofo;
  • Acreditar mais em mim mesma.

 

Metas Literárias

  • Escrever: As Super Agentes e o Livro das magias e Destinos Florescentes;
  • Lançar a Contemporânea Erótica em formato digital e físico, em prensagem pequena;
  • Participar de mais eventos literários;
  • Montar um plano de divulgação (para os livros e o eu autora);
  • Continuar a comemorar (e terminar os especiais) os 20 anos que comecei a escrever.
 
E logo abaixo está o vídeo onde eu comento um pouco sobre cada uma das metas, revisando as do ano passado e quais eu cumpri e quais não!
Como sempre o vídeo ficou longo demais, mas espero que gostem! 
Até a próxima!